Oi Boa noite Tomo Vertix mais de vez em quando eu tomo Rivotril. Posso tomar juntos?
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Oi Boa noite
Tomo Vertix mais de vez em quando eu tomo Rivotril.
Posso tomar juntos?
Tomo Vertix mais de vez em quando eu tomo Rivotril.
Posso tomar juntos?
Boa noite. Não sei a sua idade, mas o Vertix usado cronicamente por pacientes de meia idade ou idosos pode levar a parkinsonismo (sintomas semelhantes a doença de Parkinson), não sugerimos o uso prolongado dessa medicação. Fora isso, não há contraindicacao específica ao uso combinado com Rivotril.
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Em relação ao Vertix, deve ser orientado pelo otorrino/neurologista sobre o uso e duração. Em relação ao Rivotril não há problemas com a associação, lembrando que é uma medicação para ser usada eventualmente ou por um tempo determinado dentro de um tratamento medicamentoso adequado. Att.
Excelente pergunta — e muito importante, pois tanto o Vertix (flunarizina) quanto o Rivotril (clonazepam) atuam sobre o sistema nervoso central, e embora possam ser usados juntos em alguns casos, essa combinação exige cautela e acompanhamento médico próximo.
1. Entendendo cada medicamento:
Vertix (flunarizina) — é um bloqueador dos canais de cálcio usado para prevenir enxaquecas, reduzir tonturas vestibulares e melhorar sintomas de labirintite. Atua diminuindo a excitabilidade neuronal e tem efeito sedativo leve, podendo causar sonolência e lentidão em algumas pessoas.
Rivotril (clonazepam) — é um benzodiazepínico, indicado para transtornos de ansiedade, crises epilépticas, insônia e vertigens associadas a tensão emocional. Seu efeito é ansiolítico, anticonvulsivante e sedativo, reduzindo a atividade cerebral de forma global.
2. É possível usar juntos?
Sim, em alguns casos específicos, o neurologista ou otoneurologista pode associar Vertix + Rivotril de forma controlada — por exemplo, no tratamento de vertigem de origem mista (labiríntica e ansiosa), ou em pacientes com enxaqueca vestibular.
Contudo, essa combinação potencializa a sonolência e a lentidão motora, exigindo atenção especial.
3. Efeitos e cuidados ao associar:
Ao usar os dois medicamentos, pode haver:
Sonolência acentuada (principalmente se usados no mesmo horário);
Lentidão no raciocínio e fala;
Redução da coordenação motora e do reflexo;
Em alguns casos, queda de pressão ou tontura ao levantar.
Por isso:
Evite dirigir, operar máquinas ou realizar atividades que exijam atenção logo após o uso;
Não associe com álcool ou outros sedativos;
Mantenha horários regulares e doses exatas;
Informe o médico se sentir muita sonolência, confusão mental ou cansaço excessivo.
4. Orientação prática:
Se você usa Vertix diariamente e o Rivotril apenas ocasionalmente (por exemplo, à noite, para dormir ou em crises de ansiedade), não há contraindicação absoluta, desde que não coincidam os horários e que o uso do Rivotril seja esporádico;
Prefira tomá-los em horários diferentes (exemplo: Vertix à noite e Rivotril apenas se realmente necessário para dormir);
Caso o uso conjunto se torne frequente, é importante reavaliar com o neurologista se há outra opção menos sedativa.
5. Em resumo:
Pode-se usar Vertix e Rivotril juntos, mas com cautela e sob supervisão médica;
Evite tomá-los no mesmo horário e nunca associe com álcool;
Se a sonolência for intensa, o médico pode ajustar o horário ou a dose de um deles;
O uso prolongado de Rivotril deve ser sempre monitorado para evitar dependência.
Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com seu neurologista é essencial para avaliar sua resposta e garantir segurança no uso.
Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, medicina do sono, enxaquecas, tonturas e manejo seguro de ansiolíticos, sempre com uma abordagem técnica e humanizada.
Dra. Patrícia Gomes Damasceno – Neurologista | Especialista em Medicina do Sono
CRM 11930-CE | RQE nº 7771 | RQE nº 8082
1. Entendendo cada medicamento:
Vertix (flunarizina) — é um bloqueador dos canais de cálcio usado para prevenir enxaquecas, reduzir tonturas vestibulares e melhorar sintomas de labirintite. Atua diminuindo a excitabilidade neuronal e tem efeito sedativo leve, podendo causar sonolência e lentidão em algumas pessoas.
Rivotril (clonazepam) — é um benzodiazepínico, indicado para transtornos de ansiedade, crises epilépticas, insônia e vertigens associadas a tensão emocional. Seu efeito é ansiolítico, anticonvulsivante e sedativo, reduzindo a atividade cerebral de forma global.
2. É possível usar juntos?
Sim, em alguns casos específicos, o neurologista ou otoneurologista pode associar Vertix + Rivotril de forma controlada — por exemplo, no tratamento de vertigem de origem mista (labiríntica e ansiosa), ou em pacientes com enxaqueca vestibular.
Contudo, essa combinação potencializa a sonolência e a lentidão motora, exigindo atenção especial.
3. Efeitos e cuidados ao associar:
Ao usar os dois medicamentos, pode haver:
Sonolência acentuada (principalmente se usados no mesmo horário);
Lentidão no raciocínio e fala;
Redução da coordenação motora e do reflexo;
Em alguns casos, queda de pressão ou tontura ao levantar.
Por isso:
Evite dirigir, operar máquinas ou realizar atividades que exijam atenção logo após o uso;
Não associe com álcool ou outros sedativos;
Mantenha horários regulares e doses exatas;
Informe o médico se sentir muita sonolência, confusão mental ou cansaço excessivo.
4. Orientação prática:
Se você usa Vertix diariamente e o Rivotril apenas ocasionalmente (por exemplo, à noite, para dormir ou em crises de ansiedade), não há contraindicação absoluta, desde que não coincidam os horários e que o uso do Rivotril seja esporádico;
Prefira tomá-los em horários diferentes (exemplo: Vertix à noite e Rivotril apenas se realmente necessário para dormir);
Caso o uso conjunto se torne frequente, é importante reavaliar com o neurologista se há outra opção menos sedativa.
5. Em resumo:
Pode-se usar Vertix e Rivotril juntos, mas com cautela e sob supervisão médica;
Evite tomá-los no mesmo horário e nunca associe com álcool;
Se a sonolência for intensa, o médico pode ajustar o horário ou a dose de um deles;
O uso prolongado de Rivotril deve ser sempre monitorado para evitar dependência.
Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com seu neurologista é essencial para avaliar sua resposta e garantir segurança no uso.
Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, medicina do sono, enxaquecas, tonturas e manejo seguro de ansiolíticos, sempre com uma abordagem técnica e humanizada.
Dra. Patrícia Gomes Damasceno – Neurologista | Especialista em Medicina do Sono
CRM 11930-CE | RQE nº 7771 | RQE nº 8082
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