Olá, tenho 19 anos e, desde a infância, apresento dificuldades na socialização, comunicação e contat

3 respostas
Olá, tenho 19 anos e, desde a infância, apresento dificuldades na socialização, comunicação e contato visual, além de ansiedade em interações sociais. Tenho preferência por rotina, interesses intensos e comportamentos repetitivos, com desconforto diante de mudanças.

Também tenho sensibilidade elevada a estímulos sensoriais que geram crises autolesivas ou eu simplesmente "desligo" e fico imóvel, tenho dificuldades de atenção, organização e percepção do próprio corpo. Fui prematura e tive atrasos no desenvolvimento.

Gostaria de entender quais condições podem estar associadas a esse perfil.
Essa parece uma descrição que poderia talvez corresponder a autismo. Parece alguem que estudou algo sobre e repete pelavras que seriam usadas por um profissional talvez. Existem outras possibilidades tambem porém. é impostante avaliar para ter certeza.

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Você descreve um perfil compatível com condições do neurodesenvolvimento, especialmente o Transtorno do Espectro Autista (TEA), considerando as dificuldades sociais e de comunicação desde a infância, preferência por rotina, interesses intensos, comportamentos repetitivos, hipersensibilidade sensorial, crises de sobrecarga, “desligamentos”, histórico de prematuridade e atrasos no desenvolvimento.
Também há características frequentemente associadas ao TDAH, como dificuldades de atenção, organização e percepção corporal, que pode coexistir com o TEA. A ansiedade, especialmente social, costuma aparecer como consequência dessas dificuldades e da necessidade constante de adaptação.
As reações intensas a estímulos sensoriais e a imobilidade podem estar ligadas à sobrecarga sensorial e respostas de estresse, comuns em pessoas neurodivergentes.
Para compreender melhor esse perfil, é indicada uma avaliação neuropsicológica ou psiquiátrica especializada em adultos, que investigue TEA, TDAH e ansiedade de forma integrada.
Pelo que você está descrevendo, a história sugere um quadro de TEA, porém o diagnóstico só pode ser feito ao longo de um acompanhamento, de preferência multidisciplinar.

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