eu troquei o paroxetina por venlafaxina que foi um medico clinico geral que trocou e disse que seria
3
respostas
eu troquei o paroxetina por venlafaxina que foi um medico clinico geral que trocou e disse que seria melhor só que parei o paroxetina e no outro dia ja comecei com venlafaxina devo saber de algo perigoso ?
Olá,
A troca desses antidepressivos é prática comum na psiquiatria.
É muito complicado responder sua pergunta porque não sei nada sobre sua história, seus sintomas ou sobre sua dose de medicamentos. Recomendo realizar uma consulta médica para tirar todas suas dúvidas.
Grata,
Débora C. C. N. Ribeiro
A troca desses antidepressivos é prática comum na psiquiatria.
É muito complicado responder sua pergunta porque não sei nada sobre sua história, seus sintomas ou sobre sua dose de medicamentos. Recomendo realizar uma consulta médica para tirar todas suas dúvidas.
Grata,
Débora C. C. N. Ribeiro
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Olá! Entendo sua preocupação em relação à troca da paroxetina pela venlafaxina, especialmente porque a transição foi feita de um dia para o outro. É ótimo que você esteja buscando informações sobre isso, demonstra cuidado com a sua saúde.
O que mencionei está bem alinhado com o que observamos na prática clínica. A paroxetina, como expliquei, pode sim causar sintomas de descontinuação mesmo em um curto período. Esses sintomas, como tontura, zumbido, ansiedade, aquelas sensações de "choque", náusea e irritabilidade, são bastante comuns quando a medicação é interrompida abruptamente.
Além disso, como ambos os medicamentos atuam na serotonina, existe, embora seja raro, um risco aumentado de uma condição chamada síndrome serotoninérgica, principalmente nos primeiros dias após a troca. Os sinais aos quais você deve prestar atenção incluem agitação, sudorese, tremores, confusão mental, diarreia e até febre.
O ideal, como também foi dito, é que essa transição entre antidepressivos seja feita de forma mais gradual e, preferencialmente, com o acompanhamento de um psiquiatra. Existem algumas formas de fazer essa troca de maneira mais suave, como reduzir a dose da paroxetina aos poucos enquanto se inicia a venlafaxina em uma dose baixa – o que chamamos de "cross-taper". O tempo ideal para essa transição varia bastante de pessoa para pessoa, dependendo da dose que você estava tomando de paroxetina, do tempo que você a utilizou e da sua sensibilidade individual.
Agora, o mais importante é você observar atentamente como você está se sentindo nos próximos dias, tanto física quanto emocionalmente. A venlafaxina também pode ter seus próprios efeitos colaterais iniciais, como um possível aumento da pressão arterial, insônia ou agitação, e até náuseas. Como você já iniciou a venlafaxina, o que eu sugiro fortemente é que você procure um psiquiatra o mais breve possível. Ele poderá avaliar a sua situação de forma individualizada, ajustar a dose da venlafaxina se necessário e te orientar sobre como lidar com qualquer sintoma de descontinuação da paroxetina ou efeito colateral da nova medicação. O acompanhamento especializado é fundamental para garantir que essa transição seja feita da maneira mais segura e confortável para você.
Espero ter ajudado.
O que mencionei está bem alinhado com o que observamos na prática clínica. A paroxetina, como expliquei, pode sim causar sintomas de descontinuação mesmo em um curto período. Esses sintomas, como tontura, zumbido, ansiedade, aquelas sensações de "choque", náusea e irritabilidade, são bastante comuns quando a medicação é interrompida abruptamente.
Além disso, como ambos os medicamentos atuam na serotonina, existe, embora seja raro, um risco aumentado de uma condição chamada síndrome serotoninérgica, principalmente nos primeiros dias após a troca. Os sinais aos quais você deve prestar atenção incluem agitação, sudorese, tremores, confusão mental, diarreia e até febre.
O ideal, como também foi dito, é que essa transição entre antidepressivos seja feita de forma mais gradual e, preferencialmente, com o acompanhamento de um psiquiatra. Existem algumas formas de fazer essa troca de maneira mais suave, como reduzir a dose da paroxetina aos poucos enquanto se inicia a venlafaxina em uma dose baixa – o que chamamos de "cross-taper". O tempo ideal para essa transição varia bastante de pessoa para pessoa, dependendo da dose que você estava tomando de paroxetina, do tempo que você a utilizou e da sua sensibilidade individual.
Agora, o mais importante é você observar atentamente como você está se sentindo nos próximos dias, tanto física quanto emocionalmente. A venlafaxina também pode ter seus próprios efeitos colaterais iniciais, como um possível aumento da pressão arterial, insônia ou agitação, e até náuseas. Como você já iniciou a venlafaxina, o que eu sugiro fortemente é que você procure um psiquiatra o mais breve possível. Ele poderá avaliar a sua situação de forma individualizada, ajustar a dose da venlafaxina se necessário e te orientar sobre como lidar com qualquer sintoma de descontinuação da paroxetina ou efeito colateral da nova medicação. O acompanhamento especializado é fundamental para garantir que essa transição seja feita da maneira mais segura e confortável para você.
Espero ter ajudado.
O maior risco que é importante estar ciente é o risco de síndrome serotoninérgica, alterações no estado mental, hipertermia, instabilidade autonômica e excitação neuromuscular. Se sentir esses sintomas procure uma emergência. Dito isso a melhor troca é a gradual. Reduzir a dose da paroxetima gradualmente enquanto aumenta gradualmente a dose de venlafaxina.
Perguntas relacionadas
- Bom dia tou tomando venlafaxina 75 3 meses tou sentindo boca formigando rosto quentura no olho na cabeça dor no braço costa tou tomando p ansiedade
- Estou no meu primeiro dia do desmame de venlift e me sinto como estivesse fora do corpo, já tentei fazer o desmame uma vez e sempre esse efeito colateral não me me permite conseguir, pois é muito ruim. E não consigo fazer nenhuma tarefa
- Minha psiquiatra prescreveu (Aymee) Vilazodona,tomo pela manhã,comecei a tomar ontem. E não consegui dormir,mesmo tomando Rivotril a noite. A pergunta é,o remédio afeta o sono a noite? E isso é persistente,ou passa ao longo do tempo?
- Eu tomo venlaxin e asocian estou engordando e tendo muita sono. Quero desmamar dos remédios Como faço?
- Meu filho é estudante de medicina do 3 período, e há uns dois meses teve crises fortes de ansiedade, foi medicado pela psiquiatra, está tomando venlafaxina 150mg, começou com a melhor dose, não sente mais ansiedade, mas tá reclamando muito da memória diz que não consegue memorizar o que estuda, fez prova…
- Estou tomando venlafaxina 75mg a 8 semanas, porém ainda sinto muito tremores, taquicardia, enjoo, e minhas dores de cabeça aumentaram É normal essa demora na adaptação? Foi indicado para tratar enxaqueca crônica faço uso de topiramato 50mg também
- A venlafaxina pode melhorar a concentração e o foco, ou pode atrapalhar?
- Estou tomando venlafaxina 75 mg para transtorno misto ansioso depressivo durante 26 dias , fiz uma pausa de 6 dias , e voltei a tomar , é normal voltar a sentir os sintomas novamente ? Mesmo que eu tenha parado durante 6 dias e hoje fazem 36 dias que estou tomando a venlafaxina novamente. Existe…
- Comecei a tomar venlafaxina 75mg a dois dias, sinto como se tivesse descendo algo quente da canela até o pé, será que tem relação com o remédio?
- Boa tarde, tomei velafaxina 37.5mg durante um mês, passado esse tempo estou a tomar velafaxina 75mg, vai fazer um mês esta semana, acontece que não me sinto melhor, acho que piorou com aumento de dose, sinto dores de cabeça, confusão mental, insónias. É normal?Muito obrigado
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 1290 perguntas sobre Venlafaxina
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.