Minha glicose deu 113mg/dl e minha glicemia média estimada deu 117mg/dl tenho pré diabetes?
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Minha glicose deu 113mg/dl e minha glicemia média estimada deu 117mg/dl tenho pré diabetes?
Bom dia! Com esse resultado de glicemia de jejum=113 mg/dL e hemoglobina glicada=5,7%, podemos suspeitar inicialmente do pré-diabetes, sim. Toda alteração de glicose deve ser confirmada em uma outra coleta, respeitando as condições ideais de coleta. E talvez seja interessante realizar a dosagem de glicose após 75g de dextrosol para ter certeza de não tratar-se de um diabetes. Depois disso, já começar o tratamento, incialmente com mudanças de estilo de vida! Espero ter ajudado. Um abraço.
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A glicose plasmática e a glicemia média estimada são parâmetros importantes para avaliação do metabolismo da glicose. Uma glicemia de jejum de 113 mg/dL encontra-se acima do valor considerado normal (<100 mg/dL) e dentro da faixa definida como glicemia de jejum alterada, que vai de 100 a 125 mg/dL, condição classificada como pré-diabetes segundo critérios internacionais. A glicemia média estimada de 117 mg/dL reforça a presença de um controle glicêmico acima do ideal, geralmente derivado da hemoglobina glicada, e sugere que essa elevação não foi um evento isolado.
Do ponto de vista fisiopatológico, o pré-diabetes reflete um estado de resistência à insulina e disfunção progressiva das células beta pancreáticas, aumentando o risco de evolução para diabetes tipo 2 e de complicações cardiovasculares. No entanto, é fundamental destacar que essa condição é potencialmente reversível, especialmente quando identificada precocemente. Mudanças no padrão alimentar, perda de peso (quando indicada), prática regular de atividade física e melhora do sono têm impacto significativo na normalização da glicemia.
O diagnóstico definitivo não deve ser feito com um único exame. Idealmente, deve-se correlacionar com nova glicemia de jejum, hemoglobina glicada e, em alguns casos, teste oral de tolerância à glicose, além da avaliação clínica global.
Diante desses resultados, recomenda-se acompanhamento com um endocrinologista, que poderá confirmar o diagnóstico, estratificar riscos e orientar um plano individualizado, sempre com foco na prevenção e na sua melhora metabólica. Este chat permanece disponível para esclarecer dúvidas e apoiar você nesse processo.
Do ponto de vista fisiopatológico, o pré-diabetes reflete um estado de resistência à insulina e disfunção progressiva das células beta pancreáticas, aumentando o risco de evolução para diabetes tipo 2 e de complicações cardiovasculares. No entanto, é fundamental destacar que essa condição é potencialmente reversível, especialmente quando identificada precocemente. Mudanças no padrão alimentar, perda de peso (quando indicada), prática regular de atividade física e melhora do sono têm impacto significativo na normalização da glicemia.
O diagnóstico definitivo não deve ser feito com um único exame. Idealmente, deve-se correlacionar com nova glicemia de jejum, hemoglobina glicada e, em alguns casos, teste oral de tolerância à glicose, além da avaliação clínica global.
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