Oi! Eu estou passando há dois dias por crises de ansiedade, elas normalmente vem quando é de dia e d

Oi! Eu estou passando há dois dias por crises de ansiedade, elas normalmente vem quando é de dia e de noite, eu praticamente não consigo dormir por causa da dor no peito, a falta de ar, a pressão no corpo e o sentimento do suor frio e dos batimentos cardíacos rápidos. As crises estão custando muito de mim, eu já fui ao médico duas vezes, eles repetiram que eu estava normal e que a dor era psicológica, que eu precisava de um psicólogo ou psiquiatra. Mas eu não me sinto triste, eu não sei de onde as crises de ansiedade saíram, mas estão estragando muita parte do meu tempo, inclusive de tarde também, onde eu sinto cansaço extremo e febre. Elas estão ficando sérias ao ponto de eu ter medo de dormir e chorar muito, eu já não sei o que fazer.

15 respostas


Sim, crises de ansiedade podem surgir mesmo quando a pessoa não está triste e não consegue identificar um motivo específico. Elas podem provocar sintomas físicos intensos, como coração acelerado, falta de ar, suor frio, pressão ou dor no peito e medo de que algo grave esteja acontecendo. Porém, nem todo sintoma deve ser atribuído automaticamente à ansiedade. Febre verdadeira, principalmente se medida no termômetro, não é um sintoma típico de uma crise de ansiedade e merece avaliação clínica se estiver presente. Como as crises estão frequentes, prejudicando seu sono e causando sofrimento importante, vale procurar um psiquiatra e iniciar acompanhamento psicológico. Existem tratamentos eficazes e não é necessário esperar o quadro piorar para buscar ajuda. Se a dor no peito ou falta de ar forem intensas ou diferentes do habitual, houver desmaio ou febre persistente, procure novamente atendimento presencial.

Dr. Danylo  Figueredo Cezana

Dr. Danylo Figueredo Cezana

Psiquiatra

Teixeira de Freitas

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Os sintomas descritos podem ocorrer em crises de ansiedade e ataques de pânico, mesmo sem tristeza ou causa emocional claramente identificada. Dor no peito, falta de ar, palpitações, suor frio e medo intenso podem ser muito assustadores, além de favorecerem insônia, cansaço e preocupação constante. Como você já foi avaliado(a) duas vezes, é importante manter acompanhamento médico e buscar avaliação com psiquiatra para investigar transtorno de ansiedade, transtorno do pânico e outras possíveis causas. A psicoterapia também pode auxiliar significativamente no controle das crises e na recuperação da qualidade de vida. Se houver dor no peito diferente ou intensa, desmaio, falta de ar importante ou piora súbita, procure atendimento de urgência.


Os sintomas descritos, como dor no peito, falta de ar, palpitações, suor frio, sensação de pressão e medo intenso, podem ocorrer em crises de ansiedade e ataques de pânico, mesmo sem você se sentir triste ou identificar um motivo específico. Entretanto, febre e cansaço extremo não devem ser automaticamente atribuídos à ansiedade e merecem nova avaliação clínica. Como as crises estão frequentes, prejudicando o sono e causando sofrimento importante, uma avaliação com psiquiatra é recomendada para investigar transtorno de ansiedade, transtorno do pânico e definir tratamento, que pode incluir psicoterapia e/ou medicação. Se a dor no peito ou falta de ar forem intensas, diferentes do habitual, acompanhadas de desmaio, confusão ou piora importante, procure atendimento de urgência.


Os sintomas descritos são compatíveis com crises de ansiedade ou ataques de pânico, que podem ocorrer mesmo sem tristeza ou causa emocional evidente. Dor no peito, falta de ar, palpitações, suor frio, sensação de pressão e medo intenso podem gerar grande sofrimento e insônia. Entretanto, febre e cansaço extremo não devem ser atribuídos automaticamente à ansiedade. Como as crises estão recorrentes e prejudicando seu sono e funcionamento, uma avaliação com psiquiatra é indicada para investigar transtorno de ansiedade, transtorno do pânico e possíveis causas associadas, definindo tratamento individualizado. Se houver dor torácica intensa ou piora súbita, procure atendimento de urgência.


Saudações acolhedoras... veja, nem tudo é depressão. Existe um Transtorno Mental chamado Transtorno de Ansiedade Generalizada, o que provavelmente você está tendo. E, o pior, acompanhado de crises de Pânico. Não resista... vá urgentemente a um psiquiatra, e também a um psicólogo. Os medicamentos vão te fazer viver normalmente de novo. A terapia vai lhe fazer bem. Exerça este ato de amor para contigo mesmo. Espero ter contribuído.


O que você descreve é bastante compatível com crises de pânico, que podem causar sintomas físicos muito intensos, como dor ou pressão no peito, falta de ar, palpitações, suor frio e sensação de que algo grave está acontecendo. E não é necessário estar triste para ter uma crise de ansiedade. Como você já foi avaliado duas vezes e não foram encontradas alterações, isso tranquiliza um pouco. Ainda assim, se a dor no peito, falta de ar ou palpitações mudarem de padrão, ficarem mais intensas ou persistirem, procure novamente um serviço de emergência. Se as causas clínicas já foram descartadas, recomendo procurar um psiquiatra e/ou psicólogo. Existem tratamentos muito eficazes para crises de pânico e ansiedade, e não é necessário descobrir sozinho o motivo pelo qual elas começaram para iniciar o tratamento.


Eu entendo por que você está assustada — esses sintomas são muito intensos e não precisam vir acompanhados de tristeza para serem ansiedade ou pânico. Mas febre, dor no peito e falta de ar não devem ser atribuídas automaticamente ao psicológico. Como isso está acontecendo há dois dias, está impedindo você de dormir e existe febre, procure uma nova avaliação médica presencial hoje. Se a dor ficar forte, houver falta de ar importante, desmaio, confusão ou piora súbita, vá à emergência ou acione o SAMU 192. Depois de afastar causas clínicas, um psiquiatra pode avaliar se são ataques de pânico, outro quadro de ansiedade ou algo associado, e organizar um tratamento. Você não precisa continuar tentando suportar isso sozinha; quando o corpo e a mente chegam nesse ponto, pedir ajuda também é parte do cuidado.


Oi! Pelo seu relato, os sintomas que você descreve são bem comuns em crises de ansiedade e de pânico. Mesmo que não haja tristeza, a ansiedade quando está muito elevada pode causar sofrimento e dificuldades na vida. A febre relatada me preocupa, sugiro medição da temperatura corporal com termômetro nesses momentos. E, em caso de febre aferida, buscar atendimento clínico. Pelo tempo que isso já está te custando e pelo jeito que está afetando seu sono e seu dia a dia, é interessante marcar uma avaliação psiquiátrica.


Eu imagino o quanto esses últimos dias devem estar sendo difíceis para você. Passar por crises tão intensas, com dor no peito, falta de ar, coração acelerado e ainda ficar com medo de dormir é realmente muito angustiante. Como você já foi avaliado duas vezes e, pelo que relatou, a parte clínica foi investigada sem identificarem alterações, acredito que seja muito importante agora procurar uma avaliação com um psiquiatra. Crises de ansiedade e pânico podem causar sintomas físicos muito intensos, mesmo quando a pessoa não está triste e não consegue identificar um motivo para elas terem começado. Como isso já está acontecendo há alguns dias, atrapalhando seu sono e seu dia a dia, você não precisa simplesmente “aguentar” até passar. Uma avaliação psiquiátrica pode ajudar a entender o que está acontecendo e definir uma estratégia para controlar essas crises e permitir que você volte a dormir e se sentir mais segura. Importante lembrar que você não deve aumentar ou suspender nenhuma medicação por conta própria. Se houver uma mudança importante no padrão dos sintomas ou piora dos sintomas físicos, procure novamente atendimento de urgência.


Olá. Pelo que você descreve, os sintomas podem ser compatíveis com crises de ansiedade/pânico: dor ou aperto no peito, falta de ar, coração acelerado, suor frio, tremores, sensação de pressão no corpo e medo intenso podem ocorrer durante uma crise. E você não precisa necessariamente estar triste ou saber qual foi o gatilho; crises de pânico podem surgir inesperadamente. Mas há um ponto importante: dor no peito, falta de ar, suor frio e palpitações não devem ser automaticamente atribuídos à ansiedade. Como estão acontecendo há dois dias e estão prejudicando inclusive seu sono, se os sintomas estiverem ocorrendo agora, forem intensos ou diferentes dos episódios que já foram avaliados, procure novamente atendimento médico, especialmente se houver dor forte/prolongada, desmaio, falta de ar importante ou dor irradiando para braço, costas, mandíbula ou pescoço. Como você já foi avaliado duas vezes e não encontraram alteração física, faz bastante sentido procurar psiquiatra e psicólogo. O transtorno do pânico tem tratamento eficaz, principalmente com terapia cognitivo-comportamental e, quando necessário, medicamentos. Enquanto isso, durante uma crise, tente não lutar contra as sensações: sente-se em um local seguro, faça respirações lentas e regulares e lembre-se de que a aceleração cardíaca e a falta de ar podem fazer parte da resposta de ansiedade e tendem a diminuir com o tempo. E, principalmente, não enfrente isso sozinho(a). Conte a alguém de confiança o que está acontecendo, sobretudo porque você está com medo de dormir e chorando muito. Isso merece cuidado e tratamento, e não significa que você ficará assim permanentemente.


Crises de ansiedade não necessariamente precisam ser acompanhadas do sentimento de tristeza, e, por vezes, elas podem ocorrer até sem o indivíduo saber o real causador daquelas crises. Nesses estados o corpo está em vigilância constante, hiperativado, no modo de "luta ou fuga", e a qualquer momento pode causar sintomas físicos intensos, gerando um ciclo vicioso no qual o indivíduo tem medo de ter novamente a crise, e, por isso, acaba tendo mais crises. O ideal nesse caso é realmente afastar possíveis causas orgânicas, e na vigência da continuidade desses sintomas buscar um psiquiatra para avaliação completa dos seus sintomas e inicio do tratamento adequado. Quanto mais cedo você ser tratado, é melhor para ti, pois irá reduzir o tempo de sofrimento e a energia gasta com esses sintomas.

Dra. Amanna Vieira Gama

Dra. Amanna Vieira Gama

Psiquiatra

Vitória da Conquista

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Você não precisa estar triste para estar vivendo crises de ansiedade. O que chama atenção no seu relato é que o corpo entrou em alerta tão rápido que agora até dormir virou uma ameaça: dor no peito, falta de ar, suor frio e coração acelerado acabam alimentando o medo de uma nova crise. Os exames normais são tranquilizadores, mas não significam que os sintomas sejam imaginários. Só faria uma ressalva: se essa febre foi realmente medida no termômetro, ela não deve ser colocada automaticamente na conta da ansiedade e precisa ser revista clinicamente. Depois disso, é importante entender o que inaugurou essa sequência e quebrar o ciclo entre sensação física, interpretação de perigo e medo de dormir. Essa história merece ser reconstruída com calma, não resumida a “é psicológico”.


Passar por episódios agudos gera uma angústia profunda, e ouvir que o corpo está normal nos exames de emergência pode trazer uma sensação de incompreensão e solidão, mas o seu sofrimento é legítimo e merece todo o cuidado e acolhimento. Podemos pensar no nosso sistema de ansiedade como o alarme de incêndio de uma casa: a função dele é proteger a nossa vida disparando alertas fortes em situações de perigo real. Às vezes, os sensores desse alarme cerebral, que dependem do equilíbrio de neurotransmissores como a adrenalina e a serotonina, ficam supersensíveis e desregulados. Quando isso acontece, a central de controle dispara avisos estridentes mesmo sem a presença de fogo ou tristeza aparente, enchendo o corpo de sinais físicos urgentes, como o coração acelerado e a sensação de sufoco, o que sobrecarrega a sua energia e gera um cansaço extremo. Como as crises estão frequentes e impactando severamente o seu descanso e a sua rotina, o passo mais seguro é agendar uma consulta com um médico psiquiatra e iniciar acompanhamento com um psicólogo. Esses profissionais poderão avaliar o seu quadro detalhadamente, entender a sensibilidade dos seus circuitos neurais e indicar o tratamento adequado para você recuperar o seu equilíbrio e a sua paz. Cuide-se com muito carinho!

Dr. Cyro Masci

Dr. Cyro Masci

Psiquiatra

São Paulo

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Crises de ansiedade ou pânico podem produzir sintomas físicos muito intensos, incluindo taquicardia, falta de ar, pressão ou dor no peito, tremores, suor frio e sensação de que algo grave está acontecendo, mesmo sem a pessoa estar triste ou identificar um motivo claro. Entretanto, febre medida com termômetro não é um sintoma típico de crise de pânico e merece investigação clínica, assim como qualquer mudança importante no padrão da dor ou falta de ar. Como você já procurou atendimento duas vezes, o próximo passo é também buscar avaliação com psiquiatra e psicólogo, pois crises recorrentes e medo de dormir já estão causando prejuízo significativo. Se houver dor no peito intensa ou diferente, desmaio, falta de ar importante, febre persistente ou piora clínica, procure novamente atendimento de urgência.

Dra. Joyce Moreno

Dra. Joyce Moreno

Psiquiatra

Rio de Janeiro

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Olá, bom dia!. A crise de ansiedade não precisa necessáriamente estar associada a sintomas depressivos. No seu caso, como é claro o prejuízo na sua vida, seria muito importante fazer uma avaliação psicologica e, dependendo da indicação, fazer o seguimento com psiquiatra também. A associação de terapia e medicação pode muito colaborar para sua melhora.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.