Há mais de um ano, meu psiquiatra receitou para mim a fluoxetina, a ser tomada toda manhã. Gosto dem
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Há mais de um ano, meu psiquiatra receitou para mim a fluoxetina, a ser tomada toda manhã. Gosto demais desse medicamento, a fluoxetina é muito benéfica para mim, não quero abrir mão dela. No entanto, no meu caso ela afeta demais a libido, reduzindo a quase zero. Existe algum medicamento psiquiátrico que possa ser associado à fluoxetina com o intuito de neutralizar esse efeito colateral? Mas que não reduza os ótimos efeitos terapêuticos que a fluoxetina me proporciona.
Há casos em que o acréscimo de bupropiona neutraliza esse efeito colateral causado pelos ISRS, como a fluoxetina. Mas é necessário uma avaliação com seu psiquiatra para verificar se você tem o perfil de sintomas de quem se beneficiaria desta medicação. Outra alternativa é diminuir a dose da fluoxetina para encontrar o melhor “custo-beneficio”.
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Olá, boa noite.
Sim, existe sim a possibilidade de associar medicamentos à fluoxetina para reduzir o impacto na libido. A opção mais usada é a bupropiona, que pode ser associada com segurança (geralmente 150 mg pela manhã) e costuma melhorar a libido sem interferir nos benefícios da fluoxetina. Mas além dos remédios, também existem suplementos que podem ajudar, como maca peruana, ginseng ou tribulus terrestris, que algumas pessoas usam para estimular a libido de forma mais natural. Esses suplementos não substituem a medicação, mas podem ser aliados, desde que com orientação médica ou nutricional, para garantir que sejam seguros e eficazes no seu caso. O ideal é conversar com seu psiquiatra sobre essas possibilidades.
Um abraço!
Sim, existe sim a possibilidade de associar medicamentos à fluoxetina para reduzir o impacto na libido. A opção mais usada é a bupropiona, que pode ser associada com segurança (geralmente 150 mg pela manhã) e costuma melhorar a libido sem interferir nos benefícios da fluoxetina. Mas além dos remédios, também existem suplementos que podem ajudar, como maca peruana, ginseng ou tribulus terrestris, que algumas pessoas usam para estimular a libido de forma mais natural. Esses suplementos não substituem a medicação, mas podem ser aliados, desde que com orientação médica ou nutricional, para garantir que sejam seguros e eficazes no seu caso. O ideal é conversar com seu psiquiatra sobre essas possibilidades.
Um abraço!
Sim, essa é uma queixa bastante comum. A fluoxetina, como outros antidepressivos da classe dos inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), pode afetar significativamente a libido, reduzindo o desejo sexual, a excitação e até a capacidade de atingir o orgasmo. A boa notícia é que existem estratégias eficazes para tentar neutralizar esse efeito colateral, sem comprometer os benefícios terapêuticos da fluoxetina.
A principal opção usada nesses casos é a associação com bupropiona, um antidepressivo que atua em noradrenalina e dopamina, e que geralmente não reduz a libido. Pelo contrário, em muitos casos, a bupropiona melhora o desejo sexual e ajuda a equilibrar os efeitos negativos da fluoxetina nesse aspecto. Essa combinação é segura e bastante conhecida na prática psiquiátrica, desde que seja feita com acompanhamento médico.
Outra possibilidade, caso a bupropiona não seja indicada para você, é ajustar a dose da fluoxetina (se estiver acima do necessário) ou considerar o uso pontual de medicamentos com perfil diferente, como a mirtazapina ou outros que atuem em vias dopaminérgicas, dependendo do seu caso.
O mais importante é conversar abertamente com seu psiquiatra sobre isso, porque a função sexual também faz parte da sua qualidade de vida. Não é necessário escolher entre estabilidade emocional e vida sexual satisfatória — com ajustes adequados, é possível alcançar as duas coisas.
A principal opção usada nesses casos é a associação com bupropiona, um antidepressivo que atua em noradrenalina e dopamina, e que geralmente não reduz a libido. Pelo contrário, em muitos casos, a bupropiona melhora o desejo sexual e ajuda a equilibrar os efeitos negativos da fluoxetina nesse aspecto. Essa combinação é segura e bastante conhecida na prática psiquiátrica, desde que seja feita com acompanhamento médico.
Outra possibilidade, caso a bupropiona não seja indicada para você, é ajustar a dose da fluoxetina (se estiver acima do necessário) ou considerar o uso pontual de medicamentos com perfil diferente, como a mirtazapina ou outros que atuem em vias dopaminérgicas, dependendo do seu caso.
O mais importante é conversar abertamente com seu psiquiatra sobre isso, porque a função sexual também faz parte da sua qualidade de vida. Não é necessário escolher entre estabilidade emocional e vida sexual satisfatória — com ajustes adequados, é possível alcançar as duas coisas.
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