Oi, boa tarde! Poderia me informar quais serias os exames feitos para identificar a resistência a in

Oi, boa tarde! Poderia me informar quais serias os exames feitos para identificar a resistência a insulina? Desde já agradeço

5 respostas


Ola, Um bom exame físico, dosagem de glicemia, insulina e hemoglobina glicada podem auxiliar nesse diagnóstico. Além de conhecer a história clinica do paciente para investigar o risco de ter essa alteraçao (sobrepeso, habitos, atividade fisica, doenças associadas, uso de medicamentos). Fico à disposição para ajudar.

Dra. Geisla Abreu

Dra. Geisla Abreu

Endocrinologista

Rio de Janeiro

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A avaliação do diagnóstico de resistência à insulina é eminentemente clínica. Geralmente uma boa consulta é suficiente para tal (anamnese e exame físico). Contudo alguns exames podem auxiliar, e corroborar, tais como perfil lipídico, glicemia em jejum, insulina em jejum.


Para investigar resistência à insulina, não existe um único exame que confirme o diagnóstico em todos os casos. O endocrinologista geralmente avalia um conjunto de exames laboratoriais e sinais clínicos. Os exames mais utilizados são: Glicemia de jejum: avalia o nível de glicose no sangue após período de jejum. Insulina de jejum: ajuda a identificar se o organismo está produzindo insulina em excesso para manter a glicose controlada. Índice HOMA-IR: calculado a partir da glicemia e da insulina de jejum, sendo uma ferramenta bastante utilizada para estimar resistência à insulina. Hemoglobina glicada (HbA1c): mostra a média da glicose dos últimos 2 a 3 meses e ajuda a identificar pré-diabetes ou diabetes. Curva glicêmica (TOTG): avalia a resposta do organismo após ingestão de glicose, podendo ser associada à dosagem de insulina em alguns casos. Perfil lipídico (colesterol total, LDL, HDL e triglicerídeos): alterações, especialmente triglicerídeos elevados e HDL baixo, podem estar associadas à resistência à insulina. Avaliação de gordura no fígado (esteatose hepática), quando há suspeita clínica, pois existe relação frequente com resistência insulínica. Além dos exames, o médico avalia fatores como aumento de gordura abdominal, dificuldade para perder peso, histórico familiar de diabetes, pressão alta, síndrome dos ovários policísticos e alterações de pele como acantose nigricans. O acompanhamento com endocrinologista é importante para interpretar esses exames de forma individualizada e avaliar resistência à insulina, metabolismo, obesidade, pré-diabetes, diabetes tipo 2 e risco cardiovascular, definindo estratégias de tratamento com alimentação, atividade física e, quando necessário, medicamentos.

Dr. Igor Bernardes

Dr. Igor Bernardes

Endocrinologista

São Paulo

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A investigação da resistência à insulina não depende de um único exame, mas da combinação de avaliação clínica, histórico familiar, medidas corporais e exames laboratoriais. Os principais exames utilizados pelo endocrinologista incluem: Glicemia de jejum: avalia a concentração de glicose no sangue após período de jejum. Insulina de jejum: ajuda a verificar se o organismo está produzindo insulina em excesso para compensar a resistência. Índice HOMA-IR: calculado a partir da glicemia e insulina de jejum, sendo um dos métodos mais utilizados na prática clínica. Hemoglobina glicada (HbA1c): avalia a média da glicose dos últimos 2 a 3 meses. Teste oral de tolerância à glicose (TOTG) com glicemia e, em alguns casos, insulina nos tempos de 0, 30, 60, 90 e 120 minutos. Perfil lipídico (colesterol total, HDL, LDL e triglicerídeos), pois alterações metabólicas podem estar associadas. Avaliação de circunferência abdominal, peso, IMC e composição corporal. A interpretação deve ser individualizada, pois uma pessoa pode ter resistência à insulina mesmo com glicemia normal inicialmente. A consulta com endocrinologista permite identificar alterações relacionadas a resistência à insulina, pré-diabetes, diabetes, obesidade e metabolismo, orientando mudanças de estilo de vida e, quando necessário, tratamento específico.

Dr. Pablo Leal

Dr. Pablo Leal

Endocrinologista

São Paulo

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A investigação de resistência à insulina não depende de um único exame. Na prática clínica, podem ser avaliados glicemia de jejum, insulina de jejum e hemoglobina glicada (HbA1c). A partir da glicemia e da insulina de jejum, pode-se calcular o índice HOMA-IR, que auxilia na avaliação da resistência à insulina, embora seus valores de referência variem conforme o método laboratorial e a população. Em situações específicas, o médico pode solicitar teste oral de tolerância à glicose (curva glicêmica), eventualmente associado à avaliação da insulina. Também é importante analisar peso, circunferência abdominal, pressão arterial, perfil lipídico e histórico familiar. Portanto, o diagnóstico deve integrar exames laboratoriais e avaliação clínica, especialmente em pessoas com sobrepeso, obesidade ou dificuldade para emagrecer.

Dr. Filipe Teles Tomaz

Dr. Filipe Teles Tomaz

Endocrinologista

São Paulo

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Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.