Fui diagnosticado com Tendinopatia e ruptura insercional parcial de baixo grau no tendão supraespinal,

Fui diagnosticado com Tendinopatia e ruptura insercional parcial de baixo grau no tendão supraespinal, e tenho 45 anos, preciso fazer cirurgia nesse caso ou posso seguir com medicamentos e fisioterapia. Tenho a profissão de pintor.

4 respostas


Lesões como a do senhor geralmente são tratadas de maneira não cirúrgica inicialmente. Medicamentos e fisioterapia são os métodos de escolha. Cirurgia acaba sendo indicada para os casos que ocorre falha do tratamento, sendo considerado falha após 3 a 6 meses de fisioterapia bem feita.

Dr. César Luiz Betoni Guglielmetti

Dr. César Luiz Betoni Guglielmetti

Ortopedista - Traumatologista

São Paulo

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Sugiro tratamento conservador inicialmente, caso ocorra falha , prosseguir para cirurgia.

Dr. Carlos Alexandre de Oliveira

Dr. Carlos Alexandre de Oliveira

Ortopedista - Traumatologista

Rio de Janeiro

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O Sr, por ser pintor, está mais suscetível a esta doença. Devemos esclarecer que esta patologia está sim relacionada ao tipo de trabalho, porém outros fatores como idade, genética, tabagismo entre outros também contribuem para a ruptura do tendão, portanto é multifatorial. Casos de ruptura parcial do tendão supraespinhal se for baixo, normalmente < 50% sempre tentamos tratamento conservador, ou seja, não cirúrgico inicialmente. Este tratamento consiste em fisioterapia para fortalecimento do seu tendão que esta fraco e medicação para dor. Caso não melhore após um período de até 6 meses de fisioterapia e analgesia, podemos pensar em um tratamento como seu reparo pela cirurgia. Na dúvida, sempre procure seu ortopedista, ele poderá te orientar e avaliar melhor.


Olá, As lesões do manguito rotador podem ter diversos perfis (tamanho, posição e tempo). Devemos avaliar o tipo de lesão e o perfil do paciente (idade, demanda e expectativa) para poder orientar corretamente o tratamento. Algumas lesões, mesmo que com indicação de tratamento cirúrgico, podem ser tratadas com fisioterapia e seguimento anual em certos pacientes, desde que os riscos e benefícios sejam bem orientados e compreendidos, enquanto pequenas lesões, sem indicação cirúrgica típica, podem acabar necessitando de cirurgia em pacientes mais ativos e com maior demanda.

Dr. Felipe de Barros Falcão de Lacerda

Dr. Felipe de Barros Falcão de Lacerda

Ortopedista - Traumatologista

Rio de Janeiro

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