Qual é a técnica cirúrgica para encurvamento peniano congênito que apresenta melhores resultados?
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Qual é a técnica cirúrgica para encurvamento peniano congênito que apresenta melhores resultados?
Olá, a primeira avaliação que fazemos é se o encurvamento peniano é algo congênito (desde o nascimento) ou se foi algo adquirido. O segundo ponto da avaliação é o grau de curvatura pois este é um dos principais determinantes da técnica cirúrgica (seja plicatura, colocação de enxerto,etc). Avaliação urologista é fundamental para determinação deste tratamento. À disposição
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Em geral o congênito tem correlação com a formação cho chordee e o tratamento costuma ser voltado para isso. Mas especificamente tratamento para cada caso não há como se generalizar. Há medicina é fantástica e complexa.. E assim como cada paciente tem sua característica a cirurgia também é individualizada.
O encurvamento peniano congênito (sem placas de fibrose, diferente da doença de Peyronie) é causado por assimetria no desenvolvimento dos corpos cavernosos e pode gerar curvatura ventral, dorsal ou lateral.
A técnica cirúrgica de escolha depende do grau da curvatura e da preservação da função erétil, mas, de forma geral, os melhores resultados são obtidos com técnicas de plicatura tunical.
1. Técnicas de plicatura (encurtamento do lado mais longo)
São as mais utilizadas atualmente, especialmente para curvaturas até 60° e com comprimento peniano adequado.
As principais variações são:
Técnica de Nesbit (clássica): excisão elíptica da túnica albugínea do lado convexo;
Técnica de Yachia: incisão transversal e sutura longitudinal;
Plicaturas não excisionais, como as descritas por Essed–Schroeder e Lue, que realizam apenas dobras com pontos não absorvíveis, sem remoção de tecido.
Essas técnicas apresentam altas taxas de sucesso (85–95%), baixo risco de complicações e baixa taxa de recidiva, sendo atualmente o padrão-ouro para a maioria dos casos.
2. Técnicas de incisão e enxerto (alongamento do lado curto)
Indicadas apenas em curvaturas acentuadas (>60°) ou em pacientes com encurtamento peniano importante.
Nessas técnicas, realiza-se uma incisão na túnica do lado curto, com enxerto (fascia lata, pericárdio ou material sintético) para restaurar o comprimento.
São procedimentos mais complexos, com maior risco de disfunção erétil pós-operatória, e por isso são reservados para casos selecionados.
Em resumo:
Para a maioria dos pacientes com encurvamento congênito, a plicatura tunical (Nesbit, Yachia ou variantes modernas) é a técnica com melhor equilíbrio entre eficácia, segurança e preservação da função erétil.
As técnicas com enxerto são reservadas para curvaturas graves ou penianos curtos.
A técnica cirúrgica de escolha depende do grau da curvatura e da preservação da função erétil, mas, de forma geral, os melhores resultados são obtidos com técnicas de plicatura tunical.
1. Técnicas de plicatura (encurtamento do lado mais longo)
São as mais utilizadas atualmente, especialmente para curvaturas até 60° e com comprimento peniano adequado.
As principais variações são:
Técnica de Nesbit (clássica): excisão elíptica da túnica albugínea do lado convexo;
Técnica de Yachia: incisão transversal e sutura longitudinal;
Plicaturas não excisionais, como as descritas por Essed–Schroeder e Lue, que realizam apenas dobras com pontos não absorvíveis, sem remoção de tecido.
Essas técnicas apresentam altas taxas de sucesso (85–95%), baixo risco de complicações e baixa taxa de recidiva, sendo atualmente o padrão-ouro para a maioria dos casos.
2. Técnicas de incisão e enxerto (alongamento do lado curto)
Indicadas apenas em curvaturas acentuadas (>60°) ou em pacientes com encurtamento peniano importante.
Nessas técnicas, realiza-se uma incisão na túnica do lado curto, com enxerto (fascia lata, pericárdio ou material sintético) para restaurar o comprimento.
São procedimentos mais complexos, com maior risco de disfunção erétil pós-operatória, e por isso são reservados para casos selecionados.
Em resumo:
Para a maioria dos pacientes com encurvamento congênito, a plicatura tunical (Nesbit, Yachia ou variantes modernas) é a técnica com melhor equilíbrio entre eficácia, segurança e preservação da função erétil.
As técnicas com enxerto são reservadas para curvaturas graves ou penianos curtos.
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