O meu bebê ainda não tem 3 anos é muito agitado o pediatra disse que ele tem traços de autismo prescreveu
O meu bebê ainda não tem 3 anos é muito agitado o pediatra disse que ele tem traços de autismo prescreveu Risperidona 1mg/ml porém depois de tudo que li sobre os efeitos colaterais estou com muito medo, que me recomendam?
7 respostas
Existem 2 grandes considerações sobre a sua pergunta. 1 Ao se prescrever qualquer medicação é preciso fazer um balanço entre riscos/benefícios do uso da medicação VS riscos/benefícios do não uso da medicação. Se sua criança for muito agitada e agressiva ela poderá ter muito benefício com a risperidona. 2 Os efeitos colaterais variam muito de uma pessoa para a outra. O relevante são os efeitos colaterais que a pessoa sente, e não os que estão descritos na bula. Avaliar os efeitos é rotina feita em todos os retornos. Dito isso a maioria das crianças se adapta bem com o uso da risperidona. Outra coisa é que independentemente do diagnóstico de autismo pode ser importante o atendimento multiprofissional: fonoaudiologo, TO, psicopedagogo, etc
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Olá, toda medicação deve constar na bula os possíveis efeitos colaterais verificados durante a pesquisa do mesmo para aprovação final. Isso não quer dizer que a pessoa vá apresentar todos os sintomas ou alguns. Por isso é importante o acompanhamento regular do médico que o receitou para a evolução do mesmo.
Olá. Atualmente o diagnostico de autismo está sendo mais divulgado, principalmente nos casos em que o comportamento da criança apresenta características enigmáticas e limitadas. Portanto, deve fazer parte dos pais adquirir disponibilidade para escutar o que o filho quer dizer com este jeito singular e particular de agir. Pois, é preciso reconhecer que aos três anos de idade, seu filho esta ainda constituindo sua subjetividade e vivenciando experiências com o mundo externo. Sugiro, então, se for possível, que você e seu filho participem de sessões psicoterapêuticas para que a relação de vocês possa também ser trabalhada de maneira particular e singular. Um abraço.
Olá! A agitação do seu bebê pode estar relacionada a outros transtornos da primeira infância. Seria importante procurar um profissional com experiência em atendimento a bebês e verificar a necessidade de atendimento e/ou ser apenas um bebê mais animado como muitos que recebo, que foram diagnosticados com autismo e não são. Obrigada pela pergunta.
Olá! Para o autismo não existe medicação e, considerando a idade, antes de iniciá-la como tratamento para a agitação, sugiro que avalie os pontos positivos e negativos desta conforme colocado pelo Dr. Tomás. É importante que busque acompanhamento multidisciplinar... A agitação pode ter relação direta com falha no processamento sensorial e o trabalho de um Terapeuta Ocupacional pode ajudar muito; a Psicoterapia pode ser útil para te auxiliar no manejo da sua criança no dia a dia, entre outras coisas. É importante que o trabalho seja feito com base nos sintomas e ajude a você e seu filho.
Olá, é importante que seu bebê passe por uma segunda avaliação de preferência um profissional em neuropsiquiatria. Hoje, é preciso que os pais tenham bastante cuidado quando recebe o diagnóstico do seu filho como sendo portador do espectro autista. A criança aos 3 anos de idade encontra - se desenvolvimento, portanto agitação pode ser por vários fatores, como é a dinâmica familiar? Ele tem contato com outras crianças diariamente? Os pais passeiam com a criança? Enfim, é importante ressaltar que agitação não é sintoma só de autismo, TDAH apresenta sintomas que as vezes se confunde com o espectro.
Olá! É importante avaliar como esta agitação se apresenta no seu filho. Recebo crianças no consultório com diagnósticos precoces e equivocados, por uma questão muito comum hoje em dia praticada pelos profissionais da saúde que é deixar as crianças cada dia mais quietas. Busque uma avaliação complementar, com um psiquiatra e leve seu filho a um psicólogo, para que este comportamento possa ser avaliado.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.





