HPV 59 há 6 anos, aonde colposcopia deu NIC I, depois regrediu para ASCUS e depois sem lesão, mas os
HPV 59 há 6 anos, aonde colposcopia deu NIC I, depois regrediu para ASCUS e depois sem lesão, mas os testes de genotipagem detectam ele em todos os exames. A indicação é conização ou fazer acompanhamento não é indicado? 45 anos e vacina com nonavalente.
5 respostas
A indicação é realizar acompanhamento com Genotipagem de HPV e Colposcopia seriadas. A conização é indicada para pacientes que têm lesão de Alto Grau (NIC 2 OU 3, por exemplo). Não se faz conização em paciente que não tenha lesão atual, pelo risco de sobretratar essa paciente e gerar mais mal do que bem, sem eliminar a infecção.
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Olá! Entendo perfeitamente a sua preocupação. Ter o vírus do HPV detectado por tanto tempo assusta, mas você pode respirar aliviada: no seu caso atual, a conização não é indicada. Seus exames estão ótimos: Você teve uma evolução excelente! Sua colposcopia começou com um NIC 1 (que é uma alteração leve), passou para ASCUS e agora está totalmente sem lesões. O vírus sozinho não é motivo para cirurgia: A conização serve para retirar lesões causadas pelo vírus, e não o vírus em si. Como você não tem nenhuma lesão ativa na região, não há necessidade de operar. Além disso, o HPV 59 não faz parte do grupo de mais alto risco (como o 16 e o 18). A vacina é sua grande aliada: Você fez muito bem em tomar a vacina nonavalente. Ela é excelente para reforçar sua imunidade e te proteger contra outros subtipos do vírus. O caminho mais seguro e recomendado é apenas o acompanhamento de rotina. Continue fazendo seus exames periódicos (preventivo e teste de HPV) conforme a orientação do seu ginecologista para garantir que tudo continue sob controle. Fique muito tranquila, você está no caminho certo e super bem cuidada! Se cuida.
A persistência do HPV 59 por vários anos não significa, isoladamente, indicação de conização. O HPV 59 é um tipo de alto risco, porém a conduta depende principalmente do resultado citológico, da colposcopia, da presença e grau de lesão histológica e da evolução ao longo do acompanhamento. Uma NIC I que regrediu e posteriormente exames sem lesão geralmente favorecem acompanhamento, desde que o seguimento esteja adequado. Aos 45 anos, é especialmente importante manter vigilância regular. A vacinação nonavalente pode oferecer proteção contra outros tipos de HPV, mas não elimina uma infecção já estabelecida. A decisão sobre conização deve ser individualizada pelo ginecologista.
A persistência do HPV 59, um tipo de alto risco, merece acompanhamento cuidadoso, mas a presença persistente do vírus, isoladamente, não é indicação automática de conização. A decisão depende principalmente dos resultados atuais da citologia, colposcopia e, quando realizada, biópsia. Uma história de NIC 1 que posteriormente regrediu para ASC-US e depois não apresentou lesão pode permitir acompanhamento conforme a avaliação de risco individual. Aos 45 anos e com persistência viral, é importante manter seguimento rigoroso com ginecologista/colposcopista. A vacinação nonavalente pode proteger contra novas infecções pelos tipos cobertos, mas não é tratamento para uma infecção já existente.
A persistência do HPV 59 merece seguimento, mas a presença do vírus por vários anos, isoladamente, não é indicação automática de conização. O HPV 59 é classificado como tipo oncogênico, porém a conduta depende principalmente da citologia atual, colposcopia, histologia prévia e evolução das lesões. Uma NIC I frequentemente pode regredir e, quando exames posteriores não demonstram lesão de alto grau, o acompanhamento costuma ser preferível a um procedimento excisional desnecessário. A conização é mais frequentemente considerada diante de lesões de alto grau, discordâncias relevantes entre exames ou situações específicas em que não se consegue excluir doença significativa. Aos 45 anos, a visualização da junção escamocolunar também influencia a investigação. A vacina nonavalente não trata a infecção já existente, mas pode oferecer proteção contra outros tipos incluídos na vacina. O seguimento deve ser baseado no risco acumulado dos seus exames.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.


