EsEstou com DE aos 36 anos, desde os 33 anos tenho muita dificuldade na penetração, penis perde ereç
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EsEstou com DE aos 36 anos, desde os 33 anos tenho muita dificuldade na penetração, penis perde ereção total. Ja era para eu estar passando por isso ? Minha saúde está em dia, meus hormonios ok. Testosterona normal/alta, outros hormonios normais. Porém, isso começou quando usei anabolizantes. Usei anabolizantes durante 1 ano.
Olá! Obrigado por compartilhar sua situação.
Perder a ereção durante a penetração é mais comum do que parece e tem tratamento. O uso prévio de anabolizantes pode, sim, desencadear ou agravar a disfunção erétil, mesmo com testosterona “normal”: ele pode afetar a função dos vasos do pênis, o equilíbrio do eixo hormonal e também aumentar ansiedade de desempenho.
O ideal é fazermos uma avaliação completa: hábitos de vida, estresse/ansiedade, qualidade do sono, uso de medicações/suplementos, colesterol e glicemia; e, quando necessário, exames hormonais (incluindo LH/FSH, SHBG e prolactina) e Doppler peniano. Muitas vezes combinamos mudanças de estilo de vida com tratamento medicamentoso (como inibidores de PDE5, p.ex. tadalafila) e, quando indicado, apoio psicosexual. Em casos resistentes, existem outras opções (bomba a vácuo, injeções no pênis, etc.).
A boa notícia é que, aos 36 anos, o prognóstico costuma ser ótimo. Fico à disposição para te orientar de perto e escolhermos a melhor estratégia para você.
Perder a ereção durante a penetração é mais comum do que parece e tem tratamento. O uso prévio de anabolizantes pode, sim, desencadear ou agravar a disfunção erétil, mesmo com testosterona “normal”: ele pode afetar a função dos vasos do pênis, o equilíbrio do eixo hormonal e também aumentar ansiedade de desempenho.
O ideal é fazermos uma avaliação completa: hábitos de vida, estresse/ansiedade, qualidade do sono, uso de medicações/suplementos, colesterol e glicemia; e, quando necessário, exames hormonais (incluindo LH/FSH, SHBG e prolactina) e Doppler peniano. Muitas vezes combinamos mudanças de estilo de vida com tratamento medicamentoso (como inibidores de PDE5, p.ex. tadalafila) e, quando indicado, apoio psicosexual. Em casos resistentes, existem outras opções (bomba a vácuo, injeções no pênis, etc.).
A boa notícia é que, aos 36 anos, o prognóstico costuma ser ótimo. Fico à disposição para te orientar de perto e escolhermos a melhor estratégia para você.
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