Quando as lesões da herpes labial estão ausentes, posso praticar sexo oral sem camisinha? A chance d
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respostas
Quando as lesões da herpes labial estão ausentes, posso praticar sexo oral sem camisinha? A chance de infecção ainda é alta?
Se as lesões de herpes labial estão ausentes, o risco de transmissão diminui bastante, mas não zera.
Explicando de forma direta:
A herpes labial é causada, em geral, pelo HSV-1.
O vírus pode ser transmitido:
Quando há ferida / bolha / crosta visível (fase ativa) → risco mais alto.
Em fases sem lesão, através de eliminação assintomática (o vírus “sai” pela mucosa mesmo sem sinal aparente) → risco baixo, mas real.
Então, na prática:
Sem lesão aparente (nem formigamento, ardor, nem vermelhidão inicial):
O risco de transmissão via sexo oral é bem menor do que durante uma crise.
Mas ainda existe alguma chance de você transmitir herpes genital para o parceiro/parceira.
Com lesão ativa (ou começo de crise, com formigamento/queimação):
A recomendação é não fazer sexo oral desprotegido, porque o risco é alto.
Idealmente evitar beijo também.
Como dá pra reduzir o risco ainda mais
Evitar sexo oral:
Nos períodos de crise visível.
Nos dias em que você sente o “pródigo”: formigamento, queimação, dor leve no local onde sempre aparece a lesão.
Uso de preservativo / barreira (camisinha, filme de látex, etc.):
Reduz risco, mas não protege 100%, porque herpes pode acometer áreas não cobertas.
Terapia supressiva com antivirais (valaciclovir, aciclovir em baixa dose diária):
Em pessoas com crises frequentes, isso diminui muito a eliminação viral assintomática.
Consequentemente, reduz também o risco de transmissão.
É algo que você pode discutir com seu médico se isso for uma preocupação importante na sua vida sexual.
Resumindo bem
Pode? → Pode, desde que não haja lesões nem sintomas iniciais.
Risco alto? → Não, é baixo, mas não é zero.
Se você quer ser o mais cauteloso possível, o ideal é:
Evitar sexo oral desprotegido em qualquer sinal de crise.
Considerar antivirais supressivos se tiver crises recorrentes e parceiro fixo sem herpes.
Explicando de forma direta:
A herpes labial é causada, em geral, pelo HSV-1.
O vírus pode ser transmitido:
Quando há ferida / bolha / crosta visível (fase ativa) → risco mais alto.
Em fases sem lesão, através de eliminação assintomática (o vírus “sai” pela mucosa mesmo sem sinal aparente) → risco baixo, mas real.
Então, na prática:
Sem lesão aparente (nem formigamento, ardor, nem vermelhidão inicial):
O risco de transmissão via sexo oral é bem menor do que durante uma crise.
Mas ainda existe alguma chance de você transmitir herpes genital para o parceiro/parceira.
Com lesão ativa (ou começo de crise, com formigamento/queimação):
A recomendação é não fazer sexo oral desprotegido, porque o risco é alto.
Idealmente evitar beijo também.
Como dá pra reduzir o risco ainda mais
Evitar sexo oral:
Nos períodos de crise visível.
Nos dias em que você sente o “pródigo”: formigamento, queimação, dor leve no local onde sempre aparece a lesão.
Uso de preservativo / barreira (camisinha, filme de látex, etc.):
Reduz risco, mas não protege 100%, porque herpes pode acometer áreas não cobertas.
Terapia supressiva com antivirais (valaciclovir, aciclovir em baixa dose diária):
Em pessoas com crises frequentes, isso diminui muito a eliminação viral assintomática.
Consequentemente, reduz também o risco de transmissão.
É algo que você pode discutir com seu médico se isso for uma preocupação importante na sua vida sexual.
Resumindo bem
Pode? → Pode, desde que não haja lesões nem sintomas iniciais.
Risco alto? → Não, é baixo, mas não é zero.
Se você quer ser o mais cauteloso possível, o ideal é:
Evitar sexo oral desprotegido em qualquer sinal de crise.
Considerar antivirais supressivos se tiver crises recorrentes e parceiro fixo sem herpes.
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