Ola! Tenho o desejo de me casar.... porém ja traí a pessoa que estou morando junto. Não sei dizer o

Ola! Tenho o desejo de me casar.... porém ja traí a pessoa que estou morando junto. Não sei dizer o por que mas quando penso em casamento ou é com ela ou não é com ninguém... Eu levo isso muito a sério e sei que se eu casar vou ter que renunciar muita coisa e viver sobre as regras do casamento. Tendo traído... eu preciso confessar e deixar ela decidir se ainda quer se casar comigo? Ou o casamento é realmente o começo da união de uma só carne e o que passou, passou?

21 respostas


Olá! Imagino que seja difícil decidir o que fazer nesse momento, mas contar a ela ou não, é uma decisão que cabe somente a você. O significado do casamento, assim como de outras situações, é algo bastante pessoal, e as regras de como deve funcionar cabem ao casal decidir. Por isso a importância do diálogo sobre o que de fato importa para cada um. Quanto a decisão que precisa tomar, reflita sobre ela considerando também seus valores pessoais, eles nos ajudam a tomar decisões. Espero ter ajudado!

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Caríssimo, busque auxilio terapêutico para seu dilema, é muito importante nesse momento você parar tudo e buscar ajuda para si. A decisão de entrar em um casamento monogâmico ou não é de sua responsabilidade, tanto quem traí como quem é traído sofrem dores emocionais. O casamento é um exercício de confiança, é preciso paciência, compreensão e amor. O que define um relacionamento bem-sucedido é a capacidade e a disposição de superar as dificuldades e buscarem o amadurecimento emocional juntos. Freud identificou que os relacionamentos íntimos possuem uma carga emocional ambivalente, com duas cargas. Assim, com isso, afirmou que mesmo a manifestação mais verdadeira de amor pode não ser o que aparenta. De modo inconsciente, há uma opositividade por baixo desse sentimento bom. É explicito sua vontade de se casar com ela, e notório o quanto você leva isso à sério, tudo começa com um bom diálogo e empatia. Busque também terapia de casal, você adquire ferramentas úteis para um relacionamento saudável. Te desejo sabedoria, forte abraço!


Seria interessante a psicoterapia, com um profissional trazer algumas questões referentes ao que anda acontecendo e sentindo com relação a isso. Entender quais os contextos, a frequência, e as formas que lida com isso, seria importante avaliar. Há várias questões que podem ser discutidas, a terapia seria interessante pois além do acompanhamento de um profissional você teria privacidade e segurança de falar essas questões com uma escuta sem julgamentos. Questões como, desde quando isso acontece, se existe algum fator ou acontecimento que iniciou esses comportamentos, quais outras estratégias que usa para lidar com suas emoções ou situações aversivas. E junto com um profissional tatear essas emoções e construir uma forma mais flexível de lidar com as experiências. Espero ter ajudado, estarei a disposição para qualquer dúvida.


Olá. A realidade é que desejo e amor não caminham sempre juntos. Essa é uma realidade reconhecida até mesmo pela religião cristã e particularmente pelo catolicismo, cujos intitutos e sacramentos materializam o entendimento de que, embora salva já e redimida, a humanidade nunca deixa de pecar. Perceba que, de uma certa forma, você está impondo sobre si uma moral mais pesada do que a da própria religião. Concordo com os colegas que afirmam a necessidade de um trabalho de investigação, o qual propiciará que se torne claro exatamente qual é seu desejo. Por ora, asseguro-lhe que confessar a sua companheira suas traições fará malograr um projeto de casamento.

Dr. Luiz Bruder

Dr. Luiz Bruder

Psicólogo

São José do Rio Preto

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Um processo terapêutico tem a função de lhe proporcionar um espaço para debater as questões conflitantes da sua vida. Receber respostas aqui, não servirão de nada, mas na terapia, quem sabe você visualize alguma coisa diferente.


Olá, o casamento ou qualquer relação precisa de confiança e que vocês cumpram com os combinados. Se você não é uma pessoa monogânica (que só sente vontade de se relacionar com uma pessoa por vez), você pode ter uma relação não-monogâmica. Hoje em dia, não precisamos mais nos prender a esse modelo de amor romântico e monogâmico. Mas é preciso combinar com a sua parceira todas as coisas que vocês acham importantes e ambos concordarem e seguirem os combinados, senão não tem como uma relação dar certo. Se ela não topar o tipo de relacionamento que você quer, busque outra pessoa que tope. Boa sorte e procure uma terapia para te ajudar a lidar com tudo isso e se resolver.

Milena Puga Araujo

Milena Puga Araujo

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Olá! Minha experiência clínica diz que é melhor você não contar para ela o que se deu com você, omita isso, pois neste caso, a sinceridade pode ser danosa para quem quer se casar. Penso que certas situações devem permanecer na sombra, e não na luz!


Olá! A única pessoa que pode responder essa pergunta é você! Sugiro que faça terapia para aprender a lidar com essas questões, se autoconhecer.


Considero importante que você compreenda o processo do casamento com sua formalidade, pois viver junto para algumas pessoas caracteriza casamento. Quanto a traição, você também pode organizar seus questionamentos através de uma ajuda profissional para que consiga avaliar a melhor decisão.


Acredito que você vive o que muitos Psicanalistas denominam de crise da masculinidade. Isso significa o seguinte: muitos de nós, homens, gostaríamos de viver nossas vidas amorosas como se estivéssemos no início do século 20: permissão social para o homem trair, mulher dependente financeiramente em casa sendo obrigada a normalizar essa situação. Todavia, já naquela época pelo menos uma parcela das mulheres já não aceitavam esse modelo de relacionamento, que é chamado de patriarcal. Observava-se, já então, que esse perdão dado pelas mulheres era mais da boca pra fora do que real: a convivência de muitos de nossos pais e avós era infernal. Então, vale destacar 2 coisas: quem mora junto, para todos os efeitos, especialmente os jurídicos, é casado. A formalização do casamento, resguardada a importância do simbolismo que a cerimônia tem para muitas pessoas, no fundo é isso: uma formalidade. Vale aceitar o seguinte: homens e mulheres não deixam de desejar outras pessoas por conta de compromissos assumidos com um determinado parceiro. Agora o que fazer com esse desejo é outra história: dar vazão pode ter ou não consequências. Acho raríssimo um perdão real a uma traição. Acredito que uma terapia te ajudaria muito a entender várias coisas: o mundo mudou e as mulheres de hoje não são mais obrigadas a aceitar, por dependência financeira, o que nossas avós supostamente aceitavam; se a relação é monogâmica, trair pode significar o fim; é "conversar" com o próprio desejo sexual, mas, por outro lado, evitar ou reprimir as situações de traição não é fácil para muitos homens, dada a pressão social de amigos e colegas que normalizam a traição (para alguns, só mesmo a terapia para os deixar confortáveis para lidar com esses eventos e pressões); o indivíduo adulto precisa arcar com as responsabidades concernentes aos seus atos, sem cair no chamado sincericídio (sair falando tudo, confessando tudo, exibindo um excesso de transparência que lhe será extremamente prejudicial). Procure um Psicólogo Clínico ou Psicanalista e inicie um tratamento sério antes de tomar qualquer decisão sobre seu futuro. Uma separação amorosa é algo absurdamente doloroso, especialmente quando ainda se tem sentimentos em relação àquela determinada pessoa. Não se precipite, não tome decisões baseadas na opinião de outras pessoas. Construa sua própria solução: a dor da separação quem vai sentir vai ser você, a repressão do desejo vai afetar você, ou seja, as dores e alegrias da sua vida quem vai sentir é unicamente você.

Paulo Renato Oliveira

Paulo Renato Oliveira

Psicanalista

Rio de Janeiro

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Oi! Olha, a sua pergunta é impossível de ser respondida por aqui. Acredito se tratar de uma pergunta que cabe apenas à você respondê-la. Porém, devido a complexidade que envolve este tipo de questão, considero justo e necessário o acompanhamento com um(a) psicólogo(a) para que você tenha melhores condições de construir uma resposta para o seu dilema. Desejo sucesso e me coloco à disposição.


Olá! Sua visão sobre casamento é bastante equivocada. E se não ama a pessoa com quem convive, não tem razão para casar. Busque por um bom Psicólogo Cognitivo Comportamental Racional Emotivo e Hipnoterapeuta. Além de sexóloga.


Difícil definir o "certo" a fazer. Pelo que você comenta existem várias questões a serem esclarecidas, então o melhor seria buscar auxílio com um Psicólogo para te ajudar a compreender essas angústias e saber o que fazer com elas.

Stefano Caberlon

Stefano Caberlon

Psicólogo

Porto Alegre

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Olá! Penso que o casamento é uma relação de confiança, amor e respeito. Estes valores devem estar bem claros para aqueles que decidem por uma vida a dois. O que é confiança para o casal? O que é respeito? E o que é amor? São respostas que o casal deve responder em conjunto, construir seus próprios valores. Aqueles que irão balizar a relação. Por outro lado é importante antes de definir em conjunto, conhecer a si, suas expectativas diante do compromisso, estar seguro de seus valores e principalmente o que deseja compartilhar. Minha sugestão é que busque um terapeuta de sua confiança e se permita ao conhecimento. Grande Abraço


Na terapia de Aceitação e compromisso, a ideia central é viver de acordo com seus valores fundamentais, mesmo diante das adversidades. Quando se trata de relacionamentos, isso se torna especialmente importante. Primeiro, é necessário refletir sobre quais são seus valores essenciais nesse contexto. Pode ser a honestidade, a confiança, o compromisso, a lealdade, o respeito mútuo, entre outros. Ao considerar a traição que ocorreu, você está se confrontando com uma situação em que suas ações podem ter estado em conflito com esses valores. Isso gera um questionamento interno sobre sua integridade e comprometimento com o relacionamento. Essa reflexão pode ser desconfortável, mas é crucial para entender como suas ações passadas afetaram seus valores presentes e futuros. O casamento, como você relevante, é algo que deseja, mas também traz à tona essa questão fundamental: o que o casamento significa para você?


A confiança é um elemento fundamental em qualquer relacionamento, especialmente em um casamento. Trair a confiança do seu parceiro pode ter um impacto profundo na relação. É importante considerar a honestidade e a transparência como base para construir uma relação saudável. Nesse sentido, muitas pessoas acreditam que a confissão é essencial para restaurar a confiança e a integridade do relacionamento. No entanto, cada situação é única, e cabe a você avaliar se a confissão é o caminho certo para vocês dois. Se você decidir confessar, é importante estar preparado para lidar com as consequências e respeitar a decisão do seu parceiro, seja qual for. Espero ter ajudado, abraços.


Olá, como tem passado? Parece ter questões interessantes aí, não? Ao mesmo tempo que diz ter o desejo de se casar, trai, mas por que essa traição? O que ela significa e simboliza em sua vida nesse casamento? O que ela opera? A dualidade aí está bem aparente. Agora que traiu, cabe a você decidir o que fazer a partir disso, o que passou não passou, volta e meia retorna, diretamente ou de outras maneira. É uma questão interessante como a dualidade da relação está na sua vida, a dualidade da mulher em sua vida, pensa e sonha em se casar com ela ou só com ela, mas ao mesmo tempo uma mulher tão significante é traída por uma outra que nem aparece direito no que você diz, é curioso isso. Espero ter ajudado, até mais.

Cirano Araújo

Cirano Araújo

Psicólogo

Belo Horizonte

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Procure uma psicóloga cognitivo comportamental, vc está assustado com a palavra casamento, não é bem assim


O desejo de confessar ou não uma traição e as implicações disso para o relacionamento e o futuro casamento são questões que envolvem valores pessoais, ética e, principalmente, a comunicação no casal. No contexto de Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), seria importante refletir sobre os pensamentos e crenças que estão sustentando essa dúvida. Por exemplo, você pode estar pensando: "Se eu contar, perderei a chance de construir uma vida com essa pessoa" ou "Se eu não contar, nosso casamento começará com uma mentira". Esses pensamentos podem gerar emoções como culpa, medo e insegurança. É útil desafiá-los com perguntas como: "Que evidências tenho de que contar ou não contar terá essas consequências? O que valorizo mais em um relacionamento?" Casamento é, de fato, uma decisão séria e exige um compromisso mútuo. A escolha de confessar ou não deve considerar não apenas o impacto na outra pessoa, mas também sua capacidade de sustentar um relacionamento baseado em honestidade e respeito. Em muitos casos, abrir o diálogo sobre um erro do passado, de maneira empática e assumindo responsabilidade, pode fortalecer a confiança, mesmo que inicialmente gere desconforto. Por outro lado, há situações em que trazer algo do passado pode não ser necessário, especialmente se o evento já foi superado internamente e não impacta a forma como você se relaciona hoje. Nesse caso, você pode refletir sobre por que sente a necessidade de compartilhar e como isso pode influenciar a relação. Perguntas como "Estou buscando aliviar minha culpa ou isso realmente beneficiará meu parceiro(a) e nosso relacionamento?" podem ajudar na decisão. O mais importante é se perguntar: que tipo de base você deseja para o casamento? Se sua decisão for contar, é essencial fazer isso com responsabilidade, mostrando que você entende o impacto de suas ações, mas que está comprometido em agir de forma diferente no futuro. Se decidir não contar, é fundamental estar certo de que essa escolha não será um obstáculo para a confiança ou uma fonte de culpa contínua. Por fim, buscar o apoio de um terapeuta pode ser muito útil para trabalhar esses pensamentos e sentimentos, ajudando você a tomar uma decisão que esteja alinhada com seus valores e promova um relacionamento mais saudável.

Marina Cunha Martins

Marina Cunha Martins

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Olá! O desejo de se casar é, muitas vezes, uma busca por compromisso e estabilidade, mas também pode trazer à tona questões complexas, como o medo de renunciar a certas liberdades e as inseguranças relacionadas a erros passados. A traição pode ser um sintoma de uma dificuldade emocional ou relacional, e o mais importante é entender o que a levou a cometer esse ato e o que isso representa em seu vínculo com a outra pessoa. A psicanálise sugere que a transparência e o enfrentamento das questões não resolvidas são fundamentais para a construção de uma relação saudável. Se você sente que precisa confessar, isso pode ser um indicativo de que há algo não resolvido dentro de você que precisa ser compreendido. O casamento, como você mencionou, envolve uma renúncia, mas também a construção de uma relação pautada na confiança e no respeito. Se você acredita que a verdade é algo essencial para seguir em frente, pode ser importante ter essa conversa. Podemos marcar uma sessão para conversar sobre o que a traição e o casamento representam para você, explorando mais sobre suas emoções e os possíveis caminhos a seguir. Um abraço, Vinícius.


O casamento é, de fato, uma união baseada em confiança e compromisso. Trair pode gerar feridas que precisam ser cuidadas com honestidade. Confessar o ocorrido e permitir que sua companheira decida é um passo importante para respeitar os sentimentos dela e construir um relacionamento saudável, seja para seguir juntos ou para encerrar esse ciclo de forma consciente

Anthony Souza

Anthony Souza

Psicólogo

Mogi Guaçu

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Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.