Fui diagnosticada pelo neuropsicólogo, com ansiedade, depressão, síndrome do pensamento acelerado, t
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Fui diagnosticada pelo neuropsicólogo, com ansiedade, depressão, síndrome do pensamento acelerado, transtorno compulsivo obsessivo, síndrome de bornout, alexitimia.
Não sinto emoções como amor, empatia, desejo de abraçar ou beijar familiares, me sinto fria ou fingida
Faço terapia tomo medicação, antes tinha pânico, medo agora nem isso consigo sentir, sinto incômodos ao ver as pessoas transmitindo suas emoções fazendo amizade se abraçando
Já fui uma pessoa sensível emotiva, hoje não me reconhecer reconheço, as vezes acho que vou virar narcisista, será que algum dia voltarei a sentir empatia e amor pelas pessoas me conectar com minhas emoções?
Não sinto emoções como amor, empatia, desejo de abraçar ou beijar familiares, me sinto fria ou fingida
Faço terapia tomo medicação, antes tinha pânico, medo agora nem isso consigo sentir, sinto incômodos ao ver as pessoas transmitindo suas emoções fazendo amizade se abraçando
Já fui uma pessoa sensível emotiva, hoje não me reconhecer reconheço, as vezes acho que vou virar narcisista, será que algum dia voltarei a sentir empatia e amor pelas pessoas me conectar com minhas emoções?
Entendo profundamente o que você está sentindo ja que perder a conexão com suas emoções é muito doloroso.
De forma objetiva: perder a capacidade de sentir empatia, amor ou prazer não significa que seja irreversível. Muitas vezes, isso está relacionado a depressão persistente, ansiedade crônica, esgotamento emocional ou efeitos de medicamentos, e pode melhorar com ajuste de tratamento, terapia focada em emoções e estratégias de reconexão afetiva.
O ideal é agendarmos uma consulta psiquiátrica, para revisar medicações, acompanhar sintomas e traçar um plano individualizado que ajude você a recuperar sensibilidade emocional, prazer e conexão com os outros.
De forma objetiva: perder a capacidade de sentir empatia, amor ou prazer não significa que seja irreversível. Muitas vezes, isso está relacionado a depressão persistente, ansiedade crônica, esgotamento emocional ou efeitos de medicamentos, e pode melhorar com ajuste de tratamento, terapia focada em emoções e estratégias de reconexão afetiva.
O ideal é agendarmos uma consulta psiquiátrica, para revisar medicações, acompanhar sintomas e traçar um plano individualizado que ajude você a recuperar sensibilidade emocional, prazer e conexão com os outros.
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O que você descreve é angustiante, mas é importante dizer com clareza: isso não significa que você perdeu a capacidade de amar, sentir empatia ou se conectar emocionalmente de forma definitiva. O que você está vivendo é algo que vemos com frequência em quadros de ansiedade crônica, depressão, burnout e sobrecarga psíquica prolongada, especialmente quando há pensamento acelerado e sintomas obsessivos associados.
Do ponto de vista clínico, essa sensação de “frieza”, vazio emocional, estranhamento de si mesma e incômodo diante da expressão emocional dos outros costuma estar ligada a fenômenos como embotamento emocional, despersonalização e alexitimia secundária. Isso não é traço de personalidade fixa nem sinal de narcisismo. Pelo contrário: o fato de você se preocupar com não sentir empatia já indica que seus valores emocionais continuam presentes. O narcisismo verdadeiro não gera esse sofrimento nem esse questionamento.
Quando o sistema nervoso passa muito tempo em estado de alerta, exaustão ou defesa, ele pode “desligar” emoções como forma de proteção. É como se o organismo dissesse: sentir demais virou perigoso. Nesse estado, emoções positivas também ficam amortecidas. Isso não apaga quem você foi — apenas encobre temporariamente o acesso às emoções.
A boa notícia é que esse quadro é reversível. Com tratamento contínuo, ajustes finos da medicação, psicoterapia adequada (especialmente abordagens que trabalham regulação emocional e reconexão com o corpo) e tempo, muitas pessoas voltam a sentir afeto, empatia e vínculo de forma progressiva. O retorno costuma ser gradual, não abrupto, e às vezes começa com pequenas percepções emocionais antes de sentimentos intensos.
Você não está fingindo, não está “virando outra pessoa” e não está quebrada. Você está em sofrimento psíquico, e isso altera temporariamente a forma como as emoções são percebidas. Continue o acompanhamento com seus profissionais e leve exatamente essas queixas para eles — isso é parte central do tratamento, não um detalhe.
Fico à disposição para conversar mais com você por aqui, esclarecer dúvidas e te ajudar a entender esse processo com mais segurança. O fato de você buscar respostas já mostra que existe, sim, um desejo de reconexão — e isso é um sinal importante de esperança.
Do ponto de vista clínico, essa sensação de “frieza”, vazio emocional, estranhamento de si mesma e incômodo diante da expressão emocional dos outros costuma estar ligada a fenômenos como embotamento emocional, despersonalização e alexitimia secundária. Isso não é traço de personalidade fixa nem sinal de narcisismo. Pelo contrário: o fato de você se preocupar com não sentir empatia já indica que seus valores emocionais continuam presentes. O narcisismo verdadeiro não gera esse sofrimento nem esse questionamento.
Quando o sistema nervoso passa muito tempo em estado de alerta, exaustão ou defesa, ele pode “desligar” emoções como forma de proteção. É como se o organismo dissesse: sentir demais virou perigoso. Nesse estado, emoções positivas também ficam amortecidas. Isso não apaga quem você foi — apenas encobre temporariamente o acesso às emoções.
A boa notícia é que esse quadro é reversível. Com tratamento contínuo, ajustes finos da medicação, psicoterapia adequada (especialmente abordagens que trabalham regulação emocional e reconexão com o corpo) e tempo, muitas pessoas voltam a sentir afeto, empatia e vínculo de forma progressiva. O retorno costuma ser gradual, não abrupto, e às vezes começa com pequenas percepções emocionais antes de sentimentos intensos.
Você não está fingindo, não está “virando outra pessoa” e não está quebrada. Você está em sofrimento psíquico, e isso altera temporariamente a forma como as emoções são percebidas. Continue o acompanhamento com seus profissionais e leve exatamente essas queixas para eles — isso é parte central do tratamento, não um detalhe.
Fico à disposição para conversar mais com você por aqui, esclarecer dúvidas e te ajudar a entender esse processo com mais segurança. O fato de você buscar respostas já mostra que existe, sim, um desejo de reconexão — e isso é um sinal importante de esperança.
Só em você se preocupar com essas questões já demonstra que tem sentimentos. As vezes, quando não estamos bem ou o tratamento não atingiu o efeito ideal ainda podemos ter essa sensação de "achatamento" das emoções. Converse com os profissionais que te acompanham, explique como se sente para que possam ajustar doses medicamentosas, ou mudar de psicofármaco e principalmente trabalhar essa sensação em psicoterapia.
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