minha avó por parte de pai infartou aos 60 anos. Tenho 18 anos e sou mulher. Quais as chances de eu
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minha avó por parte de pai infartou aos 60 anos. Tenho 18 anos e sou mulher. Quais as chances de eu futuramente (antes ou na velhice) ter essa sentença? Tem como evitar? tenho muito medo
Você não está condenada a ter um infarto só porque sua avó teve. O que você faz ao longo da vida tem enorme impacto. Começar a cuidar da alimentação, atividade física e exames de rotina desde já é a melhor forma de reduzir muito o risco.
A genética pode carregar uma “semente”, mas o ambiente e os hábitos decidem se ela vai germinar ou não.
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Oi, tudo bem? Seu medo é compreensível.
Ter alguém na família que infartou pode aumentar um pouco o risco no futuro. Avós são parentes de segundo grau, então o impacto no seu risco é menor do que seria se fosse pai, mãe ou irmãos. Ainda assim, serve como um alerta para cuidar da prevenção, não como uma sentença.
Sendo mulher e jovem, você ainda tem a proteção do estrogênio, que ajuda a proteger o coração. Após a menopausa, quando esse hormônio diminui, essa proteção cai e o risco de infarto aumenta, por isso a prevenção ao longo da vida é tão importante.
O que mais determina o risco são os hábitos: alimentação, sedentarismo, peso, tabagismo, estresse, pressão alta, colesterol e diabetes.
Com um estilo de vida saudável e acompanhamento regular com médico, fazendo exames de rotina, é possível reduzir muito a chance de ter problemas no coração no futuro. O segredo é se cuidar desde agora.
Ter alguém na família que infartou pode aumentar um pouco o risco no futuro. Avós são parentes de segundo grau, então o impacto no seu risco é menor do que seria se fosse pai, mãe ou irmãos. Ainda assim, serve como um alerta para cuidar da prevenção, não como uma sentença.
Sendo mulher e jovem, você ainda tem a proteção do estrogênio, que ajuda a proteger o coração. Após a menopausa, quando esse hormônio diminui, essa proteção cai e o risco de infarto aumenta, por isso a prevenção ao longo da vida é tão importante.
O que mais determina o risco são os hábitos: alimentação, sedentarismo, peso, tabagismo, estresse, pressão alta, colesterol e diabetes.
Com um estilo de vida saudável e acompanhamento regular com médico, fazendo exames de rotina, é possível reduzir muito a chance de ter problemas no coração no futuro. O segredo é se cuidar desde agora.
Ter uma avó que infartou aos 60 anos aumenta pouco o risco, especialmente sendo uma mulher jovem. Isso não significa que você terá o mesmo problema.
Dá para evitar sim: não fumar, manter peso saudável, controlar pressão/colesterol, atividade física e alimentação adequada reduzem muito o risco.
Hoje, seu risco é baixo.
Dá para evitar sim: não fumar, manter peso saudável, controlar pressão/colesterol, atividade física e alimentação adequada reduzem muito o risco.
Hoje, seu risco é baixo.
O presença de parente de primeiro grau como mulheres < 65anos ou homens < 55 anos com doença das arterias do coração com o infarto exemplificado aumenta o risco cardiovascular e é considerado com historia familiar positiva para doença coronarina. Isso aumenta a chance do paciente ter algum evento coronariano como infarto no futuro. A forma de prevenir é adotando hábitos saudaveis como alimentação saudavel, realizar atividade fisica regular, não fumar, sono controlado, utilizar o minimo de alcool possivel, assim como controle dos fatores de risco como hipertensão arterial, diabetes, colesterol alto.
Entendo seu medo! Ter uma avó com infarto não aumenta muito seu risco agora, especialmente sendo jovem e mulher. O mais importante é manter hábitos saudáveis: alimentação balanceada, exercícios, não fumar, controlar peso e pressão. Seguindo isso, você reduz muito as chances de problemas no futuro.
Se quiser, posso te orientar de forma mais detalhada em uma teleconsulta.
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