Iniciei a terapia de reposição hormonal a 2 meses. Hipogonadismo. Testosterona total em 120. 45 anos
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Iniciei a terapia de reposição hormonal a 2 meses. Hipogonadismo. Testosterona total em 120. 45 anos, com sobrepeso. Minha dúvida é: a reposição com testosterona(hormus) pode causar retenção de líquidos, principalmente nos tornozelos? Em um mais do que outro?
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No contexto do hipogonadismo masculino, caracterizado por níveis reduzidos de testosterona total — como o valor de 120 ng/dL descrito — a terapia de reposição hormonal tem como objetivo restaurar concentrações fisiológicas do hormônio e melhorar parâmetros metabólicos, musculares e de qualidade de vida. Um dos efeitos colaterais possíveis da testosterona, especialmente nas fases iniciais da reposição, é a retenção hídrica, decorrente da ação do hormônio sobre o equilíbrio hidrossalino e da ativação de mecanismos renais de reabsorção de sódio.
Essa retenção costuma ser leve a moderada e transitória, ocorrendo com maior frequência nos primeiros meses de tratamento ou quando há elevação rápida dos níveis hormonais. Do ponto de vista clínico, o edema pode manifestar-se predominantemente em regiões declivosas, como tornozelos e pés, e pode, sim, ser assimétrico, aparecendo mais em um membro do que no outro, especialmente em indivíduos com sobrepeso, insuficiência venosa prévia ou longos períodos em ortostatismo.
Entretanto, edema persistente, progressivo ou associado a dor, vermelhidão ou falta de ar não deve ser atribuído automaticamente à testosterona, pois pode indicar condições cardiovasculares, renais ou vasculares concomitantes. A monitorização de hematócrito, função renal, perfil lipídico e pressão arterial é essencial durante a reposição.
Essa retenção costuma ser leve a moderada e transitória, ocorrendo com maior frequência nos primeiros meses de tratamento ou quando há elevação rápida dos níveis hormonais. Do ponto de vista clínico, o edema pode manifestar-se predominantemente em regiões declivosas, como tornozelos e pés, e pode, sim, ser assimétrico, aparecendo mais em um membro do que no outro, especialmente em indivíduos com sobrepeso, insuficiência venosa prévia ou longos períodos em ortostatismo.
Entretanto, edema persistente, progressivo ou associado a dor, vermelhidão ou falta de ar não deve ser atribuído automaticamente à testosterona, pois pode indicar condições cardiovasculares, renais ou vasculares concomitantes. A monitorização de hematócrito, função renal, perfil lipídico e pressão arterial é essencial durante a reposição.
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