Minha família confundiu meu hábito de fumar maconha (CBD) com Loucura, quase morri 3x por efeitos de
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Minha família confundiu meu hábito de fumar maconha (CBD) com Loucura, quase morri 3x por efeitos de haldol, sendo a primeira vez sendo intoxicado e lavado ao hospital mais próximo para evitar minha morte, Fiz exames como eletroencefalograma e o médico considerou meu resultado como normais, o que faço para provar minha Sanidade mental normal?
Consulte um(a) psiquiatra. Maconha não é CBD. CBD é canabidiol, uma das dezenas de substâncias canabinoides contidas na maconha. O "hábito" de fumar maconha não é "loucura", porém tem prejuízos comprovados, tais como prejuízo da memória de trabalho, piora de processos inflamatórios respiratórios, risco de desencadeamento de quadros psicóticos, riscos de ataques de pânico.
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Olá! Antes de tudo, quero dizer que sinto muito pelo que você passou — ser mal compreendido e ainda viver efeitos tão intensos de uma medicação como o haloperidol (Haldol) é algo profundamente angustiante e injusto. Sua busca por respostas e por ser ouvido de forma respeitosa é legítima e muito importante.
O uso de antipsicóticos como o Haldol sem uma real indicação clínica e com efeitos adversos graves, como os que você descreveu, deve sempre ser revisto e documentado.
O que pode te ajudar agora:
Procure um psiquiatra de confiança, preferencialmente que seja escutativo e atualizado sobre o uso de cannabis. Um bom profissional vai te avaliar com calma, ouvir sua história completa, e documentar se não há transtorno mental ativo. Esse parecer pode ser útil para evitar novos episódios como o que você viveu.
Tenha apoio emocional: além da injustiça médica, lidar com a invalidação familiar também machuca. Um acompanhamento terapêutico pode te fortalecer emocionalmente e te ajudar a reconstruir essa confiança em si mesmo. Certamente, um bom terapeuta e psiquiatra conversarão com sua família de forma empática para auxiliar a compreensão de sua situação.
Você tem o direito de ser tratado com dignidade, e sua história merece ser ouvida com seriedade e respeito. Você não precisa estar sozinho!
O uso de antipsicóticos como o Haldol sem uma real indicação clínica e com efeitos adversos graves, como os que você descreveu, deve sempre ser revisto e documentado.
O que pode te ajudar agora:
Procure um psiquiatra de confiança, preferencialmente que seja escutativo e atualizado sobre o uso de cannabis. Um bom profissional vai te avaliar com calma, ouvir sua história completa, e documentar se não há transtorno mental ativo. Esse parecer pode ser útil para evitar novos episódios como o que você viveu.
Tenha apoio emocional: além da injustiça médica, lidar com a invalidação familiar também machuca. Um acompanhamento terapêutico pode te fortalecer emocionalmente e te ajudar a reconstruir essa confiança em si mesmo. Certamente, um bom terapeuta e psiquiatra conversarão com sua família de forma empática para auxiliar a compreensão de sua situação.
Você tem o direito de ser tratado com dignidade, e sua história merece ser ouvida com seriedade e respeito. Você não precisa estar sozinho!
Entendo o quanto essa experiência pode ter sido intensa e confusa para você, especialmente envolvendo internação, uso de antipsicótico como o haloperidol e a reação da sua família.
Primeiro, é importante ajustar uma ideia central: não existe um exame único que “prove sanidade mental” ou “prove loucura”. O eletroencefalograma normal, por exemplo, apenas indica que não há alterações elétricas sugestivas de epilepsia ou outras condições neurológicas específicas — ele não define saúde mental por si só.
O que realmente define o diagnóstico em psiquiatria é uma avaliação clínica estruturada, baseada em:
sintomas atuais e histórico
funcionamento no dia a dia (trabalho, relações, autocuidado)
exame do estado mental feito por psiquiatra
evolução ao longo do tempo
O uso de substâncias como cannabis (mesmo CBD, dependendo da composição) pode, em algumas pessoas, desencadear crises de ansiedade intensa, paranoia, desorganização do pensamento ou reações agudas, o que pode ter levado a interpretações de “loucura” pela família e até a condutas mais agressivas como o uso de antipsicóticos.
O ponto mais importante agora não é “provar sanidade”, mas sim:
Fazer uma avaliação psiquiátrica completa e atualizada, preferencialmente com um profissional diferente, para uma segunda opinião
Organizar seu histórico médico (internações, medicações, exames)
Se possível, levar um familiar junto para alinhar a compreensão do que aconteceu
Evitar completamente substâncias psicoativas até haver estabilidade clínica
Você não precisa “provar” nada — você precisa de uma avaliação técnica clara e isenta, que explique o que realmente ocorreu e oriente como evitar novas crises.
Se quiser, posso te ajudar a entender melhor o que pode ter acontecido nesse episódio e como estruturar essa avaliação com o psiquiatra de forma mais objetiva.
Primeiro, é importante ajustar uma ideia central: não existe um exame único que “prove sanidade mental” ou “prove loucura”. O eletroencefalograma normal, por exemplo, apenas indica que não há alterações elétricas sugestivas de epilepsia ou outras condições neurológicas específicas — ele não define saúde mental por si só.
O que realmente define o diagnóstico em psiquiatria é uma avaliação clínica estruturada, baseada em:
sintomas atuais e histórico
funcionamento no dia a dia (trabalho, relações, autocuidado)
exame do estado mental feito por psiquiatra
evolução ao longo do tempo
O uso de substâncias como cannabis (mesmo CBD, dependendo da composição) pode, em algumas pessoas, desencadear crises de ansiedade intensa, paranoia, desorganização do pensamento ou reações agudas, o que pode ter levado a interpretações de “loucura” pela família e até a condutas mais agressivas como o uso de antipsicóticos.
O ponto mais importante agora não é “provar sanidade”, mas sim:
Fazer uma avaliação psiquiátrica completa e atualizada, preferencialmente com um profissional diferente, para uma segunda opinião
Organizar seu histórico médico (internações, medicações, exames)
Se possível, levar um familiar junto para alinhar a compreensão do que aconteceu
Evitar completamente substâncias psicoativas até haver estabilidade clínica
Você não precisa “provar” nada — você precisa de uma avaliação técnica clara e isenta, que explique o que realmente ocorreu e oriente como evitar novas crises.
Se quiser, posso te ajudar a entender melhor o que pode ter acontecido nesse episódio e como estruturar essa avaliação com o psiquiatra de forma mais objetiva.
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