Prezados especialistas, Busco orientação referente a sintomas persistentes após uma cirurgia de art
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Prezados especialistas,
Busco orientação referente a sintomas persistentes após uma cirurgia de artroplastia total do quadril (ATQ), realizada há 1 ano e 4 meses.
Há cerca de dois meses, ao me abaixar para pegar um objeto, sofri um incidente que gerou um estalo na região e uma queda. Desde então, tenho apresentado pequenos estalos na área lateral do quadril e virilha.
Na ocasião do incidente, realizei exames de imagem (RX e Ressonância Magnética) que não apontaram alterações na prótese ou estruturas adjacentes. No entanto, hoje apresento dor intensa, a ponto de não conseguir me apoiar no lado operado.
Minhas dúvidas são:
Esses estalos tardios são considerados normais após uma ATQ?
A dor intensa atual pode estar relacionada ao incidente de dois meses atrás, mesmo com exames de imagem normais na época?
Agradeço a atenção e possíveis direcionamentos.
Busco orientação referente a sintomas persistentes após uma cirurgia de artroplastia total do quadril (ATQ), realizada há 1 ano e 4 meses.
Há cerca de dois meses, ao me abaixar para pegar um objeto, sofri um incidente que gerou um estalo na região e uma queda. Desde então, tenho apresentado pequenos estalos na área lateral do quadril e virilha.
Na ocasião do incidente, realizei exames de imagem (RX e Ressonância Magnética) que não apontaram alterações na prótese ou estruturas adjacentes. No entanto, hoje apresento dor intensa, a ponto de não conseguir me apoiar no lado operado.
Minhas dúvidas são:
Esses estalos tardios são considerados normais após uma ATQ?
A dor intensa atual pode estar relacionada ao incidente de dois meses atrás, mesmo com exames de imagem normais na época?
Agradeço a atenção e possíveis direcionamentos.
Sua dúvida é muito pertinente. Essa situação requer atenção, pois há elementos que precisam ser investigados.
Sobre os estalos tardios: Estalos ocasionais podem ocorrer após ATQ (por fricção de tecidos moles ou microinstabilidade), mas estalos persistentes após um trauma específico são diferentes. Seu estalo associado a uma queda sugere um evento traumático real.
O ponto crítico aqui: Exames normais há 2 meses não descartam completamente lesões de partes moles (tendões, ligamentos, bursa) que podem evoluir ou ser ativadas posteriormente. Além disso, a progressão de dor até incapacidade funcional atual é um sinal de que algo mudou – isso merece investigação atualizada.
Possibilidades a explorar:
Síndrome do piriforme ou contractura dos abdutores
Tendinopatia glútea ou lesão do tendão iliopsoas
Instabilidade micro-relacionada ao trauma
Bursite trocantérica inflamatória
Recomendações:
Novos exames de imagem (ultrassom dinâmico pode ser mais informativo que RM estática)
Avaliação física detalhada da biomecânica do quadril
Possível investigação com injeção diagnóstica
Sua situação merece uma avaliação presencial completa – análise das imagens atuais, testes clínicos específicos e histórico detalhado do incidente. Gostaria de ajudá-lo a identificar a causa dessa dor e restabelecer sua funcionalidade. Agende uma consulta para investigarmos juntos.
Sobre os estalos tardios: Estalos ocasionais podem ocorrer após ATQ (por fricção de tecidos moles ou microinstabilidade), mas estalos persistentes após um trauma específico são diferentes. Seu estalo associado a uma queda sugere um evento traumático real.
O ponto crítico aqui: Exames normais há 2 meses não descartam completamente lesões de partes moles (tendões, ligamentos, bursa) que podem evoluir ou ser ativadas posteriormente. Além disso, a progressão de dor até incapacidade funcional atual é um sinal de que algo mudou – isso merece investigação atualizada.
Possibilidades a explorar:
Síndrome do piriforme ou contractura dos abdutores
Tendinopatia glútea ou lesão do tendão iliopsoas
Instabilidade micro-relacionada ao trauma
Bursite trocantérica inflamatória
Recomendações:
Novos exames de imagem (ultrassom dinâmico pode ser mais informativo que RM estática)
Avaliação física detalhada da biomecânica do quadril
Possível investigação com injeção diagnóstica
Sua situação merece uma avaliação presencial completa – análise das imagens atuais, testes clínicos específicos e histórico detalhado do incidente. Gostaria de ajudá-lo a identificar a causa dessa dor e restabelecer sua funcionalidade. Agende uma consulta para investigarmos juntos.
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Boa tarde , o primeiro diagnóstico a ser investigado é a soltura da prótese , já que a sua dor persiste e piora mesmo após 2 meses do incidente e tem uma característica mecânica (dor ao andar , ao pisar , ao levantar , mas sem dor ao ficar em repouso) . Exames de imagem dificilmente fazem o diagnóstico de soltura de uma prótese de forma isolada e boa parte das revisões são indicadas apenas pelos sintomas do paciente quando outras possíveis causas de dor também são afastadas.
Geralmente a investigação e o tratamento tem que ser baseados em imagens mas são fortemente corroboradas com o quadro clínico e história de dor que você apresenta.
Outras causas de dor como tendinites , bursites , lesões musculares , infecção , dor irradiada da coluna , também devem ser descartadas , mas elas também podem gerar dor em repouso , o que vai um pouco contra seu sintoma que mais chama atenção que é não conseguir apoiar sobre o lado operado. Abraço
Geralmente a investigação e o tratamento tem que ser baseados em imagens mas são fortemente corroboradas com o quadro clínico e história de dor que você apresenta.
Outras causas de dor como tendinites , bursites , lesões musculares , infecção , dor irradiada da coluna , também devem ser descartadas , mas elas também podem gerar dor em repouso , o que vai um pouco contra seu sintoma que mais chama atenção que é não conseguir apoiar sobre o lado operado. Abraço
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