Por orientação medicação já há uns 04 anos faço uso de Fluoxetina 20mg para ansiedade, e há alguns m
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Por orientação medicação já há uns 04 anos faço uso de Fluoxetina 20mg para ansiedade, e há alguns meses o médico receitou Lítio 600mg para bipolaridade. Mais recentemente foi adicionado por outro médico o Carbamazepina 200mg para ser tomado no horário antes de dormir. Porém, gostaria de saber se pode haver alguma interação medicamentosa perigosa entre essas medicações, tendo em vista que foram três profissionais diferentes (atendimento pelo SUS) que me indicaram cada uma dessas medicações.
Olá! É preciso saber o seu histórico pessoal para entender o motivo da prescrição das medicações, para poder ponderar sobre os riscos e benefícios do tratamento.
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pois bem, a questão no seu caso não tem a ver tanto com ainteração dos medicamentos, mas sim com o diagnostico. Uma vez que tenha sido levantanda a hipótese de bipolaridade é preciso suspender a fluoxetina, visto que ela pode piorar o quadro propiciando a chamada "virada" ou aumentando as chances de ter mania ou hipomania. Por isso adicionar Carbamazepina não vai resolver. O importante é ter segurança no diagnostico, se não fica adicionando substância pra testar se dá certo. Nossa vida é muito importante pra ficar fazendo testes sem direcionamento.
As 3 medicações em uso estão no mercado há décadas e têm indicações muito vastas. Lítio e carbamazepina são medicações usadas para transtorno bipolar, sendo o lítio mais popular e preferido pelos psiquiatras e a carbamazepina menos usada, por ter interações medicamentosas significativas com muitos remédios. É uma medicação que costuma ficar como terceira ou quarta opção na maioria dos cenários e normalmente prefere-se prescrever ácido valpróico antes.
Não vejo gravíssimos problemas em sua prescrição, exceto a carbamazepina, que pode acabar "sabotando" a ação dos outros remédios que você está tomando.
O que eu lhe aconselho fortemente é ter não só um psiquiatra que lhe acompanhe mais de perto e com mais frequência, mas principalmente um médico clínico, de sua confiança, que possa lhe acompanhar de forma global e conciliando as diversas patologias que você possa ter. Um bom clínico ou médico de família e comunidade podem ser uma "amálgama" de segurança, centralizando os cuidados e ajudando os especialistas que você consultar com um olhar mais detalhado e assertivo a seu respeito.
Não vejo gravíssimos problemas em sua prescrição, exceto a carbamazepina, que pode acabar "sabotando" a ação dos outros remédios que você está tomando.
O que eu lhe aconselho fortemente é ter não só um psiquiatra que lhe acompanhe mais de perto e com mais frequência, mas principalmente um médico clínico, de sua confiança, que possa lhe acompanhar de forma global e conciliando as diversas patologias que você possa ter. Um bom clínico ou médico de família e comunidade podem ser uma "amálgama" de segurança, centralizando os cuidados e ajudando os especialistas que você consultar com um olhar mais detalhado e assertivo a seu respeito.
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