Em uma reunião de família, a esposa do meu cunhado que foi diagnosticada com bordeline recentemente
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Em uma reunião de família, a esposa do meu cunhado que foi diagnosticada com bordeline recentemente teve comportamentos impulsivos ao querer ficar segurando e brincando o tempo todo com o meu bebê de 6 meses, não queria deixar ele ficar com ninguém, quis comer com a criança no colo dela (coisa que eu e nem o pai fazemos), até mesmo no momento que o pai pegou o bebê para embalar, porque ele estava com sono, mesmo ele tendo dito, ela insistiu em querer segurá-lo, porque ela que queria colocar a criança para dormir. Meu cunhado é conivente com as atitudes dela e eu como mãe confesso que fiquei preocupada e assustada, o que fazer em situações como essa, como lidar com esse tipo de comportamento?
O comportamento descrito é preocupante não pelo diagnóstico, mas pela quebra de limites com o bebê. Insistir em segurá-lo, contrariar os pais e decidir rotinas são atitudes que precisam ser contidas. Bebês não devem ser usados para regulação emocional de adultos. Como mãe, você tem direito de impor limites claros, firmes e sem longas justificativas, alinhada com o pai da criança. Se os limites não forem respeitados, é válido reduzir o contato ou a exposição do bebê. Isso não é falta de empatia, é proteção. Confiar no instinto materno é essencial.
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Para o Transtorno de Personalidade Borderline, a terapia com mais evidência de resultados efetivos é a Terapia Comportamental Dialética (DBT). Acho que esse é o primeiro passo. Se possível, seria interessantes um acompanhamento conjunto com um psiquiatra.
Entendo você totalmente...qualquer mãe ficaria desconfortável.
Independentemente do diagnóstico dela, quem decide sobre seu bebê é você e o pai. Se algo te incomodou, já é motivo suficiente para colocar limite.
Nessas horas, seja simples e firme:
“Agora ele vai ficar comigo.”
“Quando está com sono, só a gente coloca pra dormir.”
Sem justificar muito, sem entrar em debate. Limite calmo e direto.
Você não precisa aceitar nada que te deixe insegura. Instinto de mãe não falha
Independentemente do diagnóstico dela, quem decide sobre seu bebê é você e o pai. Se algo te incomodou, já é motivo suficiente para colocar limite.
Nessas horas, seja simples e firme:
“Agora ele vai ficar comigo.”
“Quando está com sono, só a gente coloca pra dormir.”
Sem justificar muito, sem entrar em debate. Limite calmo e direto.
Você não precisa aceitar nada que te deixe insegura. Instinto de mãe não falha
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