Minha filha de 18 anos apresenta desafios em interações sociais desde a infância. Ela tem grande nec

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Minha filha de 18 anos apresenta desafios em interações sociais desde a infância. Ela tem grande necessidade de rotina, sensibilidade elevada a estímulos e dificuldades na regulação emocional. Também manifesta comportamentos repetitivos, alto interesse por temas específicos, seletividade alimentar e crises em momentos de sobrecarga, podendo se ferir. Sua comunicação verbal e expressões faciais são reduzidas, e ela encontra dificuldades para interpretar interações sociais. Gostaria de entender mais sobre esse conjunto de características e possíveis abordagens para auxiliá-la.
É compreensível que você queira entender melhor essas características e dificuldades para encontrar formas de apoiar sua filha. O que você descreve – dificuldades na interação e comunicação social, necessidade de rotina, sensibilidade sensorial, comportamentos repetitivos e desafios na regulação emocional – pode estar relacionado a um transtorno do desenvolvimento como o Transtorno do Espectro Autista (TEA). No entanto, uma história clínica mais aprofundada e avaliação direta é essencial para a investigação diagnóstica tanto do TEA quando de outros possíveis diagnósticos diferenciais. Recomendo buscar um profissional especializado, como um psiquiatra, para uma avaliação mais aprofundada. Dessa forma, será possível desenvolver um plano terapêutico individualizado, que respeite as particularidades e contribua para a qualidade de vida de sua filha.

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Mãe, você já sabe que há grande possibilidade de sua criança ser do espectro autista, quanto antes puder ser avaliada por um profissional com competência para isso, mais direcionado será o tratamento para ela lidar com cada uma das questões que você apontou, muitas são tratáveis e reversíveis.
Vc praticamente descreveu as características do transtorno do espectro autista como descrita no DSM e em livros, o q significa que certamente já estudou à respeito desta condição. Sugiro que leve a sua filha para uma avaliação com um bom psiquiatra e, durante o atendimento, evite usar termos técnicos q já aprendeu nos seus estudos. Descreva o q te preocupa e os sintomas q te chamam atenção da forma q seria mais natural e intuitiva para vc. Quando estudandos psiquiatria por conta própria há um enorme tendencia de superdiagnosticar e de patologizar comportamentos normais. Por exemplo, já vi pais dizendo que o filho tem "seletividade alimentar" pelo menos simplesmente não gostar de algumas frutas e legumes, mas aceitando o consumo da maior parte das opções. Ou relatando "comportamentos repetitivos" o uso excessivo de celular.
Saber se ela está ou não dentro do espectro é o primeiro passo para a ajudar. Caso ela tenha o diagnóstico confirmado, um livro que recomendo se chama "Leve pra quem? Transtorno do Espectro Autista nível 1 de suporte".

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