O diagnóstico de Distopia genital pós parto tem um bom prognóstico em mulheres com idade inferior ao
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O diagnóstico de Distopia genital pós parto tem um bom prognóstico em mulheres com idade inferior aos 30 anos(sem histórico de obesidade)? Quanto tempo de fisioterapia pélvica é necessário (em média) para a reabilitação da área genital/perianal?
Tanto o prognóstico, quanto o tempo de tratamento vai depender do grau da distopia, da saúde dos intestinos, saúde íntima e funcionalidade do assoalho pélvico e abdomen. Para isso é necessário uma avaliação bem feita e detalhada da paciente.
Os graus 1 e 2 se resolvem somente com fisioterapia pélvica na maioria dos casos, os graus 3 e 4 devem passar por uma avaliação multiprofissional para entender qual a melhor conduta e é muito importante realizar fisioterapia no pré e pós operatório caso a cirurgia seja necessária.
Lembrando que cada pessoa é única, por tanto o tratamento deve ser individualizado e feito de acordo com os achados da avaliação. Fico a disposição!
Os graus 1 e 2 se resolvem somente com fisioterapia pélvica na maioria dos casos, os graus 3 e 4 devem passar por uma avaliação multiprofissional para entender qual a melhor conduta e é muito importante realizar fisioterapia no pré e pós operatório caso a cirurgia seja necessária.
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As distopias são lesões que podem acontecer no assoalho pélvico durante o parto, especialmente de mulheres que não foram adequadamente preparadas com fisioterapia pélvica de qualidade. Por isso é importante ter assistência com a fisioterapia pélvica, antes durante e depois da gravidez. Pois as distopias são possíveis de preveni-las, mantendo a musculatura fortalecida do assoalho pélvico. independente de idade.
O prognostico depende do grau da distopia, mas com certeza a idade mais baixa ajuda muito no tratamento. No caso do tratamento conservador, a musculatura tera que ser mais ativa para compensar a lesão nos ligamentos, para isso é necessario o fortalecimento muscular, que demora por volta de a 3 meses para um ganho de força significativo. O ganho de força não é o unico objetivo no tratamento conservados, mas ele é muito relevante para definir o tempo de tratamento.
Quando o tratamento é cirurgico, o fortalecimento muscular entra como objetivo, mas existem outros fatores a se considerar, como tratamento de cicatrizes e fibroses, tratamento da mobilidade, que podem prolongar o tempo de tratamento.
Quando o tratamento é cirurgico, o fortalecimento muscular entra como objetivo, mas existem outros fatores a se considerar, como tratamento de cicatrizes e fibroses, tratamento da mobilidade, que podem prolongar o tempo de tratamento.
Olá, vai depender muito do grau que está sua distopia. Mas no mínimo 12 sessões.
Olá!!
Para responder sua pergunta, somente após a consulta, onde será realizada a avaliação.
Para responder sua pergunta, somente após a consulta, onde será realizada a avaliação.
Olá !!
A distopia genital pós-parto — que inclui descida de órgãos pélvicos como bexiga, útero ou reto — tem, sim, um bom prognóstico em mulheres com menos de 30 anos, especialmente quando não há fatores agravantes como obesidade, constipação crônica ou partos instrumentais.
Com a fisioterapia pélvica especializada e iniciada precocemente (idealmente entre 40 a 60 dias pós-parto, após liberação médica), muitas mulheres conseguem reverter quadros leves a moderados, melhorar a sustentação pélvica, reduzir sintomas e evitar cirurgias no futuro.
Em relação ao tempo de tratamento, ele pode variar bastante conforme o grau da distopia, presença de sintomas associados (como incontinência ou dor perineal) e a resposta de cada paciente.
O foco do tratamento fisioterapêutico inclui:
Reeducação perineal;
Fortalecimento do assoalho pélvico e da musculatura profunda abdominal
Correção postural;
Orientações funcionais para o dia a dia (como pegar o bebê, amamentar, evacuar e tossir sem sobrecarregar o períneo)
A distopia genital pós-parto — que inclui descida de órgãos pélvicos como bexiga, útero ou reto — tem, sim, um bom prognóstico em mulheres com menos de 30 anos, especialmente quando não há fatores agravantes como obesidade, constipação crônica ou partos instrumentais.
Com a fisioterapia pélvica especializada e iniciada precocemente (idealmente entre 40 a 60 dias pós-parto, após liberação médica), muitas mulheres conseguem reverter quadros leves a moderados, melhorar a sustentação pélvica, reduzir sintomas e evitar cirurgias no futuro.
Em relação ao tempo de tratamento, ele pode variar bastante conforme o grau da distopia, presença de sintomas associados (como incontinência ou dor perineal) e a resposta de cada paciente.
O foco do tratamento fisioterapêutico inclui:
Reeducação perineal;
Fortalecimento do assoalho pélvico e da musculatura profunda abdominal
Correção postural;
Orientações funcionais para o dia a dia (como pegar o bebê, amamentar, evacuar e tossir sem sobrecarregar o períneo)
O prognóstico está diretamente ligado ao grau da distopia (prolapso). O primeiro passo é fazer uma avaliação minuciosa com uma fisioterapeuta pélvica que tenha experiência em prolapsos. Você é jovem. Cuide-se :)
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