Em mar/14 tive relação de risco. Em jun/16 e abr/17 fiz exames para hiv e outras sorologias e todos

2 respostas
Em mar/14 tive relação de risco. Em jun/16 e abr/17 fiz exames para hiv e outras sorologias e todos negativos.Desde 2014 não tive outro contato de risco.Eu até estava tranquilo porém comecei ter ínguas nas duas axilas agora em 2018 que dificultam até mexer o braço.Ainda pode ser hiv?
Dra. Patricia Moretto
Oncologista, Internista
Porto Alegre
Pouco provável, mas inguas nas duas axilas que dificultam para mexer o braço, como você descreve, pode ser linfoma, dentre outras coisas. Procure urgentemente um oncologista. Abraços.

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Dra. Aryadyne Bueno Rocha Szesz
Médico clínico geral
Telêmaco Borba
Você teve uma relação de risco em março de 2014 e, depois disso, realizou exames para HIV em junho de 2016 e abril de 2017, todos negativos. Além disso, você não teve mais nenhuma exposição de risco desde 2014.
O que isso significa:
- Os exames que você fez já estavam muito além da chamada janela imunológica (que é de até 90 dias com os testes modernos).
- Portanto, os resultados negativos nesses períodos são definitivos e confirmam que você não adquiriu HIV naquela exposição.
- Não há possibilidade de que, tantos anos depois, o HIV apareça nos exames como positivo se eles já foram negativos fora da janela.
Sobre as ínguas (linfonodos aumentados) nas axilas em 2018:
- Esse sintoma não está relacionado ao HIV daquela exposição, porque os exames já descartaram a infecção.
- Ínguas podem aparecer por diversas causas: infecções bacterianas ou virais comuns, inflamações locais, problemas dermatológicos, até questões hematológicas.
- O fato de estar atrapalhando o movimento do braço mostra que é algo que merece avaliação médica, mas não tem relação com HIV nesse contexto.
Em resumo:
- Não, não pode ser HIV — seus exames já encerraram essa possibilidade.
- O aumento dos linfonodos precisa ser investigado por outras causas, mas não está ligado àquela exposição de 2014.
- O ideal é procurar um médico para examinar, pedir exames complementares e identificar a origem dessas ínguas.
Portanto, pode ficar tranquilo em relação ao HIV. O próximo passo é apenas investigar a causa atual dos linfonodos aumentados para tratar corretamente.

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