Olá. Tomo escitalopram ha 7 meses e iniciei com dosagem de 10mg, ha 3 meses subi a dose para 20mg co
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Olá. Tomo escitalopram ha 7 meses e iniciei com dosagem de 10mg, ha 3 meses subi a dose para 20mg com orientação da profissional. Vim me acostumando muito bem com a medicação, mas percebi nesses ultimos 2 meses que "estacionou" e sinto alguns sintomas antigos voltando como: estresse, ansiedade, pensamentos negativos.- mesmo com a dosagem mais alta.
Também fui orientado a tomar: cloridrato trazodona para dormir + ansidec em crises, porém não tomo regularmente somente esporádico.
Esse efeito que está ocorrendo é normal? ou deve-se mudar a medicação.
Também fui orientado a tomar: cloridrato trazodona para dormir + ansidec em crises, porém não tomo regularmente somente esporádico.
Esse efeito que está ocorrendo é normal? ou deve-se mudar a medicação.
Boa tarde!
Como já se passaram dois meses desde o início da nova dose de 20 mg e você percebeu que os sintomas retornaram, pode ser necessário realizar uma reavaliação e considerar um novo ajuste da medicação. Até mais!
Como já se passaram dois meses desde o início da nova dose de 20 mg e você percebeu que os sintomas retornaram, pode ser necessário realizar uma reavaliação e considerar um novo ajuste da medicação. Até mais!
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Isso pode acontecer e não significa “falha” do tratamento. Existem algumas explicações comuns:
• Recrudescimento por estresse/sono ruim (sintomas voltam em períodos difíceis).
• Dose já no teto usual (20 mg é dose alta comum para escitalopram; se “estacionou”, às vezes precisa outra estratégia).
• Resposta parcial: melhorou, mas não zerou sintomas.
• Uso irregular de medicação adjuvante para sono: se o sono está instável, ansiedade costuma reaparecer.
Condutas baseadas em evidência (para discutir com sua profissional):
• Avaliar se há psicoterapia estruturada (TCC/ACT, por exemplo) — combinação com ISRS costuma ser superior em muitos quadros.
• Rever higiene do sono e rotina (sono é um “pilar” para resposta).
• Se persistir: opções médicas incluem otimização/associação, troca de antidepressivo, ou adjuvantes (dependendo do diagnóstico e perfil).
• Importante também rastrear: uso de álcool/cafeína, outras medicações, e sintomas de humor bipolar (se houver oscilação).
Resposta objetiva à pergunta: sim, é relativamente comum sentir que “estaciona”. Não é para decidir sozinho “trocar”; é para reavaliar estratégia com a psiquiatra.
• Recrudescimento por estresse/sono ruim (sintomas voltam em períodos difíceis).
• Dose já no teto usual (20 mg é dose alta comum para escitalopram; se “estacionou”, às vezes precisa outra estratégia).
• Resposta parcial: melhorou, mas não zerou sintomas.
• Uso irregular de medicação adjuvante para sono: se o sono está instável, ansiedade costuma reaparecer.
Condutas baseadas em evidência (para discutir com sua profissional):
• Avaliar se há psicoterapia estruturada (TCC/ACT, por exemplo) — combinação com ISRS costuma ser superior em muitos quadros.
• Rever higiene do sono e rotina (sono é um “pilar” para resposta).
• Se persistir: opções médicas incluem otimização/associação, troca de antidepressivo, ou adjuvantes (dependendo do diagnóstico e perfil).
• Importante também rastrear: uso de álcool/cafeína, outras medicações, e sintomas de humor bipolar (se houver oscilação).
Resposta objetiva à pergunta: sim, é relativamente comum sentir que “estaciona”. Não é para decidir sozinho “trocar”; é para reavaliar estratégia com a psiquiatra.
Entendo sua preocupação. Quando os sintomas começam a “voltar” depois de um período estável, isso angustia muito.
O que você descreve pode acontecer, sim. Existem algumas possibilidades. Pode se tratar de uma resposta parcial ou perda de resposta ao longo do tempo. Estresse acumulado ou fatores externos também podem reativar sintomas, mesmo com medicação adequada. Ou mesmo o quadro pode estar relacionado a sintomas residuais que nunca ficaram totalmente controlados, e agora ficaram mais perceptíveis.
Como já são 2 meses de piora progressiva, vale reavaliar com seu médico e discutir se é momento de ajustar estratégia ou mudar medicação.
O que você descreve pode acontecer, sim. Existem algumas possibilidades. Pode se tratar de uma resposta parcial ou perda de resposta ao longo do tempo. Estresse acumulado ou fatores externos também podem reativar sintomas, mesmo com medicação adequada. Ou mesmo o quadro pode estar relacionado a sintomas residuais que nunca ficaram totalmente controlados, e agora ficaram mais perceptíveis.
Como já são 2 meses de piora progressiva, vale reavaliar com seu médico e discutir se é momento de ajustar estratégia ou mudar medicação.
Pode acontecer, sim, uma sensação de “estacionamento” após alguns meses, especialmente em períodos de maior estresse. Isso não significa necessariamente que a medicação deixou de funcionar, mas pode indicar que o quadro precisa ser reavaliado.
Às vezes é necessário ajuste de dose, associação de outra medicação ou reforço de estratégias psicoterápicas. Também é importante avaliar sono, rotina e fatores externos que possam estar influenciando.
Não é indicado mudar por conta própria. O ideal é conversar com sua profissional para revisar a resposta ao tratamento e decidir se é momento de ajustar ou manter a conduta.
Cada organismo responde de forma diferente, e ajustes fazem parte do acompanhamento.
Às vezes é necessário ajuste de dose, associação de outra medicação ou reforço de estratégias psicoterápicas. Também é importante avaliar sono, rotina e fatores externos que possam estar influenciando.
Não é indicado mudar por conta própria. O ideal é conversar com sua profissional para revisar a resposta ao tratamento e decidir se é momento de ajustar ou manter a conduta.
Cada organismo responde de forma diferente, e ajustes fazem parte do acompanhamento.
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