Olá, tenho um filho de 7 anos que está passando por um distúrbio alimentar, ele era gordinho, mas nã

Olá, tenho um filho de 7 anos que está passando por um distúrbio alimentar, ele era gordinho, mas não tão gordinho assim, mas as pessoas ficavam fazendo gracinha tipo "bulinando "chamando de pepa, barrigudo etc etc, com isso ele simplesmente passou rejeitar a comida, toma apenas todynho,iogurte e danete, a única coisa que ele come de vez enquando são bolachas, tipo recheadas etc, comida de sal não come de jeito nenhum, isso já vai para 2 meses que tá acontecendo isso, já está passando por piscicologa, mas estou extremamente preocupada pq ele perdeu muito peso, não sei qual outro profissional que posso procurar além da piscicóloga , pensei em levá-lo a um Gastroenterologista , penso que talvês ele possa estar com algum problema no esôfago ou alguma coisa que dificulte ele a engolir, apesar que ele não queixa de nada e quando a gente ensiste em oferecer coisas pra ele comer ele se irrita e só diz "Não quero " é só o que ele sabe falar. Estou angustiada, não sei mais o que fazer e nem a quem procurar.

7 respostas


Boa noite Sou psicóloga mas seria bom vc procurar um gastro em primeiro lugar para descartar problemas físicos Espero ter ajudado

Obtenha respostas com a consulta online

Precisa do conselho de um especialista? Agende uma consulta online: receba todas as respostas sem sair de casa.


Sugiro procurar um (a) especialista em endocrinologia com experiência em distúrbio alimentar. Sugiro Dra Priscilla Gil. Atenciosamente, Amanda Laudier


Olá! Antes de qualquer tratamento psicológico é imprescindível descartar todas as possibilidades fisiológicas. E agora com a perda de peso também é vital acompanhar com médico questão de vitaminas e se precisa de reposição de alguma. Uma questão que me chamou a atenção é que ele come só "besteirol". Guloseimas não fornecem nutrição para o corpo e engordam. Então, um trabalho com uma nutricionista seria importante para que ela o oriente quanto a isso, e a você também de como ajudá-lo a melhorar a qualidade desta alimentação. Continue com o trabalho psicológico e converse com ela sobre a evolução do quadro.Tire todas as suas dúvidas. Nunca deixe de perguntar, ok? Desejo que dê tudo certo e que ele consiga superar esta questão rapidinho. Um abraço, Edianez de Almeida Chueiri


Acredito que seria bom leva-lo realmente a um pediatra com especialidade em endocrinologia que saiba tratar disturbio alimentar, ou um psiquiatra infantil que também entenda de DA, ou um neuropediatra. O psicologo realmente vai ser de muita ajuda. Recomendo também leva-lo a uma nutricionista pediatra.


Os transtornos alimentares tem muitas causas, tanto física quando emocional, então é preciso uma investigação e nesses casos é super importante uma ajuda multiprofissional, com nutricionistas, endocrinologistas, nutrólogos, psicólogo e até de um educador físico, pois todos com suas técnicas irão mostrar ao seu filho o que é uma reeducação alimentar e que a forma que ele estar se alimentando pode ter feito ele chegar no peso que ache o ideal, mas que trará consequências futuras. Devido a idade ele ainda não consegue mensurar essas problemas futuros, mas não force ele a comer, para não causar outros traumas. Busque um psicólogo que pode ajudar com a reprogramação cognitiva.


Acredito que primeiramente é importante conversar com a psicóloga dele para saber como está a evolução do tratamento. Dependendo do tempo que ele está em tratamento já é possível a psicóloga ter noçao do que pode estar acontecendo e, então, juntamente com ela avalie se há a necessidade de procurar outros profissionais especializados.

Andreia Naumann

Andreia Naumann

Psicanalista

São Paulo

Agendar consulta

Concordo com as opiniões dos colegas acima. Ressalto que, deve procurar um gastro para avaliar a questão física e uma nutricionista para trabalhar com a criança a importância de uma alimentação saudável. Procure a psicóloga para que possam atuar juntas.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.