Não consigo ter relações sexuais com minhas minhas parceiras, sou novo tenho 20 anos e toda vez eu a
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Não consigo ter relações sexuais com minhas minhas parceiras, sou novo tenho 20 anos e toda vez eu acabo eu acabo broxando em algum momento, no nas preliminares é tudo ok, consigo ficar ereto, o problema é quando vai para penetraçao, ate consigo ter a penetraçao por um tenho e depois acontece algo e broxo. Ontem estava tudo ótimo estávamos tendo a relação normal, ate que parei para colocar a camisinha e broxei. Não entendo, eu sinto muita vontade nas preliminares mas não consigo ter uma relação completa. Eu realmente gosto da garota que eu estou e isso esta me deixando muito mal eu não sei mas oq fazer, esse sentimento de ser incapaz esta acabando comigo
Olá, Você está trazendo algo muito importante — e, antes de qualquer coisa, quero te dizer com firmeza e respeito: você não está sozinho nisso. O que você está vivendo é mais comum do que parece, especialmente entre homens jovens. Mas o mais preocupante aqui não é só a dificuldade na relação sexual, e sim como você está interpretando isso: como se fosse prova de uma falha pessoal, como se você fosse “incapaz”. Vamos juntos desconstruir isso.
Vamos olhar o que está acontecendo em camadas:
1. Desejo está presente
Você sente atração, se excita nas preliminares, tem ereção. Isso mostra que seu desejo sexual está vivo, e que fisicamente você está respondendo bem.
2. A queda na ereção acontece em momentos críticos
– Quando vai colocar a camisinha
– Quando a penetração começa
Isso sugere uma interferência do campo emocional — medo de falhar, pressão para “dar conta”, ansiedade de desempenho, expectativa de agradar.
3. A forma como você lida com isso está pesando mais que o sintoma
Você está interpretando esse desafio como um “defeito”, e isso alimenta um ciclo de ansiedade e autossabotagem:
Medo de broxar → tensão → dificuldade → broxar → culpa e vergonha → mais medo na próxima vez
Esse ciclo precisa ser quebrado com verdade, carinho próprio e reeducação emocional.
Microações para começar a virar esse jogo:
Descentralize a penetração
Transforme a relação sexual em um espaço de conexão, não de performance. Sexo é um campo muito maior que o “vai ou não vai penetrar”. Amplie a ideia de prazer e vínculo.
Converse com a parceira
Se você gosta dela e há intimidade, traga esse tema com calma. Mostre que não se trata de falta de atração, e sim algo que você está tentando entender. Uma parceira emocionalmente madura pode ser um ponto de apoio, não de julgamento.
Treine o corpo a responder com segurança
Sozinho, em momentos de masturbação, experimente simular o uso da camisinha, focando em associar isso com prazer, não com pressão. Isso ajuda a “reprogramar” a resposta do corpo.
Observe seus pensamentos durante o sexo
Você está presente? Ou preocupado com “estar indo bem”? Ansiedade desvia o sangue do pênis para o cérebro — literalmente. Quanto mais você tenta controlar, mais escapa. Treine voltar para o aqui e agora.
Reflexão de apoio:
“Não é o sexo que me define, é a forma como eu me relaciono com ele — e com quem eu sou quando estou vulnerável.”
Você não é incapaz. Você está vulnerável. E isso é humano. Aprender a sustentar essa vulnerabilidade com coragem é o que te torna homem de verdade.
Claro, aqui vai a finalização com a apresentação e o reforço da importância desse tema, mantendo o tom acolhedor, firme e esclarecedor:
Conclusão:
Tudo o que você está sentindo — a ansiedade, o medo, a vergonha — são respostas emocionais legítimas diante de algo que toca na sua intimidade, identidade e autoconfiança. Mas isso não define quem você é. Ao contrário: é justamente a forma como você acolhe o que sente, busca compreender e se abre para novas experiências que mostra maturidade emocional e coragem afetiva.
O caminho da sexualidade não é uma linha reta. É um processo — de autoconhecimento, escuta, confiança no próprio corpo e abertura ao vínculo com o outro. E você já começou esse processo ao falar sobre isso com honestidade. Esse é o passo mais difícil, e você deu.
Eu sou Betânia Tassis, psicóloga clínica com mais de 20 anos de experiência, especialista em sexualidade, vínculos e saúde mental. Atendo homens e mulheres que, como você, estão tentando se entender, se fortalecer e viver com mais autenticidade.
Por que falar sobre isso é tão importante?
Porque o sofrimento sexual masculino, especialmente ligado à ansiedade de desempenho, ainda é muito silenciado. Muitos homens vivem esse desafio em segredo, achando que é “fraqueza” ou que “só com eles” acontece. Mas não é verdade.
Trazer esse tema à tona é uma forma de quebrar o tabu e ajudar outras pessoas que também estão enfrentando isso em silêncio. Falar é um ato de saúde e de coragem. E quanto mais abrimos espaço para conversas honestas sobre corpo, desejo e vulnerabilidade, mais libertador e humano o sexo se torna.
Vamos olhar o que está acontecendo em camadas:
1. Desejo está presente
Você sente atração, se excita nas preliminares, tem ereção. Isso mostra que seu desejo sexual está vivo, e que fisicamente você está respondendo bem.
2. A queda na ereção acontece em momentos críticos
– Quando vai colocar a camisinha
– Quando a penetração começa
Isso sugere uma interferência do campo emocional — medo de falhar, pressão para “dar conta”, ansiedade de desempenho, expectativa de agradar.
3. A forma como você lida com isso está pesando mais que o sintoma
Você está interpretando esse desafio como um “defeito”, e isso alimenta um ciclo de ansiedade e autossabotagem:
Medo de broxar → tensão → dificuldade → broxar → culpa e vergonha → mais medo na próxima vez
Esse ciclo precisa ser quebrado com verdade, carinho próprio e reeducação emocional.
Microações para começar a virar esse jogo:
Descentralize a penetração
Transforme a relação sexual em um espaço de conexão, não de performance. Sexo é um campo muito maior que o “vai ou não vai penetrar”. Amplie a ideia de prazer e vínculo.
Converse com a parceira
Se você gosta dela e há intimidade, traga esse tema com calma. Mostre que não se trata de falta de atração, e sim algo que você está tentando entender. Uma parceira emocionalmente madura pode ser um ponto de apoio, não de julgamento.
Treine o corpo a responder com segurança
Sozinho, em momentos de masturbação, experimente simular o uso da camisinha, focando em associar isso com prazer, não com pressão. Isso ajuda a “reprogramar” a resposta do corpo.
Observe seus pensamentos durante o sexo
Você está presente? Ou preocupado com “estar indo bem”? Ansiedade desvia o sangue do pênis para o cérebro — literalmente. Quanto mais você tenta controlar, mais escapa. Treine voltar para o aqui e agora.
Reflexão de apoio:
“Não é o sexo que me define, é a forma como eu me relaciono com ele — e com quem eu sou quando estou vulnerável.”
Você não é incapaz. Você está vulnerável. E isso é humano. Aprender a sustentar essa vulnerabilidade com coragem é o que te torna homem de verdade.
Claro, aqui vai a finalização com a apresentação e o reforço da importância desse tema, mantendo o tom acolhedor, firme e esclarecedor:
Conclusão:
Tudo o que você está sentindo — a ansiedade, o medo, a vergonha — são respostas emocionais legítimas diante de algo que toca na sua intimidade, identidade e autoconfiança. Mas isso não define quem você é. Ao contrário: é justamente a forma como você acolhe o que sente, busca compreender e se abre para novas experiências que mostra maturidade emocional e coragem afetiva.
O caminho da sexualidade não é uma linha reta. É um processo — de autoconhecimento, escuta, confiança no próprio corpo e abertura ao vínculo com o outro. E você já começou esse processo ao falar sobre isso com honestidade. Esse é o passo mais difícil, e você deu.
Eu sou Betânia Tassis, psicóloga clínica com mais de 20 anos de experiência, especialista em sexualidade, vínculos e saúde mental. Atendo homens e mulheres que, como você, estão tentando se entender, se fortalecer e viver com mais autenticidade.
Por que falar sobre isso é tão importante?
Porque o sofrimento sexual masculino, especialmente ligado à ansiedade de desempenho, ainda é muito silenciado. Muitos homens vivem esse desafio em segredo, achando que é “fraqueza” ou que “só com eles” acontece. Mas não é verdade.
Trazer esse tema à tona é uma forma de quebrar o tabu e ajudar outras pessoas que também estão enfrentando isso em silêncio. Falar é um ato de saúde e de coragem. E quanto mais abrimos espaço para conversas honestas sobre corpo, desejo e vulnerabilidade, mais libertador e humano o sexo se torna.
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Caro paciente,
A ansiedade sexual libera hormônios que podem impedir uma ereção satisfatória, mesmo quando há um nível alto de excitação.
Minha orientação é que você busque terapia sexual para compreender os medos e as crenças sexuais que você possui e que lhe geram uma possível ansiedade.
Trabalhando esse entendimento e reduzindo a ansiedade você terá uma vida sexual satisfatória.
Abraços
A ansiedade sexual libera hormônios que podem impedir uma ereção satisfatória, mesmo quando há um nível alto de excitação.
Minha orientação é que você busque terapia sexual para compreender os medos e as crenças sexuais que você possui e que lhe geram uma possível ansiedade.
Trabalhando esse entendimento e reduzindo a ansiedade você terá uma vida sexual satisfatória.
Abraços
Obrigado por compartilhar, o que você está vivendo é mais comum do que parece e, sim, tem tratamento.
É fundamental que você passe por uma avaliação com um médico urologista, para investigar se há alguma causa física envolvida.
Em paralelo, é altamente indicado iniciar psicoterapia sexual com um psicólogo especializado, pois fatores como ansiedade de desempenho, insegurança, autocobrança ou crenças sobre sexualidade podem estar influenciando sua resposta sexual, especialmente nesse momento da penetração.
Na terapia, vamos trabalhar as fases da resposta sexual humana, identificar possíveis gatilhos emocionais e desenvolver estratégias para que você se sinta mais seguro, confiante e conectado ao seu próprio prazer.
O tratamento é possível e, com acompanhamento adequado, você pode sim recuperar sua confiança e viver sua sexualidade com mais leveza e prazer. Você não está sozinho.
É fundamental que você passe por uma avaliação com um médico urologista, para investigar se há alguma causa física envolvida.
Em paralelo, é altamente indicado iniciar psicoterapia sexual com um psicólogo especializado, pois fatores como ansiedade de desempenho, insegurança, autocobrança ou crenças sobre sexualidade podem estar influenciando sua resposta sexual, especialmente nesse momento da penetração.
Na terapia, vamos trabalhar as fases da resposta sexual humana, identificar possíveis gatilhos emocionais e desenvolver estratégias para que você se sinta mais seguro, confiante e conectado ao seu próprio prazer.
O tratamento é possível e, com acompanhamento adequado, você pode sim recuperar sua confiança e viver sua sexualidade com mais leveza e prazer. Você não está sozinho.
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