O Antidepressivo Desvenlafaxina acelera o cérebro?

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O Antidepressivo Desvenlafaxina acelera o cérebro?
Nenhum antidepressivo "acelera o cérebro", pois nao existe este conceito. O que antidepressivos podem causar, eventualmente, quando a pessoa tem predisposição, é aceleração de pensamentos (no caso da bipolaridade tipos I, II, III ou IV, por exemplo). Também, algumas pessoas, no início do tratamento, sentem algum grau de inquietação e que chamam, erroneamente, de "aceleração". Se está tendo algum sintoma desconfortável ou outras pessoas estao notando alguma alteração no seu comportamento ou raciocínio, fale com seu psiquiatra, que conhece pessoalmente seu caso e os detalhes de seu tratamento.

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Não necessariamente. A Desvenlafaxina é um antidepressivo que atua na regulação dos neurotransmissores no cérebro, o que pode melhorar o humor e reduzir os sintomas da depressão. No entanto, isso não significa que ele acelera o cérebro. O efeito do medicamento pode variar de pessoa para pessoa e depende de diversos fatores, como a dose prescrita e a gravidade dos sintomas. É importante ressaltar que qualquer medicamento deve ser utilizado após um diagnóstico preciso e somente sob prescrição médica, preferencialmente de um Especialista (Psiquiatra) e acompanhamento adequado.
Prezada paciente,
A desvenlafaxina, um inibidor da recaptação de serotonina e noradrenalina (IRSN), não "acelera o cérebro" de forma literal, mas pode causar sensação de estimulação inicial em 10-20% dos pacientes, como ansiedade, agitação ou insônia, devido ao aumento da noradrenalina que eleva o alerta e a atividade simpática (estudos como o de Liebowitz et al., 2007, no Journal of Clinical Psychiatry, e meta-análises em CNS Drugs, 2015). Isso geralmente se resolve em 1-2 semanas à medida que o cérebro se adapta, sem evidências de aceleração cognitiva permanente. Se persistir, pode indicar dosagem alta ou sensibilidade individual.Recomendação: Não interrompa o medicamento sem orientação, pois a descontinuação abrupta agrava sintomas (síndrome de abstinência em até 30% dos casos, per APA guidelines 2010). Monitore com diário de sintomas e consulte seu psiquiatra para possível redução gradual ou adição de ansiolítico transitório.

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