Olá! Eu tenho um problema que meu terapeuta atual está tentando trabalhar comigo há uns meses mas ne
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Olá! Eu tenho um problema que meu terapeuta atual está tentando trabalhar comigo há uns meses mas nem ele acha uma causa provável para isso.
suponhamos que você conheceu uma pessoa,estão se conhecendo
aí você começa a gostar e tudo fica recíproco.
depois do nada você começa a se sentir mal,logo depois vem esses pensamentos intrusivos para se m4t4r.
eu não sei explicar bem,eu só tenho esse pensamento ruim,logo eu não me envolvo com ninguém e prefiro ficar só.
suponhamos que você conheceu uma pessoa,estão se conhecendo
aí você começa a gostar e tudo fica recíproco.
depois do nada você começa a se sentir mal,logo depois vem esses pensamentos intrusivos para se m4t4r.
eu não sei explicar bem,eu só tenho esse pensamento ruim,logo eu não me envolvo com ninguém e prefiro ficar só.
Pensamentos intrusivos de morte que surgem em momentos de maior vínculo emocional não significam desejo real de morrer, mas costumam indicar um sofrimento psíquico intenso, frequentemente associado à ansiedade, à dificuldade de regular emoções, ao medo de perda, rejeição ou à ativação de esquemas cognitivos ligados à ameaça e à desvalia pessoal; quando o afeto e a proximidade aumentam, o sistema emocional pode entrar em estado de alarme, produzindo pensamentos automáticos invasivos e angustiantes que levam, compreensivelmente, à evitação de relacionamentos como forma de autoproteção; a psicologia compreende esses fenômenos como processos tratáveis, e o papel do psicólogo é justamente ajudar a identificar os gatilhos emocionais, diferenciar pensamentos intrusivos de intenções reais, fortalecer estratégias de regulação emocional e construir formas mais seguras de se vincular, sempre respeitando o ritmo do paciente; mesmo quando a “causa” não é imediatamente clara, o trabalho psicoterapêutico baseado em evidências oferece caminhos consistentes para reduzir o sofrimento, prevenir riscos e ampliar a sensação de segurança interna, sendo fundamental que você siga em acompanhamento e, diante de qualquer intensificação desses pensamentos, busque ajuda profissional imediata e redes de apoio, pois você não precisa enfrentar isso sozinho.
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Olá, você não precisa carregar tudo isso sozinha. Você merece viver relações em que possa amar e também se sentir amada, com cuidado e respeito. Talvez exista um medo aí: medo de se entregar, de se decepcionar, de não ser correspondida. Esse medo é humano. Em vez de se julgar por senti-lo, tente observar: qual é a sua visão sobre o amor? Como você aprendeu o que é o amor ao longo da vida? O que viu, ouviu ou viveu que ajudou a construir essa ideia? Permita-se reconhecer suas dores, mas também os seus desejos. Há um caminho possível entre proteger-se e abrir-se, e ele pode ser construído com tempo, gentileza e apoio.
Olá, espero que esteja bem! É importante olhar para sua história com mais profundidade para entender a origem de tais pensamentos. O que eles estão querendo te dizer? Como se sente diante de um relacionamento? Como são os relacionamentos na sua família? O que você ganha ficando sozinho? E entenda, aqui o ganho não é necessariamente algo bom, mas algo familiar que lhe gera sensação de segurança. Podemos repetir padrões inconscientes de nossa família, ou atuar a partir de crenças, também inconscientes, que registramos na infância. Somente olhando para tudo isso que podemos mudar o que vivemos hoje.
Obrigada por confiar algo tão sensível. O que você descreve é muito sério e merece cuidado, mas não significa que você queira morrer. Pensamentos intrusivos de morte podem surgir como uma resposta automática de ansiedade extrema, especialmente quando o vínculo emocional começa a se aprofundar. Para algumas pessoas, a proximidade ativa medo, desorganização interna ou feridas antigas; e o cérebro reage com pensamentos invasivos como forma de “fuga” do sofrimento.
Isso não é escolha, nem fraqueza, e não deve ser enfrentado sozinho(a). É fundamental trabalhar isso em um espaço terapêutico que compreenda trauma, apego, regulação do sistema nervoso e pensamentos intrusivos, com foco em segurança e estabilização antes de qualquer exposição emocional.
Se esses pensamentos aparecerem com intensidade ou risco imediato, procure ajuda urgente. E, se fizer sentido para você, posso te acompanhar em psicoterapia para compreender esse padrão com cuidado, construir mais segurança interna e te ajudar a se relacionar sem que isso vire sofrimento. Você não precisa lidar com isso só. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323
Isso não é escolha, nem fraqueza, e não deve ser enfrentado sozinho(a). É fundamental trabalhar isso em um espaço terapêutico que compreenda trauma, apego, regulação do sistema nervoso e pensamentos intrusivos, com foco em segurança e estabilização antes de qualquer exposição emocional.
Se esses pensamentos aparecerem com intensidade ou risco imediato, procure ajuda urgente. E, se fizer sentido para você, posso te acompanhar em psicoterapia para compreender esse padrão com cuidado, construir mais segurança interna e te ajudar a se relacionar sem que isso vire sofrimento. Você não precisa lidar com isso só. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323
Olá! Sinto muito por essas sensações intensas. Veja só, é difícil para outros profissionais contribuírem para um trabalho em andamento. Caso você se sinta frustrado com o tratamento, converse com seu terapeuta sobre isso. Esses diálogos difíceis tendem a ajudar o processo.
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