Passei por um surto psicótico desde então não sou mais a mesma , perdi a capacidade de sentir emoçõe
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Passei por um surto psicótico desde então não sou mais a mesma , perdi a capacidade de sentir emoções, não sinto nenhum tipo de emoção ou sensação por mais fraca que seja ,vou ficar assim pra sempre ou as emoções voltam?
Isso pode ocorrer, sim, e a resposta pra isso é que é muito variável. Acho que deve-se avaliar se há um quadro de depressão sobreposto, o que pode melhorar com o uso adequado das medicações e acompanhamento psiquiátrico. Desde já, desejo melhoras para você e, se possível, faça psicoterapia.
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Entendo como isso é assustador — e isso é mais comum do que parece após um surto psicótico.
Esse “embotamento emocional” geralmente é temporário, relacionado ao próprio surto, ao estresse cerebral e/ou às medicações.
Na maioria dos casos, as emoções retornam gradualmente com o tratamento correto e o tempo.
Você não precisa aceitar ficar assim.
Agende uma consulta psiquiátrica comigo para avaliarmos seu caso, ajustar o tratamento e acompanhar essa recuperação de perto.
Esse “embotamento emocional” geralmente é temporário, relacionado ao próprio surto, ao estresse cerebral e/ou às medicações.
Na maioria dos casos, as emoções retornam gradualmente com o tratamento correto e o tempo.
Você não precisa aceitar ficar assim.
Agende uma consulta psiquiátrica comigo para avaliarmos seu caso, ajustar o tratamento e acompanhar essa recuperação de perto.
Sinto muito que você esteja passando por isso. O que você descreve — ausência ou apagamento das emoções depois de um surto psicótico — é algo que muitas pessoas relatam, e isso não significa que você ficará assim para sempre.
Após um surto, o cérebro passa por um período de “recuperação”. Durante esse tempo, é comum surgir o que chamamos de embotamento emocional ou anedonia, que pode ter várias causas combinadas:
o próprio impacto do surto no sistema nervoso,
o estresse intenso vivido,
alterações nos circuitos de dopamina e serotonina,
e, em alguns casos, efeitos temporários das medicações usadas para estabilização.
Na maioria dos casos, as emoções voltam gradualmente.
Elas não costumam voltar de uma vez, mas em pequenos sinais: primeiro uma sensação leve, depois interesse, depois prazer, depois vínculo emocional. Esse processo pode levar semanas ou meses, dependendo da pessoa, do tratamento e do suporte recebido.
É muito importante saber:
Isso não define quem você é.
Não significa que você “perdeu” sua capacidade emocional de forma permanente.
Não quer dizer que o surto “te quebrou”.
O que ajuda na recuperação:
acompanhamento psiquiátrico regular (inclusive para avaliar se a medicação está contribuindo para o embotamento), psicoterapia,
rotina de sono, alimentação e atividades leves,
paciência consigo mesma(o) — o cérebro precisa de tempo.
Demonstro preocupação genuína com o seu sofrimento, porque viver sem sentir nada é muito angustiante. Há esperança real de melhora, e muitas pessoas recuperam suas emoções após esse período de estabilização.
Se quiser, posso te explicar:
como diferenciar embotamento da doença vs. efeito medicamentoso,
sinais de que as emoções estão começando a voltar,
ou o que conversar com seu psiquiatra para otimizar essa recuperação.
Após um surto, o cérebro passa por um período de “recuperação”. Durante esse tempo, é comum surgir o que chamamos de embotamento emocional ou anedonia, que pode ter várias causas combinadas:
o próprio impacto do surto no sistema nervoso,
o estresse intenso vivido,
alterações nos circuitos de dopamina e serotonina,
e, em alguns casos, efeitos temporários das medicações usadas para estabilização.
Na maioria dos casos, as emoções voltam gradualmente.
Elas não costumam voltar de uma vez, mas em pequenos sinais: primeiro uma sensação leve, depois interesse, depois prazer, depois vínculo emocional. Esse processo pode levar semanas ou meses, dependendo da pessoa, do tratamento e do suporte recebido.
É muito importante saber:
Isso não define quem você é.
Não significa que você “perdeu” sua capacidade emocional de forma permanente.
Não quer dizer que o surto “te quebrou”.
O que ajuda na recuperação:
acompanhamento psiquiátrico regular (inclusive para avaliar se a medicação está contribuindo para o embotamento), psicoterapia,
rotina de sono, alimentação e atividades leves,
paciência consigo mesma(o) — o cérebro precisa de tempo.
Demonstro preocupação genuína com o seu sofrimento, porque viver sem sentir nada é muito angustiante. Há esperança real de melhora, e muitas pessoas recuperam suas emoções após esse período de estabilização.
Se quiser, posso te explicar:
como diferenciar embotamento da doença vs. efeito medicamentoso,
sinais de que as emoções estão começando a voltar,
ou o que conversar com seu psiquiatra para otimizar essa recuperação.
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