O psiquiatra me receitou Afetus® (cloridrato de sertralina), mas eu quero tentar melhorar sem medica
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O psiquiatra me receitou Afetus® (cloridrato de sertralina), mas eu quero tentar melhorar sem medicação, pois não gosto dos efeitos colaterais. É possível?
Bom dia! Para parte dos pacientes é possível, mas isso depende do que você está sentindo e qual a gravidade dos sintomas. Idealmente, um tratamento engloba não somente medicamentos, mas também psicoterapia, mudanças de estilo de vida, melhores hábitos de sono, alimentação e atividade física regular, redução de estressores, abordagem das relações interpessoais e fortalecimento da espiritualidade (se fizer sentido para o paciente). Os medicamentos podem ser fortes aliados para proporcionar uma melhora inicial que permita acelerar o início das outras intervenções. Aproveito para informar que não são todos os pacientes que apresentam os temidos efeitos colaterais dos antidepressivos. Converse com seu psiquiatra sobre essas outras possibilidades de tratamento e exponha sua insegurança em relação aos medicamentos, conhecendo seu caso ele pode propor outras opções sob medida para você. Desejo melhoras!!
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Em alguns casos, é possível sim melhorar sem medicação, especialmente quando os sintomas são leves e há acompanhamento psicoterápico regular. Técnicas de terapia cognitivo-comportamental (TCC), mudanças de estilo de vida — como sono adequado, atividade física e rotina estruturada — podem trazer bons resultados.
Por outro lado, quando os sintomas são moderados ou intensos e já atrapalham o dia a dia, a medicação costuma ser necessária para estabilizar o quadro e permitir que a terapia funcione melhor.
O ideal é conversar com seu psiquiatra sobre um plano conjunto: começar pela terapia, avaliar sua evolução e só introduzir o medicamento se realmente for preciso.
Por outro lado, quando os sintomas são moderados ou intensos e já atrapalham o dia a dia, a medicação costuma ser necessária para estabilizar o quadro e permitir que a terapia funcione melhor.
O ideal é conversar com seu psiquiatra sobre um plano conjunto: começar pela terapia, avaliar sua evolução e só introduzir o medicamento se realmente for preciso.
É possível porém é arriscado. Se há doença, sintomas, eh preferível tomar
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