Olá. Minha mãe de 88 anos usa marcapasso desde 2018 devido a arritmia e bradicardia. A levo de 6 em
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Olá. Minha mãe de 88 anos usa marcapasso desde 2018 devido a arritmia e bradicardia. A levo de 6 em 6 meses no cardiologista para verificar o marcapasso e ele sempre mantém a mesma configuração, 65 bpm. De uns meses pra cá ela começou a apresentar taquicardia, com bpm entre 90-100 e episódios de pressão alta. O geriatra receitou bisoprolol e trocou a venlafaxina por escitalopram. Faz um mês mas o bpm continua alto, 96, 98. Demora pra fazer efeito?
Olá, tudo bem? Geralmente os efeitos do bisoprolol atingem seu pico com 1-2semanas. Assim, é necessário nova avaliação para checar por que a frequencia cardíaca dela está se mantendo mais elevada e se é necessário ajuste na dose.
Espero ter te ajudado!
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No caso da sua mãe, que tem marcapasso programado para frequência mínima de 65 bpm, é importante lembrar que o dispositivo apenas evita que o coração bata abaixo desse limite, mas não impede que a frequência cardíaca fique acima dele.
A presença de batimentos em torno de 90–100 bpm pode estar relacionada a diferentes fatores: desde resposta fisiológica (normal), efeitos de medicação, até a possibilidade de alguma arritmia atrial (como taquicardia atrial ou fibrilação atrial).
O bisoprolol pode ajudar no controle da frequência cardíaca, mas o efeito depende tanto da dose prescrita quanto da tolerância individual da paciente. Além disso, o ajuste da medicação deve ser feito com cautela em idosos e com acompanhamento próximo.
Portanto, não é possível afirmar apenas pelo número do pulso se esse ritmo é “normal” ou não. O ideal é que seja feita uma avaliação cardiológica, com exame físico, revisão do marcapasso e, se necessário, ECG ou Holter, para esclarecer a origem dessa taquicardia e definir se é necessário ajuste de dose ou troca de medicação.
A presença de batimentos em torno de 90–100 bpm pode estar relacionada a diferentes fatores: desde resposta fisiológica (normal), efeitos de medicação, até a possibilidade de alguma arritmia atrial (como taquicardia atrial ou fibrilação atrial).
O bisoprolol pode ajudar no controle da frequência cardíaca, mas o efeito depende tanto da dose prescrita quanto da tolerância individual da paciente. Além disso, o ajuste da medicação deve ser feito com cautela em idosos e com acompanhamento próximo.
Portanto, não é possível afirmar apenas pelo número do pulso se esse ritmo é “normal” ou não. O ideal é que seja feita uma avaliação cardiológica, com exame físico, revisão do marcapasso e, se necessário, ECG ou Holter, para esclarecer a origem dessa taquicardia e definir se é necessário ajuste de dose ou troca de medicação.
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