Meu afilhado é autista a 38 anos. É formado em administração, mas nunca trabalhou. Com a morte do

Meu afilhado é autista a 38 anos. É formado em administração, mas nunca trabalhou. Com a morte do meu cunhado, ele esta mais dependente da minha irmã. Como trabalhar isto? ou é da idade q vem avançando q esta tornando-o assim?

8 respostas


O autismo em si não impede a atividade laboral, dependendo do grau de comprometimento das habilidades sociais. A capacidade cognitiva está plena, o que o torna apto a exercer uma profissão. De qualquer forma, aconselho a buscar ajuda de profissional capacitado para este tipo de intervenção, como um psicólogo comportamental, por exemplo. Seu afilhado vai conseguir compreender suas capacidades e limitações, e adquirir condições de tornar-se o mais independente que puder, pois o trabalho desse tipo de terapia é fornecer condições de interação com o ambiente. Boa sorte e forte abraço

Rita K  A  Costa

Rita K A Costa

Psicólogo

São Paulo

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Olá, o autismo é uma psicose muito severa que ainda hoje a medicina desconhece e por conta disso erra muito em efetivar um diagnóstico desejado.O seu afilhado está sofrendo uma perda afetiva e precisa viver esse luto como qualquer pessoa.Ignore de vez a condição de ser ou não autista e busque ajuda para ele. Faça o que tem que ser feito ou seja procure um bom profissional, que tudo se resolve. Abraço.


É importante destacar que muitos autistas apresentam eficiência cognitiva preservada. Desta forma são capazes de reter e evocar informações previamente aprendidas. No entanto, uma das características do autismo consiste no deficit nas habilidades sociais. Estas essenciais para a manutenção de relações profissionais e autonomia. Conceitos como coerência central e teoria da mente explicam esta condição inerente ao autismo. O questionamento em relação a idade não se justifica, visto se tratar de um homem novo e com potencial cognitivo preservado. É importante considerar condições secundárias que podem agravar a situação atual do seu afilhado, ainda mais por se tratar de um autista adulto, como quadros de depressão e ansiedade. Uma boa intervenção seria a de treino de habilidades sociais com terapeutas especialistas em autismo. Além de uma avaliação multiprofissional com médicos e psicólogos


Olá. Seria interessante que seu afilhado tivesse um acompanhamento psicológico. Os autistas apresentam limitações quanta às relações sociais. E elegem uma pessoa, geralmente, como apoio. Procure um profissional de psicologia ou psicanalista para direcionar o tratamento.


Entender qual o comprometimento decorrente do autismo é um dos fatores a ser considerado no atendimento do seu afilhado. O falecimento do seu cunhado é outro fator a ser considerado, o que poderá ser melhor compreendido com ajuda de psicóloga e/ou psicanalista.


Olá! Me parece que ele tem a cognição preservada já que conseguiu terminar uma faculdade. Diante disso, ele tem muitas possiblidades. É importante que ele tenha um acompanhamento psicológico e a família também precisa de orientação para lidar da melhor maneira com o quadro.


Boa tarde, devido seu sobrinho ter alcançado uma graduação, suponho que seu grau de autismo não lhe incapacite para conseguir ter uma independência de forma prática, porém me parece que há uma questão na ordem afetiva que não ajuda sua condição intelectual. Penso que a questão não abranja apenas seu sobrinho mas também toda a família, ou seja, é necessário haver um entendimento de como é o padrão relacional da família com seu sobrinho e identificar ações que possam estar corroborando para a instalação e manutenção dessa dependência. A questão que descreve não está relacionado com a idade mas com a dinâmica da relação e, com outros aspectos da personalidade de seu sobrinho. Busque orientação psicológica. Espero ter podido ajuda-la.

Roselice Fernandes

Roselice Fernandes

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Olá, primeiro, qual o grau do autismo? Este grau permite que o mesmo tenha a funcionalidade das atividades diárias preservadas? Se sim, é importante estimulá-las, se não é importante compreender até onde vai a limitação. Uma avaliação neuropsicológica poderá esclarecer estes pontos. Qualquer dúvida, a disposição.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.