Há 2 anos possui diagnostico de ansiedade por estresse pós traumatico, porem nesse tempo utilizei am
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Há 2 anos possui diagnostico de ansiedade por estresse pós traumatico, porem nesse tempo utilizei amitriptilina, risperidona e atualmente haldol, porem desde que fui introduziada a usar os medicamentos até hoje tenho efeitos colaterais, como ganho súbito de peso, erupçoes corretaneas, aumento da mama e produção involuntaria de leite, diminuição do libido, dificuldade na memoria, inquietação, posso substituir a medicação por fitoterapia para diminuir os efeitos colaterais ? motivo das trocas é pelo relato dos efeitos colaterais que estavam e estão acontecendo.
Olá, aqui é a Dra. Naarai. Entendi a sua preocupação, e ela é muito válida. Os medicamentos que você mencionou ( amitriptilina, risperidona e haloperidol ) podem realmente trazer os efeitos colaterais que você relatou: ganho de peso, alterações hormonais (como aumento das mamas e produção de leite), queda da libido, sonolência ou inquietação. Isso acontece porque eles agem em diferentes receptores do cérebro e também em outros sistemas do corpo.
É possível, sim, considerar estratégias mais naturais, mas é importante ter clareza: na maior parte dos casos, a fitoterapia sozinha não substitui totalmente os antipsicóticos ou antidepressivos quando existe um diagnóstico de estresse pós-traumático associado a sintomas intensos. No entanto, em alguns contextos ,especialmente se os sintomas estiverem mais estáveis, pode ser viável reduzir gradualmente as doses dos medicamentos sob supervisão médica, e associar recursos fitoterápicos e suplementos para apoiar o equilíbrio emocional.
Entre as opções que podem ajudar estão:
– Passiflora e valeriana: fitoterápicos com ação calmante e indutora de sono;
– Rhodiola rosea e ashwagandha: adaptógenos que auxiliam na regulação do estresse;
– Magnésio glicina/treonato e L-teanina: suplementos com boa evidência para ansiedade e melhora da qualidade do sono;
– Ômega-3: pode contribuir para estabilizar humor e reduzir sintomas depressivos.
Além disso, práticas não medicamentosas são fundamentais: psicoterapia (especialmente terapias focadas no trauma, como EMDR), exercícios físicos, técnicas de respiração, meditação, boa rotina de sono e alimentação equilibrada.
O que recomendo é conversar com seu médico sobre os efeitos colaterais, para avaliar juntos se há possibilidade de ajustar doses, trocar para medicações com perfil mais leve ou mesmo iniciar uma estratégia de desmame lento. A fitoterapia pode entrar como apoio, mas sempre de forma integrada, para que você não fique desprotegida dos sintomas do transtorno.
Espero ter ajudado, a equipe da Dra. Naarai fica à disposição para o que precisar.
É possível, sim, considerar estratégias mais naturais, mas é importante ter clareza: na maior parte dos casos, a fitoterapia sozinha não substitui totalmente os antipsicóticos ou antidepressivos quando existe um diagnóstico de estresse pós-traumático associado a sintomas intensos. No entanto, em alguns contextos ,especialmente se os sintomas estiverem mais estáveis, pode ser viável reduzir gradualmente as doses dos medicamentos sob supervisão médica, e associar recursos fitoterápicos e suplementos para apoiar o equilíbrio emocional.
Entre as opções que podem ajudar estão:
– Passiflora e valeriana: fitoterápicos com ação calmante e indutora de sono;
– Rhodiola rosea e ashwagandha: adaptógenos que auxiliam na regulação do estresse;
– Magnésio glicina/treonato e L-teanina: suplementos com boa evidência para ansiedade e melhora da qualidade do sono;
– Ômega-3: pode contribuir para estabilizar humor e reduzir sintomas depressivos.
Além disso, práticas não medicamentosas são fundamentais: psicoterapia (especialmente terapias focadas no trauma, como EMDR), exercícios físicos, técnicas de respiração, meditação, boa rotina de sono e alimentação equilibrada.
O que recomendo é conversar com seu médico sobre os efeitos colaterais, para avaliar juntos se há possibilidade de ajustar doses, trocar para medicações com perfil mais leve ou mesmo iniciar uma estratégia de desmame lento. A fitoterapia pode entrar como apoio, mas sempre de forma integrada, para que você não fique desprotegida dos sintomas do transtorno.
Espero ter ajudado, a equipe da Dra. Naarai fica à disposição para o que precisar.
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Saudações! Qualquer troca ou ajuste medicamentoso tem que ser prescrito e orientado pelo médico que lhe acompanha. Espero ter contribuído.
A troca de medicamentes deve ser sempre feita em acompanhamento com seu médico. Há algumas pessoas que apresentam mais efeitos colaterais e encontrar uma medicação que seja efetiva e sem tantos efeitos indesejados pode demorar um pouco mais.
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