Estou preocupada com os efeitos colaterais do tricutum e do Escitalopram o que faço?
Estou preocupada com os efeitos colaterais do tricutum e do Escitalopram o que faço?
7 respostas
Se você está preocupada com efeitos colaterais, o ideal é conversar com o médico que prescreveu antes de interromper ou mudar a dose.
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É natural ficar apreensiva ao ler sobre possíveis efeitos colaterais antes ou durante um tratamento. O que costumo explicar aos meus pacientes é que a maioria das pessoas não apresenta todos os efeitos descritos na bula e, quando eles ocorrem, muitas vezes são leves e transitórios nas primeiras semanas. O mais importante é não interromper o tratamento por medo dos efeitos antes de conversar com o médico que o prescreveu. Se surgir algum sintoma que cause preocupação ou muito desconforto, vale a pena informar o psiquiatra para que ele possa orientar a melhor conduta e acompanhar sua adaptação ao tratamento.
Entendo sua preocupação. O Tricutum (tricíclico) e o escitalopram (ISRS) podem ter efeitos colaterais, mas eles variam muito de pessoa para pessoa e, na maioria das vezes, são leves e transitórios nas primeiras semanas. O escitalopram pode causar no início: náusea, leve aumento de ansiedade, sonolência ou insônia e alteração do apetite. Já os antidepressivos tricíclicos podem causar mais frequentemente boca seca, sonolência, constipação e, em alguns casos, tontura. O ponto mais importante é diferenciar efeitos iniciais de adaptação de intolerância ao medicamento. Muitos efeitos melhoram entre 7 e 21 dias. Você não deve interromper por conta própria, principalmente se estiver usando para ansiedade, depressão, insônia, crises de ansiedade, ataques de pânico, estresse, irritabilidade, tristeza profunda, falta de motivação, burnout, transtorno de ansiedade, transtornos de humor, transtorno depressivo, transtorno do pânico ou TDAH em adultos, pois a suspensão abrupta pode piorar o quadro. Se os efeitos estiverem intensos ou limitando sua rotina, o ideal é: reavaliar dose e horário com o médico verificar se a combinação dos dois é realmente necessária no seu caso ajustar de forma gradual, se preciso
Olá! É natural ficar preocupada com os efeitos colaterais ao iniciar um tratamento. Nem todas as pessoas apresentam reações, e quando elas ocorrem, muitas vezes são leves e tendem a melhorar nas primeiras semanas de uso. O mais importante é não interromper a medicação por conta própria. Caso surjam efeitos intensos ou persistentes, entre em contato com o médico que acompanha seu tratamento para uma reavaliação e, se necessário, ajuste da medicação.
Sim, tanto o Triticum (trazodona) quanto o escitalopram podem causar efeitos colaterais, mas muitos são leves e diminuem com a adaptação ao tratamento. O escitalopram aumenta a disponibilidade de serotonina e pode causar inicialmente náusea, ansiedade, tremores, dor de cabeça (cefaleia) e alterações do sono. A trazodona também atua no sistema serotoninérgico, mas possui efeito sedativo mais pronunciado, podendo causar sonolência, tontura, boca seca e queda da pressão ao se levantar (hipotensão postural). Como os dois medicamentos atuam sobre a serotonina, é importante observar a dose, o momento em que cada um foi iniciado e a relação temporal com os sintomas. Nem todo desconforto durante o tratamento representa uma reação perigosa; muitas vezes pode ser uma fase de adaptação. Na prática, identificar qual sintoma surgiu, quando começou e após qual mudança de medicação costuma ser mais útil do que avaliar apenas uma lista de possíveis efeitos colaterais. Se os sintomas forem intensos, persistentes ou estiverem piorando, converse com o psiquiatra que acompanha seu tratamento. Não interrompa ou modifique as medicações por conta própria. Respeitosamente, Prof. Dr. Fábio José Pereira da Silva
O receio com efeitos colaterais ao iniciar ou associar medicações como Tricutum (trazodona) e escitalopram é bastante comum, principalmente nas primeiras semanas de adaptação. Ambos podem causar alguns sintomas iniciais, como sonolência, tontura, náuseas, alterações gastrointestinais, boca seca, mudanças no sono ou sensação de aumento transitório da ansiedade. Em muitos casos, esses efeitos diminuem conforme o organismo se adapta ao tratamento. O mais importante é avaliar quais sintomas você está apresentando, a intensidade deles, há quanto tempo iniciou cada medicação e se houve mudança de dose. Não é recomendado interromper ou ajustar por conta própria, pois isso pode causar piora dos sintomas ou desconfortos adicionais. Converse com o psiquiatra que acompanha o tratamento para relatar suas preocupações e avaliar a melhor conduta. O acompanhamento é essencial para tratar condições como ansiedade, depressão, insônia, crise de ansiedade e outros transtornos de humor, garantindo que os benefícios do tratamento superem os possíveis efeitos adversos.
Entendo sua preocupação. Quando se inicia ou utiliza uma combinação como Tricutum (é importante confirmar qual é o princípio ativo do medicamento, pois esse nome pode variar conforme o país/apresentação) e escitalopram, é comum surgir receio sobre efeitos colaterais, mas a conduta depende muito dos sintomas que você está sentindo e da indicação do tratamento. O escitalopram é um antidepressivo da classe dos ISRS, utilizado principalmente para quadros como ansiedade, depressão, transtorno do pânico e transtornos relacionados. Nas primeiras semanas, algumas pessoas podem apresentar efeitos de adaptação, como aumento temporário da ansiedade, náuseas, alteração do sono, inquietação, dor de cabeça ou mudanças gastrointestinais. Muitas dessas reações tendem a reduzir com a continuidade, geralmente após algumas semanas, mas precisam ser acompanhadas. O mais importante é não suspender ou alterar as doses por conta própria, pois mudanças abruptas podem causar piora dos sintomas ou sintomas de retirada. O ideal é conversar com o psiquiatra que prescreveu, relatando exatamente quais efeitos apareceram, quando começaram, intensidade e relação com o horário das medicações. Procure avaliação médica com maior urgência se ocorrerem sinais como agitação intensa fora do habitual, pensamentos de autoagressão, confusão importante, desmaio, reação alérgica, febre associada a rigidez muscular ou sintomas muito diferentes do padrão habitual. Se você puder informar qual é o princípio ativo do Tricutum, a dose de cada medicamento, há quanto tempo iniciou e quais efeitos colaterais está sentindo, consigo explicar melhor a possibilidade de relação entre eles.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.
