Quais os primeiros exames pra quem tem suspeita de linfoma ( além da ultrassom)? E é verdade que não
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Quais os primeiros exames pra quem tem suspeita de linfoma ( além da ultrassom)? E é verdade que não pode tocar e massagear o linfonodo, pois corre o risco de espalhar o câncer?
Boa tarde! Se há suspeita de linfoma pela história clínica e pelo exame físico, o exame fundamental é a biópsia, que pode confirmar o diagnóstico e esclarecer o tipo de linfoma. O Ultrassom ajuda muito pouco. Após a certeza diagnóstica, outros exames serão necessários para definir a extensão da doença, como Tomografias, biópsia de medula óssea, PET-CT, entre outros. Converse com um Hematologista. Um abraço!
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1. Quais são os primeiros exames para investigar suspeita de linfoma (além do ultrassom)?
A investigação de linfoma segue uma sequência lógica. Veja abaixo os exames iniciais mais importantes:
Exames laboratoriais:
Hemograma completo – pode mostrar anemia, leucocitose ou linfopenia.
LDH (desidrogenase lática) – marcador de proliferação celular; pode estar elevado.
Velocidade de hemossedimentação (VHS) e PCR – indicam inflamação sistêmica.
Função hepática e renal – para avaliar envolvimento de órgãos e preparar para eventual tratamento.
Sorologias virais – HIV, Hepatite B/C, EBV (vírus de Epstein-Barr) — importantes na avaliação de linfomas específicos.
Exames de imagem:
Tomografia computadorizada (TC) de tórax, abdome e pelve – avalia extensão da doença.
Em alguns casos: PET-CT – mais sensível para linfoma e importante na definição de estadiamento.
Exame essencial:
Biópsia excisional do linfonodo suspeito (remoção total ou parcial) – é o único exame que confirma o diagnóstico. A análise anatomopatológica + imuno-histoquímica define o tipo de linfoma.
2. Massagear ou tocar o linfonodo pode “espalhar” o câncer?
Não, isso é mito.
Mexer, tocar ou massagear o linfonodo NÃO causa disseminação do câncer.
Linfoma é um câncer do sistema linfático, que naturalmente se distribui pelo corpo, mas essa progressão não tem relação com toque ou pressão.
O cuidado ao manipular o linfonodo é apenas para evitar dor, inflamação local ou erro na avaliação clínica.
Quando suspeitar de linfoma?
Suspeite especialmente se houver:
Linfonodos aumentados (>2 cm), firmes, indolores, sem sinais de infecção associada e persistentes por >4 semanas
Febre persistente sem causa aparente
Suor noturno intenso
Perda de peso inexplicada (>10% em 6 meses)
Coceira generalizada ou fadiga intensa
A investigação de linfoma segue uma sequência lógica. Veja abaixo os exames iniciais mais importantes:
Exames laboratoriais:
Hemograma completo – pode mostrar anemia, leucocitose ou linfopenia.
LDH (desidrogenase lática) – marcador de proliferação celular; pode estar elevado.
Velocidade de hemossedimentação (VHS) e PCR – indicam inflamação sistêmica.
Função hepática e renal – para avaliar envolvimento de órgãos e preparar para eventual tratamento.
Sorologias virais – HIV, Hepatite B/C, EBV (vírus de Epstein-Barr) — importantes na avaliação de linfomas específicos.
Exames de imagem:
Tomografia computadorizada (TC) de tórax, abdome e pelve – avalia extensão da doença.
Em alguns casos: PET-CT – mais sensível para linfoma e importante na definição de estadiamento.
Exame essencial:
Biópsia excisional do linfonodo suspeito (remoção total ou parcial) – é o único exame que confirma o diagnóstico. A análise anatomopatológica + imuno-histoquímica define o tipo de linfoma.
2. Massagear ou tocar o linfonodo pode “espalhar” o câncer?
Não, isso é mito.
Mexer, tocar ou massagear o linfonodo NÃO causa disseminação do câncer.
Linfoma é um câncer do sistema linfático, que naturalmente se distribui pelo corpo, mas essa progressão não tem relação com toque ou pressão.
O cuidado ao manipular o linfonodo é apenas para evitar dor, inflamação local ou erro na avaliação clínica.
Quando suspeitar de linfoma?
Suspeite especialmente se houver:
Linfonodos aumentados (>2 cm), firmes, indolores, sem sinais de infecção associada e persistentes por >4 semanas
Febre persistente sem causa aparente
Suor noturno intenso
Perda de peso inexplicada (>10% em 6 meses)
Coceira generalizada ou fadiga intensa
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