Fiz o caf no útero estava no 3 falta 5 dias pra um mês , estou bem , nesse caso a lesão pode voltar

Fiz o caf no útero estava no 3 falta 5 dias pra um mês , estou bem , nesse caso a lesão pode voltar depois ?

4 respostas


Isso depende de fatores como o resultado do seu anatomopatológico, da sua imunidade e da vacinação contra o HPV. De qualquer forma você deve manter controle com seu ginecologista

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Sim. A conização por CAF é um tratamento eficaz para lesões precursoras do câncer do colo do útero, mas não elimina completamente o risco de recorrência. A persistência do HPV, margens comprometidas e outros fatores podem aumentar esse risco. Por isso, o acompanhamento após o procedimento é fundamental e deve seguir o protocolo recomendado pelo ginecologista, mesmo quando você está sem sintomas. O controle geralmente envolve teste para HPV, citologia e/ou colposcopia conforme o resultado anatomopatológico e o protocolo de seguimento.


Sim, uma lesão de alto grau tratada por CAF pode recorrer, mas isso não significa que necessariamente acontecerá. O procedimento remove a área alterada, porém o acompanhamento posterior é fundamental porque a persistência do HPV de alto risco influencia o risco de novas alterações. O resultado anatomopatológico da peça retirada também é muito importante, especialmente para confirmar o grau da lesão e avaliar as margens cirúrgicas. Como ainda não completou um mês, agora a prioridade é a cicatrização e o retorno com sua ginecologista para revisar o resultado. Posteriormente será necessário acompanhamento com testes de HPV e/ou citologia conforme o protocolo indicado para seu caso. Esse seguimento é essencial justamente porque permite identificar precocemente qualquer persistência ou recorrência antes que evolua.


Sim. A cirurgia de alta frequência (CAF), frequentemente utilizada no tratamento de lesões intraepiteliais cervicais de alto grau, como NIC 3, apresenta elevada eficácia, mas não elimina completamente o risco de persistência ou recorrência das alterações. Esse risco depende principalmente da presença de HPV de alto risco após o tratamento, das características anatomopatológicas e do comprometimento das margens cirúrgicas. O resultado da análise do tecido retirado é fundamental para definir o acompanhamento. Mesmo quando a lesão foi removida integralmente, é necessário manter vigilância com testes de HPV e/ou citologia conforme os protocolos aplicáveis. A vacinação contra HPV também pode ser discutida, dependendo do histórico vacinal e da indicação individual. Uma avaliação ginecológica especializada permite interpretar o laudo, estimar o risco de recorrência e estabelecer um calendário de acompanhamento para preservar a saúde do colo uterino.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.