Eu me tratava com anafranil até início de outubro, quando tive crise muito forte e fui ao PS psiquiá
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Eu me tratava com anafranil até início de outubro, quando tive crise muito forte e fui ao PS psiquiátrico. Desde então tomo escitalopram e risperidona, vou passar por avaliação pra possível TEA por causa do histórico que relatei. Já pedi ajuste de remédio pro psiquiatra, porque estou engordando, não tenho nenhuma libido, e perdendo força muscular, o que tá acabando com a minha saúde mental e piorando a depressão e ansiedade. Ele só desceu o esc pra 10mg e a risperidona em 2mg, e foi a mesma coisa que não ter feito nada. Não é possível que não existam outros remédios que me deixem ter relacionamento, qualidade de vida. Não consigo mais correr direito, ir pra academia era prazer e agora é um sacrifício, estou perdendo as forças. Quero ir para a próxima consulta com argumentos suficientes para não seguir com essa castração química que estou passando. Não é nem problema de ereção, é total falta de interesse e dói muito porque amo minha esposa, amava me exercitar. Se ele não trocar de medicação eu vou abandonar o tratamento, porque tá me fazendo muito mais mal do que bem. Não é caso de rever comportamento com psicólogo e me resignar com o que tenho no momento porque é uma fase. São 90 dias e não aguento mais ouvir que tenho que suportar.
Saudações. Você tem todo o direito de não se agradar da abordagem proposta pelo seu psiquiatra. Porém, não abandone o tratamento, porque isso pode lhe fazer muito mal (é bastante perigoso). Se não te agradas do teu psiquiatra, deixe claro para ele que vai buscar uma segunda opinião de outro psiquiatra, e solicite um relatório do antigo psiquiatra ou até mesmo o seu prontuário para levar no novo psiquiatra. Essa é a forma correta de fazer as coisas. Espero ter ajudado.
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Entendo a sua frustração, e é importante que você se sinta ouvido no processo de ajuste do tratamento. A combinação de escitalopram e risperidona pode, de fato, causar efeitos como ganho de peso, perda de libido e diminuição da energia, e o que você está vivenciando não é incomum para quem passa por esses efeitos adversos.
Para a próxima consulta, alguns pontos que você pode abordar com seu psiquiatra:
Explique o impacto na qualidade de vida: Detalhe como os efeitos colaterais estão afetando suas atividades cotidianas, como os exercícios, o relacionamento e a saúde mental, para que ele entenda o quanto isso está prejudicando sua vida.
Peça alternativas: Pergunte sobre a possibilidade de ajustar a medicação para minimizar esses efeitos. Existem outros antidepressivos ou estabilizadores de humor que podem ser menos agressivos, como certos ISRS, ou até a troca da risperidona por um antipsicótico mais suave.
Peça uma abordagem holística: Sugira a inclusão de acompanhamento com um psicólogo ou terapeuta para lidar com os desafios emocionais de forma complementar ao tratamento medicamentoso.
Considere a possibilidade de ajustes gradativos: Se o médico não puder trocar os medicamentos imediatamente, explore a possibilidade de ajustes mais graduais na dosagem ou a inclusão de suplementação para melhorar os efeitos colaterais (como para a libido ou energia).
A comunicação aberta com seu psiquiatra é crucial para encontrar o tratamento certo. Se você não se sentir confortável com a resposta dele, é válido buscar uma segunda opinião. Estou à disposição se precisar de mais ajuda na organização dos seus argumentos!
Para a próxima consulta, alguns pontos que você pode abordar com seu psiquiatra:
Explique o impacto na qualidade de vida: Detalhe como os efeitos colaterais estão afetando suas atividades cotidianas, como os exercícios, o relacionamento e a saúde mental, para que ele entenda o quanto isso está prejudicando sua vida.
Peça alternativas: Pergunte sobre a possibilidade de ajustar a medicação para minimizar esses efeitos. Existem outros antidepressivos ou estabilizadores de humor que podem ser menos agressivos, como certos ISRS, ou até a troca da risperidona por um antipsicótico mais suave.
Peça uma abordagem holística: Sugira a inclusão de acompanhamento com um psicólogo ou terapeuta para lidar com os desafios emocionais de forma complementar ao tratamento medicamentoso.
Considere a possibilidade de ajustes gradativos: Se o médico não puder trocar os medicamentos imediatamente, explore a possibilidade de ajustes mais graduais na dosagem ou a inclusão de suplementação para melhorar os efeitos colaterais (como para a libido ou energia).
A comunicação aberta com seu psiquiatra é crucial para encontrar o tratamento certo. Se você não se sentir confortável com a resposta dele, é válido buscar uma segunda opinião. Estou à disposição se precisar de mais ajuda na organização dos seus argumentos!
Olá! Não abandone seu tratamento. 3 meses realmente já seria tempo de encerrar os efeitos colaterais. Você não falou sobre o transtorno base que gerou a crise, somente a suspeita de TEA. TEA não tem medicação específica ideal. O tratamento é sintomático para TEA. Minha recomendação seria a busca de uma segunda opinião. Tem medicações melhores do que a risperidona e o escitalopram, porém mais caras.
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