Minha Testosterona total deu 436 ng/dL e a livre deu 10,35 ng/d. Está baixa ?
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Minha Testosterona total deu 436 ng/dL e a livre deu 10,35 ng/d. Está baixa ?
Não, normal!
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A interpretação dos níveis de testosterona total (436 ng/dL) e testosterona livre (10,35 ng/dL) deve sempre considerar idade, sintomas clínicos, horário da coleta e os valores de referência do laboratório. Do ponto de vista acadêmico, a testosterona total encontra-se dentro da faixa considerada normal para a maioria dos adultos, embora em um patamar intermediário, não sendo, isoladamente, diagnóstica de hipogonadismo.
Já a testosterona livre, que representa a fração biologicamente ativa do hormônio, está dentro da normalidade, porém em faixa baixa-normal em muitos laboratórios. Em indivíduos sintomáticos (queda de libido, fadiga, perda de massa muscular, alterações de humor), esse valor pode ser clinicamente relevante, mesmo sem estar formalmente abaixo do limite inferior.
É importante ressaltar que a testosterona sofre variações diárias e é influenciada por sono, estresse, obesidade, resistência à insulina, álcool e uso de medicamentos. Por isso, valores limítrofes devem ser confirmados com nova dosagem matinal e, se necessário, complementados com SHBG, LH e FSH para melhor avaliação do eixo hormonal.
Portanto, os exames não indicam deficiência franca, mas também não afastam totalmente impacto clínico, dependendo dos sintomas. Recomenda-se avaliação com um endocrinologista, que poderá correlacionar exames e clínica para definir a melhor conduta, sempre focando na sua melhora e qualidade de vida. Este chat permanece disponível para esclarecer dúvidas e acompanhar você nesse processo.
Já a testosterona livre, que representa a fração biologicamente ativa do hormônio, está dentro da normalidade, porém em faixa baixa-normal em muitos laboratórios. Em indivíduos sintomáticos (queda de libido, fadiga, perda de massa muscular, alterações de humor), esse valor pode ser clinicamente relevante, mesmo sem estar formalmente abaixo do limite inferior.
É importante ressaltar que a testosterona sofre variações diárias e é influenciada por sono, estresse, obesidade, resistência à insulina, álcool e uso de medicamentos. Por isso, valores limítrofes devem ser confirmados com nova dosagem matinal e, se necessário, complementados com SHBG, LH e FSH para melhor avaliação do eixo hormonal.
Portanto, os exames não indicam deficiência franca, mas também não afastam totalmente impacto clínico, dependendo dos sintomas. Recomenda-se avaliação com um endocrinologista, que poderá correlacionar exames e clínica para definir a melhor conduta, sempre focando na sua melhora e qualidade de vida. Este chat permanece disponível para esclarecer dúvidas e acompanhar você nesse processo.
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