Estou tomando sibutramina 15 mg pela manhã e topiramato de 100 mg a noite mesmo assim ainda como mui
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Estou tomando sibutramina 15 mg pela manhã e topiramato de 100 mg a noite mesmo assim ainda como muito e sinto muita fome, oque pode ser?
Obesidade é uma condição crônica, progressiva e seu tratamento é complexo. Se o tratamento iniciado não surtiu efeito, você deve procurar seu endocrinologista para a reavaliação do tratamento.
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Vamos lá: são padroes de fome diferente, nomseu caso a Fome Edonica nao é tao prevalente entao esses farmacos não funcionam pra ti.
Sugiro não fazer nada por conta própria e buscar ajuda de um endocrinologista para te auxiliar com medicamento/doses específicas para o caso (se necessário), até mesmo por Teleconsulta.
Espero ter ajudado, fico a disposição!
Atenciosamente,
Dr. André Mahmoud
lnsta: @andremahmoud.endocrino
Vamos lá: são padroes de fome diferente, nomseu caso a Fome Edonica nao é tao prevalente entao esses farmacos não funcionam pra ti.
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Espero ter ajudado, fico a disposição!
Atenciosamente,
Dr. André Mahmoud
lnsta: @andremahmoud.endocrino
Você está enfrentando um quadro de fome intensa e dificuldade em controlar a alimentação, mesmo fazendo uso de dois medicamentos indicados para esse fim: sibutramina 15 mg pela manhã e topiramato 100 mg à noite. Essa situação sugere que algo está interferindo na eficácia desses remédios, e há várias causas possíveis para isso.
Uma das principais possibilidades é que existam questões hormonais ou metabólicas não totalmente controladas, como hipertireoidismo, que você mencionou já ter, além de possíveis condições como resistência à insulina, síndrome do ovário policístico (SOP), ou cortisol elevado devido ao estresse crônico. Todas essas condições podem impactar diretamente a regulação do apetite e da saciedade, e muitas vezes anulam ou reduzem o efeito de medicamentos que agem no cérebro para controlar a fome.
Outro fator muito comum é a alimentação inadequada, mesmo quando a pessoa está “fazendo dieta”. Dietas com restrição calórica severa, com pouca proteína, pouca gordura boa ou ricas em carboidratos simples (como pão, bolacha, açúcar e massas) podem causar picos de glicose e insulina, que depois geram quedas rápidas de energia e fome intensa. Sem uma base alimentar nutritiva e equilibrada, mesmo remédios potentes como sibutramina ou topiramato terão ação limitada.
Além disso, há a possibilidade de que sua fome esteja relacionada a fatores emocionais ou comportamentais, como compulsão alimentar, ansiedade ou hábitos ligados ao estresse. Nesses casos, os medicamentos podem ajudar parcialmente, mas não substituem uma abordagem psicoterapêutica ou o acompanhamento com um profissional especializado em comportamento alimentar.
Por fim, é importante lembrar que nem todo organismo responde da mesma forma aos medicamentos, e pode ser que a sibutramina e o topiramato não sejam os mais adequados para o seu perfil. Existem alternativas que seu médico pode avaliar, como a liraglutida (Saxenda), a semaglutida (Ozempic/Wegovy) ou o uso conjunto de medicamentos que atuam no metabolismo, como a metformina, especialmente em casos com resistência à insulina ou SOP.
Diante disso, é recomendável que você retorne ao seu médico para uma reavaliação clínica completa, além de considerar ajustes na medicação, na alimentação e, se necessário, buscar apoio psicológico. O tratamento da fome intensa e da dificuldade de perder peso é multifatorial e precisa ser personalizado, especialmente quando existem condições hormonais envolvidas.
Uma das principais possibilidades é que existam questões hormonais ou metabólicas não totalmente controladas, como hipertireoidismo, que você mencionou já ter, além de possíveis condições como resistência à insulina, síndrome do ovário policístico (SOP), ou cortisol elevado devido ao estresse crônico. Todas essas condições podem impactar diretamente a regulação do apetite e da saciedade, e muitas vezes anulam ou reduzem o efeito de medicamentos que agem no cérebro para controlar a fome.
Outro fator muito comum é a alimentação inadequada, mesmo quando a pessoa está “fazendo dieta”. Dietas com restrição calórica severa, com pouca proteína, pouca gordura boa ou ricas em carboidratos simples (como pão, bolacha, açúcar e massas) podem causar picos de glicose e insulina, que depois geram quedas rápidas de energia e fome intensa. Sem uma base alimentar nutritiva e equilibrada, mesmo remédios potentes como sibutramina ou topiramato terão ação limitada.
Além disso, há a possibilidade de que sua fome esteja relacionada a fatores emocionais ou comportamentais, como compulsão alimentar, ansiedade ou hábitos ligados ao estresse. Nesses casos, os medicamentos podem ajudar parcialmente, mas não substituem uma abordagem psicoterapêutica ou o acompanhamento com um profissional especializado em comportamento alimentar.
Por fim, é importante lembrar que nem todo organismo responde da mesma forma aos medicamentos, e pode ser que a sibutramina e o topiramato não sejam os mais adequados para o seu perfil. Existem alternativas que seu médico pode avaliar, como a liraglutida (Saxenda), a semaglutida (Ozempic/Wegovy) ou o uso conjunto de medicamentos que atuam no metabolismo, como a metformina, especialmente em casos com resistência à insulina ou SOP.
Diante disso, é recomendável que você retorne ao seu médico para uma reavaliação clínica completa, além de considerar ajustes na medicação, na alimentação e, se necessário, buscar apoio psicológico. O tratamento da fome intensa e da dificuldade de perder peso é multifatorial e precisa ser personalizado, especialmente quando existem condições hormonais envolvidas.
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