O tratamento TRT pode ser contra indicado para quem tem algum tipo de comprometimento renal ou no fí
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O tratamento TRT pode ser contra indicado para quem tem algum tipo de comprometimento renal ou no fígado?
Olá! Pode, mas depende de cada caso e grau do comprometimento hepático. O importante é após a avaliação clínica, laboratorial e indicação, prescrever o melhor tratamento. Atenciosamente.
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A terapia de reposição de testosterona (TRT) é indicada no tratamento do hipogonadismo masculino confirmado, com benefícios sobre composição corporal, densidade óssea, função sexual e bem-estar. No entanto, do ponto de vista acadêmico e clínico, a TRT exige cautela em pacientes com comprometimento renal ou hepático, não sendo uma contraindicação absoluta em todos os casos, mas sim dependente da gravidade e da etiologia da doença.
Em relação ao fígado, as maiores preocupações estão associadas às formulações orais 17-alfa-alquiladas, que podem causar hepatotoxicidade e, por isso, não são recomendadas. As formas injetáveis ou transdérmicas apresentam menor impacto hepático, mas ainda assim requerem monitorização de enzimas hepáticas, sobretudo em pacientes com hepatopatias prévias, esteatose hepática ou uso concomitante de outras medicações hepatotóxicas.
Quanto à função renal, a testosterona pode promover retenção hídrica e sódica, o que pode agravar quadros de insuficiência renal, especialmente em estágios moderados a avançados, além de potencialmente elevar a pressão arterial. Nesses pacientes, o risco de edema e descompensação deve ser cuidadosamente avaliado.
Assim, a indicação da TRT deve ser individualizada, baseada em exames laboratoriais, avaliação clínica completa e escolha criteriosa da formulação. Recomenda-se fortemente acompanhamento com um endocrinologista, que poderá ponderar riscos e benefícios, ajustar doses e monitorar possíveis efeitos adversos, sempre priorizando sua segurança e evolução clínica. Este chat permanece disponível para esclarecer dúvidas adicionais e oferecer suporte sempre que necessário.
Em relação ao fígado, as maiores preocupações estão associadas às formulações orais 17-alfa-alquiladas, que podem causar hepatotoxicidade e, por isso, não são recomendadas. As formas injetáveis ou transdérmicas apresentam menor impacto hepático, mas ainda assim requerem monitorização de enzimas hepáticas, sobretudo em pacientes com hepatopatias prévias, esteatose hepática ou uso concomitante de outras medicações hepatotóxicas.
Quanto à função renal, a testosterona pode promover retenção hídrica e sódica, o que pode agravar quadros de insuficiência renal, especialmente em estágios moderados a avançados, além de potencialmente elevar a pressão arterial. Nesses pacientes, o risco de edema e descompensação deve ser cuidadosamente avaliado.
Assim, a indicação da TRT deve ser individualizada, baseada em exames laboratoriais, avaliação clínica completa e escolha criteriosa da formulação. Recomenda-se fortemente acompanhamento com um endocrinologista, que poderá ponderar riscos e benefícios, ajustar doses e monitorar possíveis efeitos adversos, sempre priorizando sua segurança e evolução clínica. Este chat permanece disponível para esclarecer dúvidas adicionais e oferecer suporte sempre que necessário.
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