quais os exames que se fazem a uma pessoa com ataces de panico?

quais os exames que se fazem a uma pessoa com ataces de panico?

15 respostas


Olá, exames específicos não tem. Se faz uma avaliação com um psicólogo e com um psiquiatra se estiverem muito agudos. Se vc relatar algo mais específico físico, pode se proceder a fazer alguma avaliação neurológica. A síndrome ou ataques de pânicos são crises muito aguda de medo, pânico provenientes de distúrbios psíquicos. Pôde-se pedir um hemograma completo também e medir o nível de cortisol, que mediria um pouco o stress.

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Boa tarde! É frequente a busca por atendimento com médico cardiologista por pessoas que sofrem de ataque de pânico, se você já passou por cardiologista e não foi identificado nem nenhum problema cardíaco o ideal é buscar uma avaliação psicológica para verificar o nível da ansiedade e fazer tratamento psicológico, o profissional irá avaliar se encaminhará para avaliação psiquiátrica.


Olá !! Normalmente, não é necessário fazer exames, o questionamento do médico psiquiatra ou psicólogo na primeira consulta junto ao paciente, quanto aos sintomas e descrição da crise, lhes dará base para o diagnóstico e tratamento. Caso constato uma crise muita aguda, é indicado que o paciente, também, faça uma consulta com cardiologista. A síndrome do pânico é uma patologia que necessita de intervenção psicoterápica para controle das emoções, autoconhecimento para aprendizado na prevenção de futuras crises. Espero tê-lo ajudado.

Claudia Marins

Claudia Marins

Psicólogo

Santo André

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Não existem exames específicos para avaliar uma crise de pânico, o acompanhamento é feito com os profissionais que são o psicólogo e psiquiatra que irá fazer uma avaliação diante das queixas e sintomas apresentando em atendimento.


Ataques de pânico são produzidos por um nível de ansiedade indaquedado. Não há exames para diagnosticar a ansiedade, logo, não há exames para diagnosticar ataques de pânico. O diagnóstico é clínico. Com frequência, na presença dos sintomas (taquicardia, dificuldade para respirar, tontura, sudorese excessiva, etc), as pessoas pensam estar tendo um ataque cardíaco e procuram um cardiologista. O próprio médico pode perceber e encaminhar o paciente para psicólogo e psiquitra para iniciar o tratamento adequado.


O exame é realizado através das entrevistas preliminares. Depois de feito um diagnóstico inicial, detectando as causas das crises de pânico recomendamos o tratamento adequado. Geralmente a pessoa está deprimida, com altos níveis de ansiedade com um fator desencadeante. Terapia semanal alivia muito os sintomas.


Primeiramente o paciente passa pela clínica para descartar possíveis patologias. Uma fez feito check-up e constatado um possível transtorno de ansiedade, é indicado a psicoterapia e em casos mais severos o acompanhamento com um psiquiatra. O paciente vai passar por um processo de avaliação, onde será realizado uma análise funcional sobre o problema identificando os agentes estressores que disparam o mecanismo de luta e fuga que dão origem a crise de ansiedade. Uma vez identificados os fatores precipitantes, predisponentes e mantenedores ansiogênicos, elaboramos um plano terapêutico e iniciamos o tratamento.

Delson Carvalho

Delson Carvalho

Psicólogo

São Gonçalo

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Concordo com a Dra. Magali, pois em todos os casos que atendi com Síndrome de Pânico, o cliente estava aguentando situações de estresse e muita ansiedade. Acaba ficando deprimido, sem perceber uma saída. E ai surge a Síndrome de Pânico, que é um alerta para a pessoa começar a se perceber melhor e consultar um psicólogo. E, para minimizar as sensações apavorantes da Síndrome, seria bom também consultar um psiquiatra para dar a medicação necessária. Essa medicação é por tempo limitado, para ajudar também na psicoterapia. Quero adiantar que a pessoa deve ser constante na psicoterapia, pois a melhora vem aos poucos.


Não existem exames específicos, mas o psicólogo, através da descrição dos sintomas e conhecimento dos eventos causadores de pânico podem auxiliar no diagnóstico e tratamento para o controle dos sintomas. Além do psicólogo, pode ser necessário a intervenção psiquiátrica, nos casos mais extremos, onde é necessário medicar.


Olá, apesar do paciente sentir alguns sintomas físicos quando está em crise de pânico, eles não são detectados em exames médicos. Quem pode auxiliá la no diagnóstico e orientar para um tratamento adequado são o psicólogo e o psiquiatra.

Clariana Grosso

Clariana Grosso

Psicólogo

Santo André, SP

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Olá! É comum a pessoa procurar um médico quando desenvolve sintomas de uma crise de pânico, por acreditar que está tendo um ataque do coração ou algo similar. Daí o médico explica seu quadro e o direciona para um psicólogo e um psiquiatra para tratamento. O psicólogo vai investigar as causas, através de entrevistas e testes psicológicos para avaliar a aplicar os métodos necessários para estabilizar e cessar as variáveis que estimulam os sintomas.


Boa tarde Uma vez diagnosticado que a pessoa apresenta ataques de pânico, não é necessário mais nenhum exame. Será necessário sim, um tratamento psicoterápico para que a pessoa possa entender melhor o que originou essa condição e como supera-la. Boa sorte

Dra. Mayze Machado

Dra. Mayze Machado

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Não existe um exame laboratorial ou de imagem que confirme transtorno de pânico. O diagnóstico é clínico, baseado nas características das crises, sintomas associados, recorrência e medo persistente de novos episódios. Entretanto, principalmente no primeiro episódio ou quando existem características atípicas, o médico pode solicitar exames para excluir condições que produzam sintomas semelhantes. Dependendo da história, podem ser avaliados hemograma, glicemia, eletrólitos, função tireoidiana e outros exames; eletrocardiograma também pode ser pertinente quando predominam palpitações, dor torácica ou fatores de risco. A investigação não deve virar uma sequência interminável de exames quando causas clínicas relevantes já foram descartadas, pois isso pode alimentar a ansiedade de saúde. Uma boa avaliação integra história clínica, exame físico e contexto dos episódios para decidir exatamente o que precisa ser investigado.

Dra. Joyce Moreno

Dra. Joyce Moreno

Psiquiatra

Rio de Janeiro

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O diagnóstico do transtorno de pânico é predominantemente clínico, realizado por meio de entrevista psiquiátrica detalhada, avaliação dos sintomas e investigação de seu impacto na vida cotidiana. Não existe um exame laboratorial específico capaz de confirmar ataques de pânico. Entretanto, dependendo da apresentação clínica, podem ser solicitados exames para excluir condições que provocam sintomas semelhantes, como alterações tireoidianas, anemia, arritmias cardíacas, hipoglicemia e efeitos de medicamentos ou estimulantes. Entre os exames possíveis estão hemograma, TSH, glicemia e eletrocardiograma, conforme a necessidade individual. Também é importante diferenciar ataques de pânico isolados do transtorno de pânico e investigar ansiedade antecipatória e comportamentos de evitação. Uma avaliação psiquiátrica criteriosa permite estabelecer o diagnóstico correto e definir estratégias de tratamento, incluindo psicoterapia cognitivo-comportamental e medicamentos quando indicados.


O diagnóstico do transtorno do pânico é predominantemente clínico, baseado na investigação de crises recorrentes de medo intenso, sintomas físicos associados e preocupação persistente com novos episódios. Entretanto, é fundamental diferenciar ataques de pânico de condições médicas que podem produzir manifestações semelhantes, como arritmias cardíacas, hipertireoidismo, hipoglicemia e determinados distúrbios respiratórios. Dependendo da história clínica e do exame físico, podem ser indicados eletrocardiograma, hemograma, glicemia, TSH e outros exames direcionados. Não existe um exame laboratorial específico capaz de confirmar transtorno do pânico, e investigações extensas sem indicação podem aumentar a ansiedade. Uma avaliação psiquiátrica criteriosa permite estabelecer o diagnóstico diferencial, identificar fatores desencadeantes e orientar tratamentos fundamentados em evidências, como terapia cognitivo-comportamental e medicamentos quando necessários, buscando reduzir as crises e recuperar a autonomia do paciente.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.