Estou a 60 dias tomando a bupropiona mais não senti diminuição na vontade de fumar , estou fumando a
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Estou a 60 dias tomando a bupropiona mais não senti diminuição na vontade de fumar , estou fumando até mais que antes , isso é normal? Pois acredito que com o uso durante as semanas a vontade iria diminuindo gradativamente!!
Saudações! Retorne ao seu médico prescritor para que ele possa fazer ajustes na dosagem, se este for o caso. Espero ter contribuído.
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A bupropiona é uma medicação utilizada como auxiliar na cessação do tabagismo, mas a resposta não é igual para todas as pessoas. Em geral, ela começa a exercer efeito mais consistente após algumas semanas, e muitas vezes é orientado que o paciente defina uma “data para parar” após 1 a 2 semanas de uso.
Com 60 dias de tratamento, já seria esperado algum impacto na redução do craving para parte dos pacientes. O fato de você estar fumando igual ou até mais pode indicar que a dose não está adequada, que há fatores comportamentais importantes mantendo o hábito ou que a medicação isoladamente não está sendo suficiente no seu caso.
Também é comum que, sem um plano estruturado de cessação, a pessoa mantenha o padrão automático de consumo mesmo com redução parcial da fissura. Associar acompanhamento comportamental, estratégias para lidar com gatilhos e, em alguns casos, reposição de nicotina pode aumentar bastante as chances de sucesso.
Vale conversar com seu médico para reavaliar dose, estratégia e expectativa de tratamento. Não significa que “não funcione”, mas pode ser necessário ajustar a abordagem. Caso deseje agendar uma consulta, estarei disponível para te ajudar.
Atenciosamente,
Dra. Daniele Lacerda
Com 60 dias de tratamento, já seria esperado algum impacto na redução do craving para parte dos pacientes. O fato de você estar fumando igual ou até mais pode indicar que a dose não está adequada, que há fatores comportamentais importantes mantendo o hábito ou que a medicação isoladamente não está sendo suficiente no seu caso.
Também é comum que, sem um plano estruturado de cessação, a pessoa mantenha o padrão automático de consumo mesmo com redução parcial da fissura. Associar acompanhamento comportamental, estratégias para lidar com gatilhos e, em alguns casos, reposição de nicotina pode aumentar bastante as chances de sucesso.
Vale conversar com seu médico para reavaliar dose, estratégia e expectativa de tratamento. Não significa que “não funcione”, mas pode ser necessário ajustar a abordagem. Caso deseje agendar uma consulta, estarei disponível para te ajudar.
Atenciosamente,
Dra. Daniele Lacerda
Talvez seja necessário um aumento de dose. Recomendo que converse com seu psiquiatra.
A bupropiona é um medicamento que pode ajudar no processo de cessação do tabagismo, pois atua em circuitos cerebrais relacionados à recompensa e ao desejo pela nicotina. No entanto, a resposta ao tratamento pode variar bastante de pessoa para pessoa.
Em geral, o medicamento começa a ser utilizado algumas semanas antes da data planejada para parar de fumar, e a redução do desejo pelo cigarro costuma ocorrer de forma gradual, especialmente quando associada a outras estratégias de tratamento.
Quando, após cerca de 6 a 8 semanas, não há redução da vontade de fumar — ou até ocorre aumento do consumo — é importante reavaliar o plano terapêutico. Em alguns casos, a bupropiona pode ter um efeito mais ativador, e algumas pessoas podem perceber aumento de inquietação ou ansiedade, o que eventualmente pode levar ao aumento do consumo de cigarro como forma de aliviar esse desconforto. Isso não acontece com todos os pacientes, mas é uma possibilidade que merece ser considerada.
Em muitos casos, os melhores resultados ocorrem quando a medicação é associada a acompanhamento comportamental, terapia para cessação do tabagismo ou outras estratégias, como reposição de nicotina.
Por isso, o mais indicado é conversar com o médico que acompanha seu tratamento, para avaliar a resposta à medicação e discutir possíveis ajustes ou outras abordagens que possam ajudar no processo de parar de fumar.
Em geral, o medicamento começa a ser utilizado algumas semanas antes da data planejada para parar de fumar, e a redução do desejo pelo cigarro costuma ocorrer de forma gradual, especialmente quando associada a outras estratégias de tratamento.
Quando, após cerca de 6 a 8 semanas, não há redução da vontade de fumar — ou até ocorre aumento do consumo — é importante reavaliar o plano terapêutico. Em alguns casos, a bupropiona pode ter um efeito mais ativador, e algumas pessoas podem perceber aumento de inquietação ou ansiedade, o que eventualmente pode levar ao aumento do consumo de cigarro como forma de aliviar esse desconforto. Isso não acontece com todos os pacientes, mas é uma possibilidade que merece ser considerada.
Em muitos casos, os melhores resultados ocorrem quando a medicação é associada a acompanhamento comportamental, terapia para cessação do tabagismo ou outras estratégias, como reposição de nicotina.
Por isso, o mais indicado é conversar com o médico que acompanha seu tratamento, para avaliar a resposta à medicação e discutir possíveis ajustes ou outras abordagens que possam ajudar no processo de parar de fumar.
A bupropiona é um medicamento que pode ajudar na cessação do tabagismo, mas a resposta ao tratamento não é igual para todas as pessoas. Em geral, espera-se alguma redução da fissura pelo cigarro nas primeiras semanas, especialmente quando o medicamento é associado a uma data definida para parar de fumar e a estratégias comportamentais de apoio.
Quando após cerca de 6 a 8 semanas não há redução da vontade de fumar ou ocorre até aumento do consumo, é importante reavaliar alguns pontos com o médico que acompanha seu tratamento. Entre eles: dose utilizada, tempo de uso, forma de tomada do medicamento, nível de dependência da nicotina e possíveis fatores emocionais ou ambientais que mantêm o hábito.
Em alguns casos pode ser necessário ajustar a dose, associar outras estratégias para cessação do tabagismo (como reposição de nicotina ou outras abordagens terapêuticas) ou até reconsiderar o plano de tratamento.
O mais importante é não interromper o medicamento por conta própria e procurar uma reavaliação médica, para que o tratamento seja ajustado de forma segura e individualizada. Parar de fumar costuma ser um processo que envolve tanto tratamento medicamentoso quanto mudanças comportamentais, e o acompanhamento profissional pode fazer bastante diferença nesse caminho.
Quando após cerca de 6 a 8 semanas não há redução da vontade de fumar ou ocorre até aumento do consumo, é importante reavaliar alguns pontos com o médico que acompanha seu tratamento. Entre eles: dose utilizada, tempo de uso, forma de tomada do medicamento, nível de dependência da nicotina e possíveis fatores emocionais ou ambientais que mantêm o hábito.
Em alguns casos pode ser necessário ajustar a dose, associar outras estratégias para cessação do tabagismo (como reposição de nicotina ou outras abordagens terapêuticas) ou até reconsiderar o plano de tratamento.
O mais importante é não interromper o medicamento por conta própria e procurar uma reavaliação médica, para que o tratamento seja ajustado de forma segura e individualizada. Parar de fumar costuma ser um processo que envolve tanto tratamento medicamentoso quanto mudanças comportamentais, e o acompanhamento profissional pode fazer bastante diferença nesse caminho.
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