Já existem evidências científicas a respeito de benzodiazepínicos causarem ou serem responsáveis fut
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Já existem evidências científicas a respeito de benzodiazepínicos causarem ou serem responsáveis futuramente pelo Alzheimer?
Existem muitas evidências de prejuízos para a memória, em curto e longo prazo, alguns dos quais podem ser irreversíveis. Existem evidências que sugerem aumento de riscos para quadros demenciais, de modo geral e pelo menos um estudo é altamente sugestivo que pode predispor à doença de Alzheimer. Logicamente, trata-se de probabilidades - nem todos vão ter os mesmos problemas, na mesma gravidade.
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Antes de tudo deve-se saber por quanto tempo houve o uso dos benzodiazepínicos. Se eram de curta, média ou longa duração. Onze estudos foram publicados entre os anos de 1998 e 2015, sobre o uso dos benzodiazepínicos e o risco de distúrbios demenciais. Os resultados relatavam uma confusão mental residual. É possível supor que a insônia é em si um fator de risco para a demência (a maioria dos BZD’s é erroneamente utilizada para este fim), e que as pessoas com baixa reserva cognitiva são mais propensas a usar benzodiazepínicos, ou que seu estilo de vida está associado a menos interações sociais do que os não usuários, o que poderia contribuir para a construção e a associação estatística encontrada. Porém não há estudos que indicam que os benzo são diretamente causadores de demência. O que é uma questão com diversos fatores associados: interesses da indústria farmacêutica, do pouco consenso mundial sobre o uso, da pouca fiscalização de compra e venda dessas medicações em países em desenvolvimento, dentre outros.
Atualmente, não há consenso científico que comprove que benzodiazepínicos causem Alzheimer.
Porém, existem estudos que sugerem uma associação entre o uso prolongado de benzodiazepínicos e o declínio cognitivo.
Porém, existem estudos que sugerem uma associação entre o uso prolongado de benzodiazepínicos e o declínio cognitivo.
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