Meu irmão tem 21 anos, e sempre foi muito calado e quieto. Nunca conhecemos um amigo ou namorada(o).

Meu irmão tem 21 anos, e sempre foi muito calado e quieto. Nunca conhecemos um amigo ou namorada(o). Ainda não esta trabalhando. Mas agora anda muito revoltado e querendo beber. Fica a maior parte do tempo em seu quarto. Parece que tem muita dificuldade em se relacionar.O que podemos fazer para ajuda-lo?

8 respostas


Como a profissional respondeu é necessário maiores detalhes para o diagnóstico. No entanto, é possível perceber por meio do seu relato o sofrimento que esses comportamentos tem causado na vida do seu irmão e das pessoas próximas dele. Minha orientação é que converse com ele sobre a possibilidade de um atendimento com um profissional da área da saúde, a fim de realizar uma avaliação e principalmente proporcionar o alivio desse sofrimento. Espero ter ajudado! Abraços

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As características que você citou referente a seu irmão são genéricas, e podem pertencer a vários transtornos psiquiátricos, ou apenas fazer parte da personalidade de seu irmão. É necessário uma avaliação para um diagnóstico psiquiátrico ou não. A dependência química está associada a diversas doenças psiquiátricas, mas também pode vir sem nenhuma comorbidades. O ideal para ajudá-lo seria uma avaliação com psiquiatra. Att., Renata Carvalho


Olá! Os dados que você nos trouxe são bem genéricos, como indicado acima. No entanto, apesar da possibilidade de refletir algum transtorno psiquiátrico, nada nos possibilita afirmar isso. Inclusive, a primeira coisa que me veio à cabeça ao ler o relato foi de que não havia nada de errado (até então). Algumas pessoas são mais extrovertidas, outras são mais introvertidas. Além disso, ele pode ter amigos longe da família. Aos 21 anos ele está na flor da idade e querer beber é algo natural. A menos que ele esteja beirando o alcoolismo, não há com o que se preocupar. A revolta, em muitos casos, também pode ser coisa da idade, quando a pessoa está em processo de construção identitária e desconstruindo paradigmas. No entanto, há sim casos em que isso tudo, associado ao isolamento, pode merecer um cuidado especial. Caso ele tenha vontade de procurar ajuda, o contato com um psicólogo é o mais indicado. Contudo, é importante que ele não se veja obrigado a isso e sim acolhido. Grande abraço.


Pelo que você relata é possível que ele esteja sofrendo, já que esses podem ser sintomas de vários problemas de saúde mental. Para sabermos o que está acontecendo é preciso perguntar a ele e ver se eventualmente ele aceita ser ajudado por um profissional. Sendo assim, recomendo que o questionem sobre isso e caso ele se interesse procurem um psicólogo.


Olá.Primeiramente é importante saber qual o sentimento que seu irmão tem a respeito destes comportamentos. Procure conversar com ele a respeito dos seus sonhos, ideais e propósitos. Em alguns casos, jovens nesta idade passam por alguns conflitos inerentes a próprio momento em que vivem, por conta das escolhas que tem que fazer como profissão, faculdade, etc. Caso sinta a necessidade, sugira uma visita a um psicólogo para auxilia-lo nesta jornada. Faça isso, mas evite, acima de tudo atitudes de recriminação, pois o que ele mais precisa neste momento é de um amigo que lhe seja solidário. Tente isso e sejam felizes.


Olá. A terapia, tanto a individual quanto a familiar, traz excelentes resultados para pessoas que apresentam dificuldades de relacionamento. Acho importante ele saber que tem a terapia como uma opção para ajudá-lo a se sentir melhor, caso seja isso que ele está procurando. Fiquei imaginando se você já fez essa pergunta ao seu irmão, se você já perguntou para ele: "como posso te ajudar?". A sua ajuda será muito diferente da ajuda profissional, uma não substitui a outra, mas se você sente essa vontade de ajudá-lo de alguma forma, ele pode ter a resposta de como você pode fazer isso. Atenciosamente

Luiza Castilho

Luiza Castilho

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Que situação difícil irmã preocupada. E penso como deva ser igualmente difícil abordar o assunto com seu irmão, pois imagino que possas ter tentado e talvez sem sucesso quanto a ele dar-se conta da necessidade de ajuda (é comum a pessoa que vive uma dificuldade, por mais acentuada que seja, ainda assim, não reconhecer a ajuda necessária). A abordagem para a conscientização é sempre possível, não desista. Caso meu pré-entendimento esteja correto, tente abordar o assunto fazendo com que ele perceba o que está deixando de viver por conta do seu isolamento. Tente despertar nele os acontecimentos comuns e saudáveis que acontecem na vida de jovens de sua idade. Talvez a comparação possa lhe despertar alguma sensibilidade para que consiga dar-se conta da necessidade de ajuda. Se houver a aceitação de pelo menos experimentar, tente avaliação psiquiátrica e psicológica. Dependendo da resistência dele, leva-lo primeiro ao psicólogo seja mais indicado. Meus desejos de ter podido auxilia-la.

Roselice Fernandes

Roselice Fernandes

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Bom Dia. O melhor com certeza é buscar a ajuda de um psicólogo. Talvez ele possa ter alguma resistência, quanto a procurar um profissional, mas é importante até mesmo os familiares fazerem terapia, para que possam ajudá-lo de uma melhor maneira. Em alguns casos o psicólogo poderá até mesmo indicar o apoio de um psiquiatra para auxiliar no tratamento.

Marina Tavares Costa

Marina Tavares Costa

Psicanalista

Rio de Janeiro

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Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.