Estou de 4 semanas e tomo venlafaxina será que tem algum problema?
3
respostas
Estou de 4 semanas e tomo venlafaxina será que tem algum problema?
Durante a gravidez, o uso de medicamentos como a venlafaxina (que é um antidepressivo da classe dos inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina) deve ser monitorado com cautela, especialmente nas primeiras semanas de gestação. A venlafaxina pode atravessar a placenta e, em alguns casos, foi associada a riscos como parto prematuro, baixo peso ao nascer e, em raras situações, a síndrome de adaptação neonatal (um quadro de sintomas que pode incluir tremores, irritabilidade e dificuldades respiratórias no recém-nascido).
É importante que você entre em contato com seu médico para avaliar a necessidade de continuar com a venlafaxina durante a gravidez. Em muitos casos, os médicos podem ajustar a medicação ou considerar alternativas, dependendo da gravidade dos sintomas que você está tratando e do seu estado de saúde mental.
É importante que você entre em contato com seu médico para avaliar a necessidade de continuar com a venlafaxina durante a gravidez. Em muitos casos, os médicos podem ajustar a medicação ou considerar alternativas, dependendo da gravidade dos sintomas que você está tratando e do seu estado de saúde mental.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Saudações! Retorne urgentemente ao seu psiquiatra prescritor, pois ele provavelmente desejará trocar de medicamento, uma vez que existem moléculas mais seguras para a sua gestação. Espero ter contribuído.
Olá! O uso de algumas medicações durante a gestação é contraindicado, porém isso deve ser avaliado em conjunto com o obstetra, e com o psiquiatra. Fico à disposição.
Não conseguiu encontrar a resposta que procurava? Faça outra pergunta!
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.