por que os psiquiatras e psicologos pedem caminhada? Vai fazer diferença eu sendo caseira e/ou probl
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por que os psiquiatras e psicologos pedem caminhada? Vai fazer diferença eu sendo caseira e/ou problemas comigo tendo problema de nascença na valvula do coração (não lembro o nome)? Eu não queria arriscar por conta disso, já fui no cardiologista mas ainda sim tô meio receosa. Tenho depressão, ansiedade e estresse explosivo e tomo venlafaxina de 300mg. Se eu for obrigada a fazer, eu posso fazer em casa? Eu acho mais seguro caso eu sinta alguma dor no coração.
Camin hadas podem ter alguns efeitos benéficos em casos de depressão moderada, além de melhorarem a qualidade de vida e, quando não contraindicadas por problemas clínicos ou ortopédicos, melhoram as condições físicas, também. Quanto ao seu "problema de nascença na válvula do coração", quem pode dizer se isto impede caminhadas é mesmo seu cardiologista. Quando diz que foi ao cardiologista, mas ainda está "meio receosa", parece significar que seu cardiologista liberou - aí, trata-se de enfrentar seu medo, talvez aumentando a distância e o ritmo aos poucos (sempre de acordo com o que seu cardiologista tiver orientado). Quanto a "caminhar em casa", depende do tamanho de sua casa ou da possibilidade de se usar uma esteira ergométrica - e é algo que deve perguntar ao seu cardiologista, antes de decidir por esta modalidade.
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A recomendação de caminhada ou atividade física leve a moderada por psiquiatras e psicólogos não é à toa: o exercício ajuda a reduzir sintomas de depressão e ansiedade, melhora o sono, regula neurotransmissores (serotonina, dopamina, noradrenalina) e funciona como um complemento importante ao tratamento medicamentoso.
No seu caso, como você tem um problema cardíaco de base (válvula do coração), a orientação mais segura é seguir a recomendação do seu cardiologista em relação ao nível de esforço permitido. Caminhada leve geralmente é segura para a maioria dos pacientes cardiológicos, mas isso deve ser confirmado pelo médico que acompanha seu coração.
Se sentir mais confortável, você pode começar em casa, em ambiente seguro, monitorando como o corpo reage, e progredir devagar. O importante é que a atividade seja regular e adaptada à sua condição clínica, não precisa ser em academia nem em ritmo forçado.
A recomendação de caminhada ou atividade física leve a moderada por psiquiatras e psicólogos não é à toa: o exercício ajuda a reduzir sintomas de depressão e ansiedade, melhora o sono, regula neurotransmissores (serotonina, dopamina, noradrenalina) e funciona como um complemento importante ao tratamento medicamentoso.
No seu caso, como você tem um problema cardíaco de base (válvula do coração), a orientação mais segura é seguir a recomendação do seu cardiologista em relação ao nível de esforço permitido. Caminhada leve geralmente é segura para a maioria dos pacientes cardiológicos, mas isso deve ser confirmado pelo médico que acompanha seu coração.
Se sentir mais confortável, você pode começar em casa, em ambiente seguro, monitorando como o corpo reage, e progredir devagar. O importante é que a atividade seja regular e adaptada à sua condição clínica, não precisa ser em academia nem em ritmo forçado.
Caso o seu cardiologista já a tenha liberado para fazer exercícios, vá em frente, porque há evidências robustas de que a prática regular de atividades físicas é um importante pilar no tratamento não-farmacológico dos transtornos psiquiátricos mencionados acima, e deve fazer parte da prescrição de todo psiquiatra atualizado. A recomendação mais comum é de 150 a 300 minutos/semanais de atividade física moderada, ou 75 a 150 minutos/semanais de atividade aeróbica vigorosa, associada a treino de musculação. Além de auxiliar diretamente na saúde cerebral, os exercícios vão te ajudar a ter uma melhor saúde física, controlando peso corporal e marcadores metabólicos, diminuindo assim, o seu risco cardiovascular geral.
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