Minha mãe toma quetiapina 100 mg e risperidona 1mg e mais o clonazepam de 2mg para t. Bipolar, mas n
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Minha mãe toma quetiapina 100 mg e risperidona 1mg e mais o clonazepam de 2mg para t. Bipolar, mas no dia seguinte fica extremamente confusa e desorientada, isso é comum misturando os 3?
Talvez tenha que reduzir a medicação. Dependendo da idade dela (se for idosa, por exemplo), pode haver uma sensibilidade maior. Eu tentaria diminuir inicialmente o clonazepam, mas tudo precisa ser conversado com o médico. No momento, o menos problemático seria reduzir o clonazepam.
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Isso é sinal que a medicação está excessiva. Não pode causar desorientação, isso é um risco. A melhor opção nesse caso é a redução do clonazepam. pode reduzir para 1,5 mg. Reduções maiores que essa só devem ser feitas com acompanhamento psiquiátrico. não é possível orientar pela internet.
Sim, isso pode acontecer, e o que você descreve merece atenção médica. A combinação de quetiapina 100 mg, risperidona 1 mg e clonazepam 2 mg pode provocar excesso de sedação, principalmente em algumas pessoas mais sensíveis, levando a confusão mental, desorientação, lentificação do pensamento, dificuldade de atenção e sensação de estar “fora de si” no dia seguinte. Tanto a quetiapina quanto a risperidona têm efeito no sistema nervoso central, e o clonazepam, por ser um benzodiazepínico, potencializa ainda mais esse efeito sedativo e cognitivo.
Embora essa associação seja utilizada em alguns quadros de transtorno bipolar, não é esperado que a pessoa fique extremamente confusa ou desorientada de forma persistente, pois isso pode indicar que a dose está elevada para ela, que o organismo não está tolerando bem a combinação ou que há necessidade de ajuste no horário ou na quantidade de alguma das medicações. Em especial, o clonazepam em dose de 2 mg pode contribuir bastante para confusão no dia seguinte, sobretudo se usado à noite.
Demonstro preocupação com o bem-estar da sua mãe, porque confusão e desorientação aumentam o risco de quedas, acidentes e piora da qualidade de vida. É muito importante relatar esses sintomas ao psiquiatra o quanto antes, para que ele avalie a necessidade de reduzir doses, retirar alguma medicação ou reorganizar o esquema terapêutico. Não é recomendado suspender ou ajustar por conta própria.
Fico à disposição para esclarecer dúvidas, explicar melhor o papel de cada medicamento no transtorno bipolar e orientar sobre quais sinais de alerta devem motivar contato imediato com o médico.
Embora essa associação seja utilizada em alguns quadros de transtorno bipolar, não é esperado que a pessoa fique extremamente confusa ou desorientada de forma persistente, pois isso pode indicar que a dose está elevada para ela, que o organismo não está tolerando bem a combinação ou que há necessidade de ajuste no horário ou na quantidade de alguma das medicações. Em especial, o clonazepam em dose de 2 mg pode contribuir bastante para confusão no dia seguinte, sobretudo se usado à noite.
Demonstro preocupação com o bem-estar da sua mãe, porque confusão e desorientação aumentam o risco de quedas, acidentes e piora da qualidade de vida. É muito importante relatar esses sintomas ao psiquiatra o quanto antes, para que ele avalie a necessidade de reduzir doses, retirar alguma medicação ou reorganizar o esquema terapêutico. Não é recomendado suspender ou ajustar por conta própria.
Fico à disposição para esclarecer dúvidas, explicar melhor o papel de cada medicamento no transtorno bipolar e orientar sobre quais sinais de alerta devem motivar contato imediato com o médico.
Olá!
Sim, todos os medicamentos citados tem potencial de gerar confusão mental em alguns pacientes. No seu caso, é necessário discutir o caso com o psiquiatra assistente que está fazendo o acompanhamento para relatar o ocorrido.
É importante salientar que o acompanhamento deve ser feito por um psiquiatra, ou seja, um médico, que além de CRM registrado também tenha RQE ativo.
Sim, todos os medicamentos citados tem potencial de gerar confusão mental em alguns pacientes. No seu caso, é necessário discutir o caso com o psiquiatra assistente que está fazendo o acompanhamento para relatar o ocorrido.
É importante salientar que o acompanhamento deve ser feito por um psiquiatra, ou seja, um médico, que além de CRM registrado também tenha RQE ativo.
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