Eu e minha família tivemos covid de forma leve em janeiro de 2021, podemos nos reinfectar de novo?
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Eu e minha família tivemos covid de forma leve em janeiro de 2021, podemos nos reinfectar de novo?
Olá paciente, o vírus do covid19 é semelhante ao do resfriado comum (de RNA) daí tem frequentes mutações e a imunidade para a sequência que infectou sua família pode durar de 80 dias a poucos anos. A partir de 80 dias poderá estar em risco de ter nova infecção. Ocorre um agravante, já visto, de reinfecção após 2 semanas, confirmado. Já temos identificadas várias mutações e a "mutação de Manaus", conhecida como P1 tem características de maior transmissibilidade e não se sabe se as vacinas em uso no momento protegem contra esta variante. Certamente teremos vacinas que cobrirão, mas sugiro que se protejam, não arrisquem, porque esse vírus conforme ele infecta novas pessoas MUTA MAIS e numa dessas mutações pode surgir uma mais agressiva ainda. Mantenham o cuidado!
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Olá, espero que esteja tudo bem por aí.
Embora a infecção por COVID-19 possa proporcionar certa imunidade temporária, é possível que você e sua família possam ser reinfectados, especialmente devido às mutações do vírus que surgem com o tempo. A imunidade adquirida após uma infecção pode diminuir ao longo dos meses, tornando a reinfecção mais provável.
Se necessário, estou disponível para teleconsulta para mais orientações e dúvidas.
Atenciosamente.
Embora a infecção por COVID-19 possa proporcionar certa imunidade temporária, é possível que você e sua família possam ser reinfectados, especialmente devido às mutações do vírus que surgem com o tempo. A imunidade adquirida após uma infecção pode diminuir ao longo dos meses, tornando a reinfecção mais provável.
Se necessário, estou disponível para teleconsulta para mais orientações e dúvidas.
Atenciosamente.
Olá! Sim, reinfecção por COVID-19 é possível e relativamente comum, especialmente passados muitos meses do quadro inicial. Mas, em geral, as reinfecções são mais leves do que a primeira infecção, principalmente em quem está com vacinação em dia.
Por que a reinfecção acontece:
• A imunidade adquirida (tanto por infecção natural quanto por vacina) decai com o tempo — em geral, entre 3 e 6 meses os anticorpos caem de forma significativa.
• O vírus SARS-CoV-2 sofre mutações (variantes Ômicron e subvariantes BA.5, JN.1, KP, etc.) que escapam parcialmente da imunidade prévia.
• Pessoas vacinadas e que já tiveram a doença formam a "imunidade híbrida", que é a mais robusta — mas mesmo assim podem se reinfectar.
Como reduzir o risco de reinfecção e proteger a família:
• Mantenha as DOSES DE REFORÇO em dia — a recomendação atual do PNI/Ministério da Saúde inclui reforços anuais para a população geral e a cada 6 meses para grupos prioritários (idosos, imunossuprimidos, gestantes).
• Em períodos de alta circulação (outono/inverno, surtos locais), considere usar máscara em ambientes fechados e com muita gente, especialmente se houver alguém de risco em casa.
• Higienize as mãos, ventile ambientes, evite contato próximo se alguém da casa estiver com sintomas gripais.
• Faça teste sempre que aparecer sintoma — RT-PCR ou antígeno (autoteste pode ser usado, mas tem mais falso negativo).
Quando suspeitar de reinfecção:
• Sintomas gripais novos (febre, dor de garganta, tosse, dor no corpo) com mais de 90 dias do episódio anterior — esse é o intervalo que o Ministério da Saúde considera para classificar como reinfecção, e não recidiva.
• Contato próximo com caso confirmado mais aparecimento de sintomas em 2-10 dias.
Procure pronto-socorro IMEDIATAMENTE se aparecer:
• Falta de ar, saturação <94%, dor no peito.
• Confusão mental, dificuldade para acordar.
• Lábios/extremidades arroxeados.
• Febre alta persistente além de 5 dias em adulto.
• Em crianças: dificuldade para respirar, recusa alimentar importante, sonolência excessiva.
Fontes: OMS — Coronavirus disease (COVID-19); CDC — Reinfection with COVID-19; Ministério da Saúde — Guia de Vigilância em Saúde, capítulo COVID-19; UpToDate "COVID-19: Epidemiology, virology, and prevention".
Posso revisar o status vacinal da família, orientar sobre reforços e prescrever cuidados em caso de novos sintomas — em teleconsulta avalio cada um, tiro dúvidas e indico exames quando necessário. Agende pelo meu perfil aqui na Doctoralia, atendo 24h em todo o Brasil. — Dr. Jonas Spezia, CRM-RS 52340.
Por que a reinfecção acontece:
• A imunidade adquirida (tanto por infecção natural quanto por vacina) decai com o tempo — em geral, entre 3 e 6 meses os anticorpos caem de forma significativa.
• O vírus SARS-CoV-2 sofre mutações (variantes Ômicron e subvariantes BA.5, JN.1, KP, etc.) que escapam parcialmente da imunidade prévia.
• Pessoas vacinadas e que já tiveram a doença formam a "imunidade híbrida", que é a mais robusta — mas mesmo assim podem se reinfectar.
Como reduzir o risco de reinfecção e proteger a família:
• Mantenha as DOSES DE REFORÇO em dia — a recomendação atual do PNI/Ministério da Saúde inclui reforços anuais para a população geral e a cada 6 meses para grupos prioritários (idosos, imunossuprimidos, gestantes).
• Em períodos de alta circulação (outono/inverno, surtos locais), considere usar máscara em ambientes fechados e com muita gente, especialmente se houver alguém de risco em casa.
• Higienize as mãos, ventile ambientes, evite contato próximo se alguém da casa estiver com sintomas gripais.
• Faça teste sempre que aparecer sintoma — RT-PCR ou antígeno (autoteste pode ser usado, mas tem mais falso negativo).
Quando suspeitar de reinfecção:
• Sintomas gripais novos (febre, dor de garganta, tosse, dor no corpo) com mais de 90 dias do episódio anterior — esse é o intervalo que o Ministério da Saúde considera para classificar como reinfecção, e não recidiva.
• Contato próximo com caso confirmado mais aparecimento de sintomas em 2-10 dias.
Procure pronto-socorro IMEDIATAMENTE se aparecer:
• Falta de ar, saturação <94%, dor no peito.
• Confusão mental, dificuldade para acordar.
• Lábios/extremidades arroxeados.
• Febre alta persistente além de 5 dias em adulto.
• Em crianças: dificuldade para respirar, recusa alimentar importante, sonolência excessiva.
Fontes: OMS — Coronavirus disease (COVID-19); CDC — Reinfection with COVID-19; Ministério da Saúde — Guia de Vigilância em Saúde, capítulo COVID-19; UpToDate "COVID-19: Epidemiology, virology, and prevention".
Posso revisar o status vacinal da família, orientar sobre reforços e prescrever cuidados em caso de novos sintomas — em teleconsulta avalio cada um, tiro dúvidas e indico exames quando necessário. Agende pelo meu perfil aqui na Doctoralia, atendo 24h em todo o Brasil. — Dr. Jonas Spezia, CRM-RS 52340.
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