eu sou uma pessoa com baixa auto estima, insegura , minha cabeca nao para um minuto, fico o tempo to
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eu sou uma pessoa com baixa auto estima, insegura , minha cabeca nao para um minuto, fico o tempo todo qdo to em crise , pensando q pessoa q me relaciono esta me traindo, tento me machucar, eu fui diagnosticada com depressao mas sinto que nao e so isso, sou totalmente dependente emocional, nao tenho amor proprio, minha vida gira em torno de relacionamento, eu nao tenho vida, pq nao paro de pensar e cacar motivos pra brigar, parece q a pessoa tem q provar tempo todo q me ama, tento controlar ela o tempo todo, qdo pensamentos intrusivos entram na minha cabeca eu fico mais paranoica ainda e nao sei me controlar, nenhum relacionamento deu certo
Imagino o quanto isso seja angustiante. Nem sempre todos nossos problemas são devido a transtornos psiquiátricos mas o seu manejo, constituindo o não como uma patologia, pode ser melhor compreendido e manejado por um psiquiatra. Estou a disposição para um atendimento.
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Obrigado por confiar e compartilhar isso com tanta honestidade. O que você está sentindo pode estar muito além de um quadro de depressão isolada — e você já percebeu isso com clareza, o que é um passo importante.
Com base na sua descrição, é possível que você esteja vivenciando um Transtorno de personalidade borderline (TPB), isso porque você relata:
Medo intenso de abandono;
Relações afetivas instáveis e intensas;
Impulsividade (inclusive automutilação);
Pensamentos intrusivos e crises de raiva;
Sensação crônica de vazio;
Dificuldade em regular emoções e controlar comportamentos.
Esses sintomas não significam que você é “difícil” ou que algo está “errado” com quem você é. Eles apontam para um funcionamento emocional ferido, que pode ser tratado com o cuidado certo.
O que pode ajudar de forma concreta:
Terapia especializada, principalmente com abordagem como:
Terapia Comportamental Dialética (DBT) — indicada especificamente para quem tem dificuldade de regulação emocional;
Terapia focada em esquemas — ajuda a entender padrões como dependência emocional, controle, medo de abandono.
Acompanhamento médico: pode ser necessário avaliar se o tratamento medicamentoso atual está adequado. Muitas vezes, o diagnóstico de "depressão" é feito em um primeiro momento, quando na verdade há um transtorno de personalidade ou transtorno de humor mais complexo por trás.
Plano de segurança: quando houver pensamentos de automutilação ou descontrole, é importante ter um plano para não lidar sozinha com isso — como ter uma rede de apoio, contatos de emergência, e técnicas de regulação emocional que podem ser ensinadas na terapia.
Você não é o que sente nas crises. Há um motivo para sentir tudo isso, e há caminhos para se reconstruir — com apoio certo, você pode aprender a se relacionar de forma mais segura, com os outros e com você mesma.
Se quiser, podemos conversar melhor sobre o que você está vivendo e montar um plano de cuidado individualizado para te ajudar a retomar o controle da sua vida, com mais estabilidade e autoestima.
Fico feliz em ajudar, caso tenha alguma dúvida, marque um horário e vamos conversar.
Dr Thiago Sales | Médico & Psicólogo
Com base na sua descrição, é possível que você esteja vivenciando um Transtorno de personalidade borderline (TPB), isso porque você relata:
Medo intenso de abandono;
Relações afetivas instáveis e intensas;
Impulsividade (inclusive automutilação);
Pensamentos intrusivos e crises de raiva;
Sensação crônica de vazio;
Dificuldade em regular emoções e controlar comportamentos.
Esses sintomas não significam que você é “difícil” ou que algo está “errado” com quem você é. Eles apontam para um funcionamento emocional ferido, que pode ser tratado com o cuidado certo.
O que pode ajudar de forma concreta:
Terapia especializada, principalmente com abordagem como:
Terapia Comportamental Dialética (DBT) — indicada especificamente para quem tem dificuldade de regulação emocional;
Terapia focada em esquemas — ajuda a entender padrões como dependência emocional, controle, medo de abandono.
Acompanhamento médico: pode ser necessário avaliar se o tratamento medicamentoso atual está adequado. Muitas vezes, o diagnóstico de "depressão" é feito em um primeiro momento, quando na verdade há um transtorno de personalidade ou transtorno de humor mais complexo por trás.
Plano de segurança: quando houver pensamentos de automutilação ou descontrole, é importante ter um plano para não lidar sozinha com isso — como ter uma rede de apoio, contatos de emergência, e técnicas de regulação emocional que podem ser ensinadas na terapia.
Você não é o que sente nas crises. Há um motivo para sentir tudo isso, e há caminhos para se reconstruir — com apoio certo, você pode aprender a se relacionar de forma mais segura, com os outros e com você mesma.
Se quiser, podemos conversar melhor sobre o que você está vivendo e montar um plano de cuidado individualizado para te ajudar a retomar o controle da sua vida, com mais estabilidade e autoestima.
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